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Fast News 28/04/2010

Cenário Externo:

A manutenção dos juros básicos dos Estados Unidos, entre zero e 0,25%, somados a expectativa de manutenção do programa de compra de ativos, conforme o planejado anteriormente, mantém pressão sobre o dólar que deve assim continuar fraco frente algumas moedas. Segundo o The Wall Street Journal, o Banco Central Americano (FED), alterou a previsão de crescimento do PIB de 3,9% para entre 3,1% e 3,3%, em 2.011. O FED espera ainda um pouquinho mais de inflação (algo como 2,1% até 2,8%) para o mês de abril, contra 1,6% anterior. O dado positivo é a melhoria do emprego, que cria condições para o Banco Central americano pensar em mexer nos juros, quem sabe no segundo semestre. Havendo aumento da pressão inflacionária, a autoridade monetária do governo Obama poderá começar a ajustar sua política econômica mais cedo que o previsto. Por enquanto, o governo americano não reconhece a elevação dos preços como um risco maior de inflação interna.   

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,76%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 112,28.da economia

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,4729                          
USDJPN -  82,280                                         
GBPUSD - 1,6562
USDBRL -  1,5690
EURBRL -  2,3157

Cenário Interno:

Preocupa a convicção da presidente Dilma que o combate às causas inflacionárias seja menos importante que a manutenção do crescimento da economia brasileira. Primeiro que uma coisa não pressupõe necessariamente a outra. Combater as principais causas do aquecimento gerador de aumento nos preços, não quer dizer que o único instrumento de administração seja retrair as boas expectativas de avanço da nossa economia. O governo pode administrar a questão da demanda aquecida pelo lado fiscal, reduzindo os gastos de custeio da ineficiente e pesadíssima máquina pública. Pode também reduzir os custos dos empréstimos via redução de tributos (IOF).  A demanda por investimento pode ser atendida pela ampla oferta de crédito (poupança) externo que, de quebra, quando entra no país ainda ajuda segurar a valorização do real nos atuais patamares. O real mais forte diminui a pressão sobre os preços internos via importação de bens e serviços. Não parece bom o som do discurso do governo.

No mercado de Forex, as medidas anunciadas pelo FED americano devem apoiar a valorização do euro frente ao dólar. O euro deve romper a paridade de resistência de US$ 1,490 dolares por euro. A cotação deve subir para US$ 1,4787 e caminhar para US$ 1,4841.

Fast News 27/04/2010

Cenário Externo:

Com a economia americana dando alguns sinais positivos como a queda na taxa de desemprego (8,8%), parece que 2011 caminha para ser um ano, se não exuberante, ao menos com sinais claros de recuperação. Claro que pairam grandes dúvidas e alguns riscos de problemas. As dúvidas ficam por conta do forte crescimento da dívida americana, a estabilidade política do governo Obama e os riscos dos “impostos” gerados com o aumento do preço do petróleo. Não devemos esquecer que é importante para toda a economia mundial que a “máquina” americana, que ainda ajuda a puxar o trem da atividade econômica, volte a ser forte. Enquanto isso, outras máquinas menores vão “empurrando” o trem do mercado e fazendo a roda girar para o bem geral.   

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,93%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 112,28.da economia

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,4635                           
USDJPN -  81,680                                         
GBPUSD - 1,6482
USDBRL -  1,5620
EURBRL -  2,2855

Cenário Interno:

Os indicadores inflacionários, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), continuam crescendo (alta de 0,65%) em São Paulo. Não há qualquer dúvida que a diferença entre os “números” oficiais e os “números” no bolso dos cidadãos é muito diferente. A economia continua aquecida e, toda vez que o governo “taxa” alguma coisa como, por exemplo, o ingresso de capitais, o resultado não é a redução do volume de dinheiro estrangeiro entrando no país, mas sim um aumento nos custos para os cidadãos. Por quê? Porque com a economia aquecida há demanda forte por crédito e, por termos baixa poupança interna, “trazemos” a externa (baixa remuneração no exterior) para financiar a forte atividade da nossa economia. Continua alto o risco de, via aceleração da inflação, perder outra vez o trem da oportunidade econômica que o mundo nos oferece.    

