Para o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a morte do terrorista Osama Bin Laden foi “um divisor de águas” na luta contra o terrorismo. Realmente houve uma divisão: de um lado ficou o ufanismo americano “cheio” de orgulho pela vingança simbólica das muitas vitimas inocentes dos onze de setembro e do mundo afora; de outro o vespeiro dos muçulmanos fanáticos e radicais ficou “cheio” de vontade de “vingar” sabe-se lá o que, pois eles estão “sempre” querendo “vingar” alguma coisa. Claro que o governo americano vai “vender” o fato como a grande virada pós-crise, alimentado pelo nacionalismo dos filhos do Tio Sam, agora livres da vergonha que lhes foi imposta por um maluco como tantos outros espalhados por todo o mundo. Parece oportuno para um país e seu governante, “sem ter do que se orgulhar nesse momento”, realizar uma ação para elevar a moral de todos. Para a imprensa, sai o casamento real e entra a morte do mal.
Bolsas européias operam em baixa.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou em baixa de 0,18%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 113,52.
Didier Levy informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4853
USDJPN - 81,240
GBPUSD - 1,6687
USDBRL - 1,5740
EURBRL - 2,3394
enquanto isso na terra da” lei do Gerson”, onde ser ético e ser tonto são sinônimos, o que vale é levar vantagem, certo? A inflação continua sendo uma quando o cidadão vai às compras e outra quando são divulgados os índices do governo. É simples, você compra um produto que valia R$ 1,00 (um real) no ano passado e paga R$ 2,00 agora. O governo explica: Quando anualizado, dessazonalisado, temperado, enrustido e elevado a décima oitava potência da lei dos cegos, que corresponde aos índices do IPTU, IBGE e IPCA, das séries temporais periféricas, teremos um valor correspondente hoje em dia a uma inflação dentro da meta de 6% ao ano. Entenderam? É só saber fazer “de” conta direito que o resultado vai bater com o do governo. Essa correção serve para os salários, aposentadoria, etc. É por isso que Brasília tem a maior renda per capita do Brasil, e quem “paga” somos nós. Lá se produz muita, muita, mas muita mer..itocracia. O mais impressionante é que nós sabemos disso e continuamos, junto com a imprensa livre, a pregar no deserto. Não temos terremoto, tsunami, tornados, guerras santas ou diabólicas, fanatismo religioso (seja qual for a religião), etc. Mas, temos uma capacidade de destruição com nossos três poderes, que não dá espaço para mais catástrofes.
Enquanto isso, no Forex, maior mercado do mundo, o par de moedas do dólar contra o iene encontra resistência em Y$ 82,0000 por dólar. Há uma tendência a girar hoje em torno de Y$ 81,1100, apontando na direção de Y$ 81,0000 até o final do dia.
Bovespa encerrou o dia em baixa de 1,01%
Dólar fechou estável, cotado a R$ 1,5740.
Euro fechou cotado a R$ 2,3394
Risco Brasil fechou em 164 pontos.
A imprensa mundial e a brasileira, em suas matérias financeiras, noticiam hoje a morte de Osama Bin Laden com euforia e certa dose de ignorância. Atribuir como positivo para os mercados financeiros o fato de os Estados Unidos ter matado o líder da Al-Qaeda, é ignorar a estrutura dessas organizações terroristas. Ao contrário do que pensam, não será bom para ninguém, a não ser para o ego dos americanos e o espólio daqueles que estavam no World Trade Center. Essas organizações criminosas, como os traficantes de entorpecentes, são estruturas que reagem com metástase quando se extirpa o tumor principal. No caso de muçulmanos radicais e fanáticos, o que vai acontecer é uma reação “espalhada” de ações terroristas. Parece que, por muito tempo ainda, as pessoas vão continuar sendo desrespeitadas e humilhadas nos aeroportos americanos entre alguns outros mundo afora. Devem aumentar os atentados e a insegurança e não diminuir como entenderam alguns. No Brasil o fato vai virar letra de samba; “Osama agride o país de Obama que manda matar Osama, e agora Obama?”.
Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou sexta-feira em alta de 0,37%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 113,93.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4842
USDJPN - 81,170
GBPUSD - 1,6701
USDBRL - 1,5710
EURBRL - 2,3290
Com os agentes de mercado animados com o “fato” da morte de Osama, hoje parece que será um bom dia para sobe e desce no mercado financeiro. Não vai faltar que os “achistas” de plantão para interpretar os efeitos positivos ou negativos sobre os ativos de mercado. O petróleo vai cair (ou subir) porque não tem mais Osama para fazer isso ou aquilo, e por aí vai. O fato é que o real deve continuar forte e o dólar fraco e não será a morte de Osama Bin Laden que vai mudar esse fato.
No mercado de Forex, o par de euro x dólar, projeta um dia mais calmo, com o ponto de equilíbrio em torno de US$ 1,480 dólares por euro.
Bovespa encerrou o dia sexta em alta de 0,70%.
Dólar fechou sexta-feira em baixa, cotado a R$ 1,5710.
Euro fechou cotado a R$ 2,3290
Risco Brasil fechou em 169 pontos.
Cenário Externo:
Embora a moeda européia continue melhorando em relação ao dólar, as coisas não estão muito claras pelos lados do bloco europeu. Há muito mais uma anemia da moeda americana que propriamente uma certeza da saúde dos europeus. Enquanto a Alemanha continua dando sua histórica demonstração de capacidade de recuperação, algumas outras economias do bloco ainda sofrem com dificuldades importantes. No geral, fica a sensação que a situação está melhorando e, se o preço do petróleo não atrapalhar muito, a recuperação da economia do bloco europeu lentamente continuará. O termômetro (euro) continua sinalizando que o ambiente europeu vai superando os efeitos mais agressivos da crise que colocou o bloco na UTI da economia mundial.
Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham a semana entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,57%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 112,84.da economia
Didier Levy informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4817
USDJPN - 81,570
GBPUSD - 1,6640
USDBRL - 1,5810
EURBRL - 2,3445
Cenário Interno:
O arsenal de informações a disposição da autoridade monetária, oferece todas as condições para uma análise técnica dos fundamentos da economia nacional e mundial. O “liquidificador” (COPOM) coloca todos os dados levantados por seus técnicos mais aqueles da economia privada, e depois de bater esses “ingredientes”, tira o suco necessários para equilibrar a saúde da economia. A questão está na quantidade de açúcar (juros) necessário para que a “vitamina” não fique nem muito amarga, nem muito doce. A ata pós-reunião traz todos os componentes utilizados na elaboração do suco. O que ficou muito claro, ao se fazer a leitura da “receita” utilizada nessa última ata , é que os “suqueiros” sabem que a economia continua muito aquecida e a decisão sobre a quantidade necessária de açúcar (juros) foi dividida. Parece que a vontade do chefe (Mantega) dos “suqueiros” acabou influenciando a decisão da turma. Foi utilizado pouco adoçante (25 pontos), quando o certo em nossa opinião e nos dados disponíveis na própria ata do COPOM sugere, seriam 50 pontos percentuais (12,25%). Isso não acontecia quando o líder dos “suqueiros” era o Meirelles. Em sete de junho próximo, um novo suco será discutido, mas a ata já avisou que vem mais juros por aí.
No mercado de Forex, maior e mais importante mercado no mundo inteiro, menos no Brasil, onde a autoridade monetária continua “pensando” sobre o assunto, o dólar no par frente ao euro continua perdendo força. O novo ponto de compra é US$ 1,4878 e o mercado aponta para talvez alguma resistência em US$ 1,4973 dólares por euro. A paridade hoje deve oscilar em torno de US$ 1,4905 durante o pregão.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,89%.
Dólar fechou ontem em alta, cotado a R$ 1,5810.
Euro fechou cotado a R$ 2,3445
Risco Brasil fechou em 171pontos.
Cenário Externo:
A manutenção dos juros básicos dos Estados Unidos, entre zero e 0,25%, somados a expectativa de manutenção do programa de compra de ativos, conforme o planejado anteriormente, mantém pressão sobre o dólar que deve assim continuar fraco frente algumas moedas. Segundo o The Wall Street Journal, o Banco Central Americano (FED), alterou a previsão de crescimento do PIB de 3,9% para entre 3,1% e 3,3%, em 2.011. O FED espera ainda um pouquinho mais de inflação (algo como 2,1% até 2,8%) para o mês de abril, contra 1,6% anterior. O dado positivo é a melhoria do emprego, que cria condições para o Banco Central americano pensar em mexer nos juros, quem sabe no segundo semestre. Havendo aumento da pressão inflacionária, a autoridade monetária do governo Obama poderá começar a ajustar sua política econômica mais cedo que o previsto. Por enquanto, o governo americano não reconhece a elevação dos preços como um risco maior de inflação interna.
Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,76%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 112,28.da economia
BEXS informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4729
USDJPN - 82,280
GBPUSD - 1,6562
USDBRL - 1,5690
EURBRL - 2,3157
Cenário Interno:
Preocupa a convicção da presidente Dilma que o combate às causas inflacionárias seja menos importante que a manutenção do crescimento da economia brasileira. Primeiro que uma coisa não pressupõe necessariamente a outra. Combater as principais causas do aquecimento gerador de aumento nos preços, não quer dizer que o único instrumento de administração seja retrair as boas expectativas de avanço da nossa economia. O governo pode administrar a questão da demanda aquecida pelo lado fiscal, reduzindo os gastos de custeio da ineficiente e pesadíssima máquina pública. Pode também reduzir os custos dos empréstimos via redução de tributos (IOF). A demanda por investimento pode ser atendida pela ampla oferta de crédito (poupança) externo que, de quebra, quando entra no país ainda ajuda segurar a valorização do real nos atuais patamares. O real mais forte diminui a pressão sobre os preços internos via importação de bens e serviços. Não parece bom o som do discurso do governo.
No mercado de Forex, as medidas anunciadas pelo FED americano devem apoiar a valorização do euro frente ao dólar. O euro deve romper a paridade de resistência de US$ 1,490 dolares por euro. A cotação deve subir para US$ 1,4787 e caminhar para US$ 1,4841.
Cenário Externo:
Com a economia americana dando alguns sinais positivos como a queda na taxa de desemprego (8,8%), parece que 2011 caminha para ser um ano, se não exuberante, ao menos com sinais claros de recuperação. Claro que pairam grandes dúvidas e alguns riscos de problemas. As dúvidas ficam por conta do forte crescimento da dívida americana, a estabilidade política do governo Obama e os riscos dos “impostos” gerados com o aumento do preço do petróleo. Não devemos esquecer que é importante para toda a economia mundial que a “máquina” americana, que ainda ajuda a puxar o trem da atividade econômica, volte a ser forte. Enquanto isso, outras máquinas menores vão “empurrando” o trem do mercado e fazendo a roda girar para o bem geral.
Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,93%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 112,28.da economia
BEXS informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4635
USDJPN - 81,680
GBPUSD - 1,6482
USDBRL - 1,5620
EURBRL - 2,2855
Cenário Interno:
Os indicadores inflacionários, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), continuam crescendo (alta de 0,65%) em São Paulo. Não há qualquer dúvida que a diferença entre os “números” oficiais e os “números” no bolso dos cidadãos é muito diferente. A economia continua aquecida e, toda vez que o governo “taxa” alguma coisa como, por exemplo, o ingresso de capitais, o resultado não é a redução do volume de dinheiro estrangeiro entrando no país, mas sim um aumento nos custos para os cidadãos. Por quê? Porque com a economia aquecida há demanda forte por crédito e, por termos baixa poupança interna, “trazemos” a externa (baixa remuneração no exterior) para financiar a forte atividade da nossa economia. Continua alto o risco de, via aceleração da inflação, perder outra vez o trem da oportunidade econômica que o mundo nos oferece.
O mercado de cambio Forex, mostra o euro com razoável força frente ao dólar, sinalizando US$ 1,4712 como próximo ponto de ancoragem, com resistência em US$ 1,4762 por euro. A tendência para o dia de hoje é de um ponto de equilíbrio em torno de US$ 1,4576.
Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 0,26%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,5620.
Euro fechou cotado a R$ 2,2855
Risco Brasil fechou em 178 pontos.
