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Fast News 21/05/2010

Cenário Externo:

Centro das atenções do mercado financeiro em todo o mundo, o bloco europeu busca através de o diálogo franco alemão conter os ataques sobre o euro. Em determinado momento da crise européia, as forças políticas dos dois países se juntaram para dar uma demonstração de decisão e força do bloco. Após a consistente reação com o acordo de Bruxelas (Euros 750 bilhões) em garantias para as economias fragilizadas, a Alemanha passou a tratar o assunto (para efeito de política interna)com certo distanciamento e com algumas decisões regulatórias unilaterais. A França não ficou confortável, mas sabe que o que está em jogo pressupõe negociação e muita diplomacia. Será que o escritor filósofo Voltaire estava certo quando dizia que “a política tem sua fonte na perversidade e não na grandeza do espírito humano”?

Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Xangai sobe.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 3,60%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 68,01.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = + 0,9300% = 1,2492
USDJPN = + 2,1900% = 89,600
GBPUSD = + 0,3700% = 1,4360
USDBRL = + 1,2500% = 1,8590
EURBRL = + 3,9334% = 2,3592

Cenário interno:

Projetar dificuldades comerciais do Brasil como exportador para a Europa, e justificar pressão sobre nossa moeda em função disso, como dizem alguns, é querer jogar fumaça nos olhos dos desavisados. Há, de fato, necessidade de acompanhar os problemas do déficit público e de ajustar melhor a dose das medidas necessárias para esfriar a velocidade da nossa economia. Mais poupança (pública e privada)e menos consumo. O fim dos incentivos fiscais, o (insignificante) corte de 10 bilhões no custeio e o aumento da taxa de juros, mostram que o governo não está parado. O real sofre, no cenário efetivo das contas externas, alguma pressão com a saída de investidores da Bolsa e outras remessas financeiras, como dividendos. E, no cenário interno especulativo, com um movimento claro e marcado de arbitragem do mercado contra a diária atuação do Banco Central, que dá liquidez as compras efetuadas pelos bancos na parte da manhã, com leilões de compra a vista no período da tarde. Após o leilão de compra, o mercado cai.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 2,51%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,859.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,3592.

Risco Brasil subiu para 242 pontos.

Fast News 20/05/2010

Cenário Externo:

Impedir especulação no mercado financeiro é a mesma coisa que impedir a existência do mercado. Apostar contra ou a favor de algum ativo faz parte do sistema e é sadio. A questão é quando os abusos acontecem. A Alemanha, através de sua agência reguladora do mercado financeiro (BaFin), anunciou terça-feira passada que proibiria vendas a descoberto de vários instrumentos (títulos públicos, swaps de credito a descoberto, etc). É preciso estar atento e vigilante, mas isso não quer dizer que os mercados devem ficar amarrados por um monte de instrumentos regulatórios. Já passamos por outras crises e, superada a atual, passaremos por novas dificuldades no futuro. O mundo é imperfeito e o mercado financeiro faz parte dessa imperfeição.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,63%.
Barril de petróleo para junho fechou em alta, cotado a US$ 71,25.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = + 1,6200% = 1,2377
USDJPN = + 0,5600% = 91,610
GBPUSD = + 0,8100% = 1,4414
USDBRL = + 0,8700% = 1,8360
EURBRL = + 2,1000% = 2,2699

Cenário interno:

Parece provável que os mercados acionários estejam passando por uma fase de correto ajuste técnico e procurem um patamar mais equilibrado para os preços das ações. O ambiente de negócios nas Bolsas deve melhorar quando as economias dos países em dificuldade mostrarem com clareza quais medidas serão implementadas para corrigir os enormes déficits públicos que, no fundo, geram toda essa instabilidade. Sem novidades, o mercado de câmbio deverá oscilar no dia de hoje, com a cotação da moeda americana em torno de R$ 1,80 por dólar.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 1,89%
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,836.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,2699.

Risco Brasil subiu para 227 pontos.

Fast News 19/05/2010

Cenário Externo:

Segundo a revista Fortune, a China pode estar dentro de uma bolha com razoável poder de destruição. Os preços ao consumidor estão em alta, o dos imóveis crescendo acima de dois dígitos e a oferta de moeda está muito acelerada. Assim, o fim do filme é o aumento da inflação. Como parece que o governo centralizado chinês enxerga esses problemas, e pode tomar decisões fortes agrade ou não a sua população, o risco de grande desequilíbrio provavelmente será mitigado, para o bem da estabilidade mundial que não gostaria de mais dificuldades nesse momento.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,08%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 68,32.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = - 1,7800% = 1,2176
USDJPN = + 0,5700% = 92,060
GBPUSD = - 1,3500% = 1,4286
USDBRL = + 0,5500% = 1,8200
EURBRL = - 0,3300% = 2,2232

Cenário interno:

A noticia da liberação de uma parcela da ajuda financeira a Grécia manteve os mercados brasileiros calmos ontem no período da manhã. À tarde com os preços do petróleo caindo e as sempre oportunistas interpretações diárias (dos comprados) sobre os “novos” efeitos da crise na Europa, os mercados inverteram a tendência e o dólar, que caía mais de um por cento na parte da manhã, passou a subir (claro que sempre com a sabida liquidez dada pelas compras diárias do Banco Central). A Bolsa que operava positiva, também se desvalorizou ao longo do dia. Com os mercados asiáticos fechando em baixa e a Europa operando negativa, é provável que os mercados brasileiros sejam também contagiados e tenham um dia negativo nas Bolsas e no câmbio.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 3,22%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,820.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,2232.

Risco Brasil subiu para 222 pontos.

Fast News 18/05/2010

Cenário Externo:

A matéria do The Economist de ontem com o titulo “o tango em Teerã”, tratando do assunto relacionado ao programa nuclear iraniano e a participação do Brasil e da Turquia no encontro com o mandatário do Irã, traz algumas dúvidas e uma certeza: a primeira dúvida é a convicção dos americanos, entre outros países, que os brasileiros e turcos foram enganados pelo governo de Mahmoud Ahmadinejad, porque, no passado, isso já ocorreu quando o governo do Irã viu-se pressionado como agora, pela ameaça de novas sanções do Conselho de Segurança da ONU; a segunda questão colocada é se o interesse iraniano é mesmo o de enriquecer urânio para fins pacíficos; a terceira é se houve realmente sucesso na empreitada turco brasileira na mediação do assunto. A única certeza, entretanto, é que a ignorância intencional ou provocativa, dos americanos, confunde nosso samba com a tristeza, sofrimento, choro e traição do ritmo portenho. Ou será que esse drama musical do tango será o resultado da intermediação Brasil/Turquia na questão nuclear iraniana?

Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Xangai sobe.
Índice Dow Jones fechou ontem estável com + 0,05%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 70,52.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = + 0,3200% = 1,2402
USDJPN = + 0,0900% = 92,590
GBPUSD = - 0,3200% = 1,4491
USDBRL = + 0,4400% = 1,8020
EURBRL = + 0,3800% = 2,2307

Cenário interno:

As contas externas brasileiras estão caminhando bem, comparando-se com o que ocorre com boa parte das economias e com a queda da demanda mundial. O país segue com saldo positivo (US$ 952 milhões) no balanço comercial, na segunda semana de maio. O Banco Central continua com sua política de compra diária de dólares no mercado a vista, “marcando” a cotação em torno de R$ 1,80 (um real e oitenta) por dólar. As posições futuras também ajudam a projetar a moeda americana nesses patamares. A atual paridade é bastante confortável para o país, pois não alimenta a inflação e, salvo setores exportadores específicos, é adequada para as exportações brasileiras.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,86%..
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,810.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,2307.

Risco Brasil caiu para 206 pontos.

Fast News 17/05/2010

Cenário Externo:

Na esteira da crise grega, a Espanha vem tomando medidas também fiscais para enfrentar suas dores econômicas, que são causadas pela mesma doença que derrubou a Grécia. Novamente, segundo o jornal El País, volta o já desgastado combate do “mercado versus o Estado”. Para a velha esquerda saudosa, todos os males do mundo são causados pela liberdade que os mercados têm de se movimentar na direção dos melhores resultados financeiros, doa a quem doer. Para eles esta liberdade é a grande causadora das desigualdades sociais. Debate a parte, o fato é que as dificuldades européias dentro e fora do bloco (Inglaterra passa por uma situação, guardadas as devidas proporções, semelhante à grega) não parecem ter solução de curto prazo. A existência do bloco europeu está passando por um verdadeiro terremoto de emoções.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou sexta-feira em baixa de 1,51%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 71,28.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = - 1,3800% = 1,2363
USDJPN = + 0,2200% = 92,510
GBPUSD = - 0,5300% = 1,4538
USDBRL = + 1,5100% = 1,8020
EURBRL = + 0,1000% = 2,2220

Cenário interno:

Para o Ministro Guido Mantega, numa pequena crise de ufanismo, o ciclo de expansão brasileiro é muito forte e o Brasil irá superar muitas economias européias nos próximos anos. Segundo ele “ só é preciso desenhar a curva para ver que vamos superar muitos países da Europa em breve”. Superar em que? Crescimento econômico? O Brasil tem ainda que melhorar muito até chegar aos ganhos estruturais, sociais e culturais da Europa. O Ministro deveria saber que é “nas curvas” que se escondem os maiores perigos da estrada.

Enquanto isso aqui na terra das palmeiras onde canta o sabiá, o mercado de câmbio, que continua pequeno e concentrado deve, depois de uma sexta-feira em que um banco fez uma compra pesada de moeda e puxou a taxa para cima, ter um dia mais calmo.
Índice Bovespa encerrou o dia de sexta em baixa de 2,12%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,802.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,2220.