O mercado de cambio Forex, mostra o euro com razoável força frente ao dólar, sinalizando US$ 1,4712 como próximo ponto de ancoragem, com resistência em US$ 1,4762 por euro. A tendência para o dia de hoje é de um ponto de equilíbrio em torno de US$ 1,4576.

Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 0,26%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,5620.
Euro fechou cotado a R$ 2,2855
Risco Brasil fechou em 178 pontos.

Fast News- 26/abril/2011

Cenário Externo:

O Big Brother inglês, ou para inglês ver, está fervendo nas telinhas. Enquanto aqui no Brasil ainda há o controle remoto para deixar no off (desligado) a enorme quantidade de bobagens que a Globo disponibiliza para tontos (pagam para votar) de todas as matizes, na terra da nova princesa plebéia, não há controle que resolva. É certo que quase não tem problema na região, mas imaginar que existam dois bilhões de pessoas interessadas em assistir o BBR (na casa da rainha) da Inglaterra é fantástico. Desde as revistas mais sérias e preocupadas em dar notícias um pouco mais úteis e importantes, até um monte de besteirol que vai “chegar” nas pessoas mundo afora, vamos tomar um porre de realeza. Prepare-se para ouvir, ler, ou seja lá qual o caminho da comunicação, qual será a cor disso, o tecido daquilo, quem foi convidado, quem não foi e toda aquela enorme quantidade de informação “ útil “ que, queira ou não, vai estar grudado no seu nariz. Que lição tirar? Talvez que o melhor da vida seja lidar com o inútil. Pode ser que a festança agite um pouquinho a economia inglesa que está bem ruinzinha. Caso não faça bem, mal não deve fazer. Como se vê, o povo continua gostando de pão e circo desde a Roma antiga.

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones operou ontem em baixa de 0,21%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 112,28.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,4579                           
USDJPN -  81,850
GBPUSD - 1,6502
USDBRL -  1,5710
EURBRL -  2,2908

Cenário Interno:

A decisão do COPOM de elevar a taxa básica de juros em 25 pontos (12% a.a) deixa, em nossa opinião, claras duas situações: a primeira é que parece cada vez mais evidente que a independência do Banco Central acabou junto com a saída de Henrique Meirelles da presidência do banco; a segunda é que, ao adotar uma dose homeopática para elevar os juros, a autoridade monetária ainda não está convencida da força da chama do dragão da inflação. Em nosso entender,cometem um engano ao evidenciar que o BC faz sim parte do Ministério da Fazenda e como tal é um departamento subalterno e como outro, de forma mais clara, ao entender que “batendo o pé”, a inflação corre de medo. Uma elevação mais adequada dos juros ajudaria tanto na frente do “esfriamento” da economia como no fortalecimento da taxa do real que, por seu turno, ajudaria a conter a pressão inflacionária. Será tão difícil de entender que quando uma moeda se valoriza isso é um ótimo sinal de saúde? Que quando uma moeda se desvaloriza isso quer dizer que há problemas e eles vão trazer dificuldades? Caso a política econômica e os desequilíbrios fiscais continuem indo na atual direção, ninguém precisará se “preocupar” com o cambio, nossa moeda vai começar a derreter como já vimos muitas vezes no passado.No mercado de Forex, o real continua sinalizando alta frente ao dólar, mas nossa moeda não mostrou a mesma disposição frente ao euro. Já o euro contra o dólar deve procurar novo ponto de resistência em US$ 1,4627. Caso volte, o ponto de compra deve ser US$ 1,455 dólares por euro. O iene deve flutuar nos próximos dias entre Y$ 81,67 e Y$ 82,43.   Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,13%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,5710.
Euro fechou cotado a R$ 2,2908
Risco Brasil fechou em 178 pontos.

Fast News- 20/abril/2011

Cenário Externo:

Talvez o Japão tenha falhado quando postergou, por ignorância intencionalmente, as conseqüências dos vazamentos nucleares após os terremotos e tsunami do mês passado. Seus vizinhos, mais afetados pela proximidade com a zona de risco, têm aumentado os controles de radiação também dos produtos japoneses. Já há restrição à importação de produtos industriais, da pesca e agrícolas. A imprensa Sul-Coreana criticou o lançamento de água radioativa, da usina nuclear de Fukushima, no mar, sem qualquer aviso prévio, informa o The Japan Times. É muito provável que a imagem de seriedade dos japoneses saia arranhada desse episódio.