Cenário Externo:
O Big Brother inglês, ou para inglês ver, está fervendo nas telinhas. Enquanto aqui no Brasil ainda há o controle remoto para deixar no off (desligado) a enorme quantidade de bobagens que a Globo disponibiliza para tontos (pagam para votar) de todas as matizes, na terra da nova princesa plebéia, não há controle que resolva. É certo que quase não tem problema na região, mas imaginar que existam dois bilhões de pessoas interessadas em assistir o BBR (na casa da rainha) da Inglaterra é fantástico. Desde as revistas mais sérias e preocupadas em dar notícias um pouco mais úteis e importantes, até um monte de besteirol que vai “chegar” nas pessoas mundo afora, vamos tomar um porre de realeza. Prepare-se para ouvir, ler, ou seja lá qual o caminho da comunicação, qual será a cor disso, o tecido daquilo, quem foi convidado, quem não foi e toda aquela enorme quantidade de informação “ útil “ que, queira ou não, vai estar grudado no seu nariz. Que lição tirar? Talvez que o melhor da vida seja lidar com o inútil. Pode ser que a festança agite um pouquinho a economia inglesa que está bem ruinzinha. Caso não faça bem, mal não deve fazer. Como se vê, o povo continua gostando de pão e circo desde a Roma antiga.
Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones operou ontem em baixa de 0,21%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 112,28.
BEXS informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4579
USDJPN - 81,850
GBPUSD - 1,6502
USDBRL - 1,5710
EURBRL - 2,2908
Cenário Interno:
A decisão do COPOM de elevar a taxa básica de juros em 25 pontos (12% a.a) deixa, em nossa opinião, claras duas situações: a primeira é que parece cada vez mais evidente que a independência do Banco Central acabou junto com a saída de Henrique Meirelles da presidência do banco; a segunda é que, ao adotar uma dose homeopática para elevar os juros, a autoridade monetária ainda não está convencida da força da chama do dragão da inflação. Em nosso entender,cometem um engano ao evidenciar que o BC faz sim parte do Ministério da Fazenda e como tal é um departamento subalterno e como outro, de forma mais clara, ao entender que “batendo o pé”, a inflação corre de medo. Uma elevação mais adequada dos juros ajudaria tanto na frente do “esfriamento” da economia como no fortalecimento da taxa do real que, por seu turno, ajudaria a conter a pressão inflacionária. Será tão difícil de entender que quando uma moeda se valoriza isso é um ótimo sinal de saúde? Que quando uma moeda se desvaloriza isso quer dizer que há problemas e eles vão trazer dificuldades? Caso a política econômica e os desequilíbrios fiscais continuem indo na atual direção, ninguém precisará se “preocupar” com o cambio, nossa moeda vai começar a derreter como já vimos muitas vezes no passado.No mercado de Forex, o real continua sinalizando alta frente ao dólar, mas nossa moeda não mostrou a mesma disposição frente ao euro. Já o euro contra o dólar deve procurar novo ponto de resistência em US$ 1,4627. Caso volte, o ponto de compra deve ser US$ 1,455 dólares por euro. O iene deve flutuar nos próximos dias entre Y$ 81,67 e Y$ 82,43. Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,13%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,5710.
Euro fechou cotado a R$ 2,2908
Risco Brasil fechou em 178 pontos.
Cenário Externo:
Talvez o Japão tenha falhado quando postergou, por ignorância intencionalmente, as conseqüências dos vazamentos nucleares após os terremotos e tsunami do mês passado. Seus vizinhos, mais afetados pela proximidade com a zona de risco, têm aumentado os controles de radiação também dos produtos japoneses. Já há restrição à importação de produtos industriais, da pesca e agrícolas. A imprensa Sul-Coreana criticou o lançamento de água radioativa, da usina nuclear de Fukushima, no mar, sem qualquer aviso prévio, informa o The Japan Times. É muito provável que a imagem de seriedade dos japoneses saia arranhada desse episódio.
Bolsas européias operam com fortes altas.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,53%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 108,15.
BEXS informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4332
USDJPN - 82,490
GBPUSD - 1,6316
USDBRL - 1,5740
EURBRL - 2,2566
Cenário Interno:
Não se espera nenhuma grande surpresa do “coelhinho” COPOM nesta páscoa. O ovo deve vir recheado com uma nova (12,25%) taxa básica de juros, para tristeza daqueles mais “nacionalistas” que entendem que deveríamos continuar com uma política frouxa e sem maiores preocupações com o consistente aumento de preços da nossa economia. Não que por si só os juros estejam domando a inflação. Ocorre que continua havendo uma grande liquidez no exterior e, liquidez somada com juros estratosférico (em relação aos praticados no mundo), acaba ajudando a valorizar nossa moeda. Isso ajuda a segurar a pressão sobre os preços, pois barateia os produtos importados. A questão de fundo (gastos do governo e desordem fiscal), continua na mesma. Talvez seja necessário apertar mais o crédito.
Enquanto isso, no mercado de Forex, o dólar segue perdendo força junto à boa parte das moedas importantes. O ouro atingiu nessa terça feira US$ 1.500,00 dólares a onça, o maior preço em décadas e que quebra o pico psicológico abrindo espaço para novas altas na próxima semana.
Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 1,13%.
Dólar fechou ontem em alta, cotado a R$ 1,5740.
Euro fechou cotado a R$ 2,2566
Risco Brasil fechou em 177 pontos.
Cenário Externo:
Certamente não foi bem vinda para algumas economias, como a japonesa, detentora de grande quantidade de títulos do governo amerciano, a notícia que a Stndard&Poor´s ameaça baixar a nota de crédito da economia americana. Depois da China, são os japoneses aqueles que possuem as maiores reservas depositadas em títulos americanos. Em momento mais agudo como esse pelo qual passam os japoneses vai demandar retorno de capital para financiar a reconstrução daquilo que foi destruído por terremotos e tsunamis. O risco de perda na hora do resgate de valores aplicados no "tesouro" de Obama, não é bom para quem já vem sofrendo abalos em sua saúde econômica, causados por ações destruidoras também da natureza.
Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones operou em baixa de 1,14%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 107,12.
BEXS informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4280
USDJPN - 82,580
GBPUSD - 1,6250
USDBRL - 1,5880
EURBRL - 2,2604
Cenário Interno:
Tendência de alguns pares de moedas para esta semana: o euro (US$ 1,428) continua apontando para cima e caso se aproxime de US$ 1,4430 dólares por euro, poderá passar a barreira psicológica de US$ 1,50 dólares por euro; já a libra esterlina aguarda sinais mais claros para os próximos dias, porém já aponta para US$ 1,6177 sinalizando graficamente uma pequena tendência a reversões; o iene, que com o suporte dos Estados Unidos e Europa (G7) ganhou um pouco de musculatura, quando atingiu Y$ 83,30 por dólar agora aponta para um recuo até Y$ 82,00. Há ainda a expectativa que a paridade do iene chegue a Y$ 85,52 por dólar, o que colocaria a moeda japonesa em linha com uma valorização para algo como Y$ 88,50 no seu próximo ponto de resistência. O real deve continuar reagindo sempre que se aproximar do ponto psicológico de R$ 1,56 por dólar.
Enquanto isso, na terra onde tem banana, sábia canta e tucano desencanta, esta semana tem COPOM. Provavelmente deverá ocorrer uma necessária alta na taxa básica de juros que, na realidade do ambiente atual, causa mais efeitos psicológicos de “cuidado com o cachorro” da inflação, que impacto financeiro perceptível para a grande maioria da população. Já a inflação vem pegando e machucando a todos indistintamente.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 1,90%.
Dólar fechou ontem em alta, cotado a R$ 1,5880.
Euro fechou cotado a R$ 2,2604.
Risco Brasil fechou em 175 pontos.
Há uma importância bastante significativa para o mundo dos negócios, quando os “comandantes dos grandes fundos" trocam telefonemas ou conversam nos ambientes que, normalmente, freqüentam juntos. Esses “papos” podem mudar a direção dos preços, por exemplo, para os produtores de bens, seja de que origem for, atingindo toda a cadeia de produção. A força do capital, a competência dos profissionais e os instrumentos de comunicação criam uma imensa capacidade de gestão para esses “administradores” da poupança mundial. Há já muitos anos os americanos perceberam que “ativo” pode ser qualquer coisa, desde que haja alguém interessado em comprar ou vender. Assim funciona um mercado financeiro desenvolvido e isso é muito bom para todo o sistema. Quando há equilíbrio entra a oferta e a procura, os preços caminham razoavelmente bem. Quando acontecem choques nos preços, as economias podem ser atingidas e, se não forem bem administradas, criar graves desequilíbrios como a inflação, mal maior para os “desprotegidos” que não sabem como fugir desse mal. Embora, por dever de ofício, o trabalho desses “gestores” seja rentabilizar mais o capital que administram, ainda assim são muito positivos para a formação da massa de capital necessária para empurrar as economias à frente.