Bolsas européias operam com fortes altas.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,53%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 108,15.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,4332
USDJPN - 82,490
GBPUSD - 1,6316
USDBRL - 1,5740
EURBRL - 2,2566

Cenário Interno:

Não se espera nenhuma grande surpresa do “coelhinho” COPOM nesta páscoa. O ovo deve vir recheado com uma nova (12,25%) taxa básica de juros, para tristeza daqueles mais “nacionalistas” que entendem que deveríamos continuar com uma política frouxa e sem maiores preocupações com o consistente aumento de preços da nossa economia. Não que por si só os juros estejam domando a inflação. Ocorre que continua havendo uma grande liquidez no exterior e, liquidez somada com juros estratosférico (em relação aos praticados no mundo), acaba ajudando a valorizar nossa moeda. Isso ajuda a segurar a pressão sobre os preços, pois barateia os produtos importados. A questão de fundo (gastos do governo e desordem fiscal), continua na mesma. Talvez seja necessário apertar mais o crédito.

Enquanto isso, no mercado de Forex, o dólar segue perdendo força junto à boa parte das moedas importantes. O ouro atingiu nessa terça feira US$ 1.500,00 dólares a onça, o maior preço em décadas e que quebra o pico psicológico abrindo espaço para novas altas na próxima semana.   

Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 1,13%.
Dólar fechou ontem em alta, cotado a R$ 1,5740.
Euro fechou cotado a R$ 2,2566
Risco Brasil fechou em 177 pontos.

Fast News - 19/abril/2011

Cenário Externo:

Certamente não foi bem vinda para algumas economias, como a japonesa, detentora de grande quantidade de títulos do governo amerciano, a notícia que a Stndard&Poor´s ameaça baixar a nota de crédito da economia americana. Depois da China, são os japoneses aqueles que possuem as maiores reservas depositadas em títulos americanos. Em momento mais agudo como esse pelo qual passam os japoneses vai demandar retorno de capital para financiar a reconstrução daquilo que foi destruído por terremotos e tsunamis. O risco de perda na hora do resgate de valores aplicados no "tesouro" de Obama, não é bom para quem já vem sofrendo abalos em sua saúde econômica, causados por ações destruidoras também da natureza.

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones operou em baixa de 1,14%. 
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 107,12.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4280                             
USDJPN -  82,580                                        
GBPUSD - 1,6250
USDBRL -  1,5880
EURBRL -  2,2604

Cenário Interno:


Tendência de alguns pares de moedas para esta semana: o euro (US$ 1,428) continua apontando para cima e caso se aproxime de US$ 1,4430 dólares por euro, poderá passar a barreira psicológica de US$ 1,50 dólares por euro; já a libra esterlina aguarda sinais mais claros para os próximos dias, porém já aponta para US$ 1,6177 sinalizando graficamente uma pequena tendência a reversões; o iene, que com o suporte dos Estados Unidos e Europa (G7) ganhou um pouco de musculatura, quando atingiu Y$ 83,30 por dólar agora aponta para um recuo até Y$ 82,00. Há ainda a expectativa que a paridade do iene chegue a Y$ 85,52 por dólar, o que colocaria a moeda japonesa em linha com uma valorização para algo como Y$ 88,50 no seu próximo ponto de resistência. O real deve continuar reagindo sempre que se aproximar do ponto psicológico de R$ 1,56 por dólar.

Enquanto isso, na terra onde tem banana, sábia canta e tucano desencanta, esta semana tem COPOM. Provavelmente deverá ocorrer uma necessária alta na taxa básica de juros que, na realidade do ambiente atual, causa mais efeitos psicológicos de “cuidado com o cachorro” da inflação, que impacto financeiro perceptível para a grande maioria da população. Já a inflação vem pegando e machucando a todos indistintamente. 

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 1,90%.
Dólar fechou ontem em alta, cotado a R$ 1,5880.

Euro fechou cotado a R$ 2,2604.
Risco Brasil fechou em 175 pontos.

Fast News 18/04/2011

Cenário Externo:

Há uma importância bastante significativa para o mundo dos negócios, quando os “comandantes dos grandes fundos" trocam telefonemas ou conversam nos ambientes que, normalmente, freqüentam juntos. Esses “papos” podem mudar a direção dos preços, por exemplo, para os produtores de bens, seja de que origem for, atingindo toda a cadeia de produção. A força do capital, a competência dos profissionais e os instrumentos de comunicação criam uma imensa capacidade de gestão para esses “administradores” da poupança mundial. Há já muitos anos os americanos perceberam que “ativo” pode ser qualquer coisa, desde que haja alguém interessado em comprar ou vender. Assim funciona um mercado financeiro desenvolvido e isso é muito bom para todo o sistema. Quando há equilíbrio entra a oferta e a procura, os preços caminham razoavelmente bem. Quando acontecem choques nos preços, as economias podem ser atingidas e, se não forem bem administradas, criar graves desequilíbrios como a inflação, mal maior para os “desprotegidos” que não sabem como fugir desse mal. Embora, por dever de ofício, o trabalho desses “gestores” seja rentabilizar mais o capital que administram, ainda assim são muito positivos para a formação da massa de capital necessária para empurrar as economias à frente.

Bolsas européias começam a semana em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Xangai sobe.
Índice Dow Jones operou sexta-feira em alta de 0,46%.

O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 109,66.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,4438                            

USDJPN -  83,120                                         

GBPUSD - 1,6315

USDBRL -  1,5760

EURBRL -  2,2734

Cenário Interno:

Quando for possível o acesso regular ao mercado de Forex, no Brasil, daremos mais um passo na direção da modernidade e da abertura dos caminhos do mercado financeiro para um maior número de participantes. Os bancos, originalmente, eram as instituições que operavam nos grandes mercados de Forex do mundo. Embora eles continuem sendo os principais negociadores, o tamanho do ambiente de negociação (o mundo todo) e a sua transparência, democratizaram o mercado de negociação com moedas no mundo inteiro. Não há mais como falar em paridade “preço” de uma moeda (ação) de um país, sem conversar com o mundo todo. Com uma rápida expansão na última década, hoje os pequenos comerciantes e o público em geral podem acessar esse mercado virtualmente e operar com os preços das moedas de vários países, muito próximo daquilo que acontece no grande mercado interbancário. Estima-se que a participação deste “público menor” esteja próxima de 20% do universo do Forex, que transaciona mais que US$ 3 trilhões de dólares por dia.

Bovespa encerrou o dia sexta em alta de 0,61%.

Dólar fechou estável sexta-feira, cotado a R$ 1,5760.
Euro fechou cotado a R$ 2,2734
Risco Brasil fechou em 170 pontos.

Fast News 15/04/2011

Cenário Externo:

Reagiram mal os mercados, com os indicadores ruins de emprego nos Estados Unidos. A moeda Européia voltou a mirar a cotação de US$1,50 por euro, enquanto a Libra ameaça a barreira técnica de US$1,64 dólares por libra esterlina. O ouro subiu e atingiu, para junho, a marca de US$1.468,80 dólares a onça. Voltaram a incomodar os dados da economia grega, depois que o Ministro das Finanças alemão declarou que provavelmente será necessário reestruturar a dívida grega. A sexta-feira deve terminar preocupando os mercados financeiros no intra-day.

Bolsas européias abrem entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,12%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 101,11.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,4493                             

USDJPN -  83,593                                         

GBPUSD - 1,6359USDBRL -  1,5780

EURBRL -  2,2880

Cenário Interno:

Vamos montar uma linha de raciocínio para identificar fatores que impactam o preço de uma moeda. Em alguns países, como os Estados Unidos, se quisermos avaliar a tendência do dólar, devemos ter em mente os seguintes aspectos: conta corrente, espelho da situação dos pagamentos e recebimentos gerais com o exterior; balança comercial ( indica a relação entre importações e exportações do país ) ; IPC ( índice de preços ao consumidor ) que informa a tendência dos preços e pode sensibilizar os juros e a inflação; número de obras em fase de construção, poderoso indicativo da atividade econômica; nível de poupança (pública e privada), indica a capacidade de investimento da economia ; PIB que mede o tamanho da produção (bens e serviços) de um país ; situação do emprego, dado fundamental para se avaliar a saúde da economia e o poder de demanda da população. No caso do Brasil devemos analisar todos aqueles itens e mais : ICF ou índice de carga fiscal, que mede o tamanho da corrupção no país, pois seu aumento indica a evolução do roubo no bolso do “cidadão” (os impostos são cobrados só daquele  que produz); o CB (custo Brasil), que todos que tentam produzir alguma coisa conhecem bem e que mede o tamanho da incompetência de políticos, governantes e toda a sua “corte” para construir ou melhorar  as estradas, a assistência médica, portos, aeroportos, seguridade social (claro que não a da “corte”, que é mais que suficiente para se viver “eternamente” bem), etc. Isso tudo misturado e jogado no Congresso Nacional, deveria determinar nossa taxa de cambio. Agora, façam o cálculo.