Bolsas européias começam a semana em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Xangai sobe.
Índice Dow Jones operou sexta-feira em alta de 0,46%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 109,66.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4438
USDJPN - 83,120
GBPUSD - 1,6315
USDBRL - 1,5760
EURBRL - 2,2734
Quando for possível o acesso regular ao mercado de Forex, no Brasil, daremos mais um passo na direção da modernidade e da abertura dos caminhos do mercado financeiro para um maior número de participantes. Os bancos, originalmente, eram as instituições que operavam nos grandes mercados de Forex do mundo. Embora eles continuem sendo os principais negociadores, o tamanho do ambiente de negociação (o mundo todo) e a sua transparência, democratizaram o mercado de negociação com moedas no mundo inteiro. Não há mais como falar em paridade “preço” de uma moeda (ação) de um país, sem conversar com o mundo todo. Com uma rápida expansão na última década, hoje os pequenos comerciantes e o público em geral podem acessar esse mercado virtualmente e operar com os preços das moedas de vários países, muito próximo daquilo que acontece no grande mercado interbancário. Estima-se que a participação deste “público menor” esteja próxima de 20% do universo do Forex, que transaciona mais que US$ 3 trilhões de dólares por dia.
Bovespa encerrou o dia sexta em alta de 0,61%.
Dólar fechou estável sexta-feira, cotado a R$ 1,5760.
Euro fechou cotado a R$ 2,2734
Risco Brasil fechou em 170 pontos.
Reagiram mal os mercados, com os indicadores ruins de emprego nos Estados Unidos. A moeda Européia voltou a mirar a cotação de US$1,50 por euro, enquanto a Libra ameaça a barreira técnica de US$1,64 dólares por libra esterlina. O ouro subiu e atingiu, para junho, a marca de US$1.468,80 dólares a onça. Voltaram a incomodar os dados da economia grega, depois que o Ministro das Finanças alemão declarou que provavelmente será necessário reestruturar a dívida grega. A sexta-feira deve terminar preocupando os mercados financeiros no intra-day.
Bolsas européias abrem entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,12%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 101,11.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4493
USDJPN - 83,593
GBPUSD - 1,6359USDBRL - 1,5780
EURBRL - 2,2880
Vamos montar uma linha de raciocínio para identificar fatores que impactam o preço de uma moeda. Em alguns países, como os Estados Unidos, se quisermos avaliar a tendência do dólar, devemos ter em mente os seguintes aspectos: conta corrente, espelho da situação dos pagamentos e recebimentos gerais com o exterior; balança comercial ( indica a relação entre importações e exportações do país ) ; IPC ( índice de preços ao consumidor ) que informa a tendência dos preços e pode sensibilizar os juros e a inflação; número de obras em fase de construção, poderoso indicativo da atividade econômica; nível de poupança (pública e privada), indica a capacidade de investimento da economia ; PIB que mede o tamanho da produção (bens e serviços) de um país ; situação do emprego, dado fundamental para se avaliar a saúde da economia e o poder de demanda da população. No caso do Brasil devemos analisar todos aqueles itens e mais : ICF ou índice de carga fiscal, que mede o tamanho da corrupção no país, pois seu aumento indica a evolução do roubo no bolso do “cidadão” (os impostos são cobrados só daquele que produz); o CB (custo Brasil), que todos que tentam produzir alguma coisa conhecem bem e que mede o tamanho da incompetência de políticos, governantes e toda a sua “corte” para construir ou melhorar as estradas, a assistência médica, portos, aeroportos, seguridade social (claro que não a da “corte”, que é mais que suficiente para se viver “eternamente” bem), etc. Isso tudo misturado e jogado no Congresso Nacional, deveria determinar nossa taxa de cambio. Agora, façam o cálculo.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,31%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,5780.
Euro fechou cotado a R$ 2,2880
Risco Brasil fechou em 171 pontos.