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,31%.

Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,5780.
Euro fechou cotado a R$ 2,2880
Risco Brasil fechou em 171 pontos.

Fast News 14/04/2011

Cenário Externo:

Cortar os US$4 trilhões da dívida ao longo de 12 anos é o que propõe o presidente Obama para equacionar as dificuldades que se apresentam para a economia americana. Ao falar porque a redução da dívida é fundamental, disse o presidente: "em 2025 a quantidade de impostos pagos será sufucuente para financiar apenas nosso programa de saúde, segurança social e serviço da dívida. Será isto. todas as outras prioridades da nação como, educação, transportes, segurança nacional, terão que ser pagas com dinheiro emprestado". E prosseguiu, "esta é uma visão real de nossas possibilidades de ainda poder investir no futuro, na segurança dos cidadãos, no futuro de nossas crianças." Certa ou errada, otimista ou pessimista, a palavra do presidente americano é, antes de qualquer coisa, um aviso que a situação tributária ficará apertada nos próximos anos. Os americanos vão passar por um longo período de ajustes, mas parece que eles têm uma clara percepção disso. 

Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Tókio tem leve alta.
Índice Dow Jones operou ontem estável com +0,06%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 107,11.

BEXS informa:

 Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,4437                              
USDJPN -  83,860                                         
GBPUSD - 1,6267
USDBRL -  1,5890
EURBRL -  2,2958

Cenário Interno:

Parece que definitivamente a política de câmbio flutuante faz parte do nosso passado. O real "flutua" no mercado, de acordo com a lei da oferta e da procura de alguns poucos privilegiados. Será que essa situação interessa para alguém ou algum grupo? Com poucas instituições operando, fica muito facíl jogar a moeda para um lado só. Está mais que na hora de se acabar com os privilégios das confrarias que fazem o que querem com certos ativos, como a taxa de cambio, que alimenta poucos em detrimento de muitos. Claro que há arcabouço de fundamentos que "indica" uma direção. Não é disto que estamos falando. Falamos da modernidade de um ambiente aberto, como, por exemplo, o mercado mundial de Forex (o maior mercado do mundo), onde não há como manipular absolutamente nada. Qualquer instituição por maior que seja, é pequena nesse ambiente. O Brasil, apesar de todo o esforço para regularizar o Forex aqui, está assistindo as mudanças que ocorrem em todo o mundo. Enquanto isso a autoridade monetária continua "estudando" se autoriza ou não essas operações, em uma velocidade paquidérmica. Como pesa para o país o "custo" desse elefante chamado máquina pública. E quem paga essa conta, como sempre, somos todos nós.

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,61%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,5890.
Euro fechou cotado a R$ 2,2958
Risco Brasil fechou em 170 pontos.

Fast News 13/04/2011

Cenário Externo:

 

Segue o caminho de valorização gradual da moeda chinesa (Yuan). Na Europa, o euro se aproxima de US$ 1,43 (dólares por euro). O barril de petróleo Brent (mar do norte) passou dos US$ 120,00 dólares, nível de agosto de 2.008, e já se especula com preços mais altos, segundo o Irã, maior produtor de petróleo do mundo (4,2 milhões de barris dia). Essas são informações que devem ser consideradas quando olhamos o quadro de tendências que deve direcionar as economias nos próximos dias. Enquanto os Estados Unidos prevêem um crescimento de 2,4% para este ano, a China projeta 9,6%, a Índia 8,2%, a Rússia 4,8% e o Brasil 4,5%. O Japão passará por problemas no curto prazo (caso diminuam as incidências e conseqüências das atividades destruidoras da natureza por lá). O Oriente, como sempre, é um barril de petróleo com uma fogueira religiosa bem ao lado. Pode explodir a qualquer hora. O norte da África vai continuar sendo, o norte da África; meio sem graça. A América Latina vai continuar sendo a América Latina; muito engraçada. 

Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones operou ontem estável com + 0,01%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 109,92.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,4435                             
USDJPN -  84,640                                         
GBPUSD - 1,6347
USDBRL -  1,5779
EURBRL -  2,2782

Cenário Interno:

Por enquanto não há sinais claros que as medidas do governo para segurar a demanda estão funcionando. Os preços continuam em alta, dando a impressão que já há alguma indexação. Na memória dos brasileiros parece ainda estar vivo o período em que se pensava na reposição de preços diariamente. As projeções para a inflação aumentaram de 6,02% para 6,26%, segundo o relatório de tendências financeiras FOCUS. O dólar continua sobre pressão, mas não só aqui no Brasil. Há, hoje em dia, uma sensação de descontrole econômico por parte do governo. São tomadas medidas homeopáticas para fazer frente a situações de origens externas que, fogem a possibilidade do governo de reverte-las. A não ser que fossem alterados os instrumentos de política monetária usadas há vários anos e que vêm dando certo, fica comprometido o sucesso dessas medidas. Assim, o tesouro vai crescendo também pelo aumento dos tributos que, não servindo para conter a valorização do real, serve para melhorar o caixa. Dando errado, no final quem paga a conta são os mesmos.

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,81%.

Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,5790.
Euro fechou cotado a R$ 2,2782
Risco Brasil fechou em 162 pontos. 

Fast News 12/04/2011

Cenário Externo:

Acenderam as luzes vermelhas de alerta nuclear no Japão, alerta do emprego na Espanha, alerta da dívida pública em Portugal, alerta de crise social no mundo Árabe, alerta da presunção e remorso nos Estados Unidos . Afora o Japão, onde a natureza ajudou a mão do homem a criar problemas, no resto é mesmo o homem o maior causador de encrencas. Como hoje em dia quando alguém espirra na Sibéria, alguém deseja saúde na Austrália.É provável que, através dessa “colaboração” conectada, diminuam os riscos de grandes desequilíbrios causados pelas decisões que são tomadas nos vários “cantos” do mundo. Ou não?

Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones operou ontem em baixa de 0,95%. 
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 106,25.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4495                            
USDJPN -  83,790                                        
GBPUSD - 1,6264
USDBRL -  1,5910
EURBRL -  2,3039

Cenário Interno:

Bastante lúcida a visão dos caminhos e da lógica que alimenta o comportamento das pessoas, principalmente as jovens, no mundo conectado de hoje, exposta na entrevista dada por Don Tapscott  para a revista Veja desta semana. Hoje, há uma intensa troca de conhecimento no ambiente da internet.  É assim que acontece quando interagimos pelo mundo virtual, com as idéias e o conhecimento indo e voltando aos mais distintos e distantes interlocutores. O conhecimento vai sendo lapidado ampliando drasticamente a qualidade das idéias, com cada vez menos chance de se conseguir “manipular” a informação. Tem sido assim no mundo Árabe, conforme aborda o escritor/consultor, com relação às “revoluções” que se instalam em ambientes não democráticos. A velocidade do conhecimento mudou o jeito de aprender e pensar. Aquilo que se ouve em sala de aula pode ser “checado” e o contraponto está disponível imediatamente. As verdades absolutas não são mais absolutas.  Estão mudando as maneiras de se fazer as coisas. Este mundo, extremamente rápido e ágil, veio para ficar. Aquele que pensa que a figura “cartorial” tem qualquer sobrevida ficará abraçado com o fracasso. Nos três últimos anos, a DidierLevy tem tentado mostrar para as autoridades monetárias brasileiras, exatamente como os caminhos modernos e irreversíveis do mercado “marcado” pelo enorme mundo virtual, avança. Ocorre que aqui ainda não entenderam isso. A velocidade do mundo é outra. Nós, em termos de máquina pública, ainda estamos na época da válvula, demora um tempão para esquentar. O mundo moderno está no período do chip. Parabéns a revista Veja por abordar o assunto com alguém que olha o mundo como ele é sem a pretensão de julgar se está certo ou errado.

Bovespa encerrou o dia sexta em baixa de 0,66%.

Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,5720.
Euro fechou cotado a R$ 2,2700
Risco Brasil fechou em 162 pontos.

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