Risco Brasil subiu para 211 pontos.

Fast News 14/05/2010

Cenário Externo:

Evasão de divisas, corrupção, mercado negro, esses são alguns dos reflexos negativos que se abatem sobre a Grécia, segundo matéria do jornal francês Lê Monde. Há muito que fazer para recolocar o país nos trilhos. A grande dúvida que intriga a maioria dos analistas é como fazer estas correções econômicas sem poder administrar a taxa de câmbio, já que o euro é moeda única dentro do bloco europeu. O mais complicado é o fato que qualquer movimento de saída da Grécia do sistema, pode iniciar uma desagregação dos países e colocar a estrutura do bloco em cheque. Com tantas incertezas, a cotação do euro atingiu hoje o seu menor valor dos últimos 18 meses.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas encerraram a semana em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,05%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 73,97.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = - 0,7800% = 1,2525
USDJPN = + 0,5600% = 92,710
GBPUSD = - 1,5300% = 1,4605
USDBRL = - 0,0000% = 1,7720
EURBRL = - 0,8830% = 2,2196

Cenário interno:

Começa tardiamente um movimento por parte do governo brasileiro na direção de “esfriar” a economia que está fortemente aquecida. Segundo declarações do Ministro Guido Mantega, o corte de 10 bilhões do orçamento em gastos com custeio, deverá “segurar” a demanda. Resta saber se esses cortes serão suficientes para desacelerar a forte pressão de consumo. De qualquer forma, antes tarde do que nunca.
Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,67%.
Dólar fechou estável, cotado a R$ 1,772.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2196.

Risco Brasil subiu para 197 pontos.

Fast News 13/05/2010

Cenário Externo:

Dentro da expectativa dos analistas internacionais o PIB da zona do euro cresceu 0,2% no primeiro trimestre desse ano. As preocupações sobre a recuperação das economias de vários países europeus, entretanto manteve a pressão sobre o euro que voltou a cair frente a diversas moedas. Certamente o efeito das medidas adotadas no final de semana gerará mais confiança nos mercados, que deverá reagir positivamente hoje e nos próximos dias.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 1,38%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 75,55.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = - 0,2000% = 1,2621
USDJPN = + 0,0570% = 93,280
GBPUSD = - 0,8200% = 1,4827
USDBRL = - 0,5600% = 1,7710
EURBRL = - 0,9557% = 2,2606

Cenário interno:

Os dados das contas externas brasileiras divulgados ontem pelo Banco Central, mostram um saldo positivo no fluxo cambial de US$ 3,7 bilhões na primeira semana de maio. Com o superávit do mês passado, tanto na balança comercial (US$ 2,63 bilhões) como na conta financeira (US$ 1,07 bilhões), o Brasil chegou até o dia sete desse mês a um saldo positivo no ano de US$ 8,748 bilhões. Nada sugere, portanto, pelo lado das contas externas, qualquer pressão sobre a moeda brasileira. A lógica, não havendo nenhuma grande novidade negativa vinda de fora, é que nossa moeda mantenha uma estabilidade tendendo a positiva sobre o dólar.
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 1,24%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,771.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2392.

Risco Brasil caiu para 193 pontos.

Fast News 12/05/2010

Cenário Externo:

Os mercados fizeram ontem um ajuste técnico e, parece, voltaram ao equilíbrio. A analogia feita pelo jornal The Economist, comparando a forte reação dos mercados financeiros no dia seguinte ao anúncio de um enorme pacote de ajuda aos bancos nos Estados Unidos, com a situação vivida terça feira quando a Europa comunicou ao mundo que o euro ia ser defendido com todas as forças através de uma robusta garantia de recursos para os países do bloco que precisassem. O momento agora é de buscar entender o alcance das medidas e, se necessário, fazer as devidas correções se forem politicamente possíveis. O fato é que, com um euro mais fraco, o caminho para a recuperação das economias européias fica mais fácil por dar mais competitividade aos produtos exportados pelo bloco.

Bolsas européias abrem estáveis, com pequenas altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Tókio tem pequena baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,34%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 75,87.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = - 0,2800% = 1,2678
USDJPN = - 0,0070% = 93,210
GBPUSD = + 0,3400% = 1,4942
USDBRL = + 0,3300% = 1,7750
EURBRL = - 0,3300% = 2,2606

Cenário interno:

Enquanto voam as cinzas dos vulcões da economia européia pelos céus dos mercados financeiros, aqui na terra do futebol parece que a calma voltou. O dólar se ajustou e deve continuar estabilizado, desde que não aconteça um novo terremoto em terras desconhecidas e seguir seu caminho dentro da faixa de R$ 1,70 a R$ 1,80 por dólar. Claro que a boiada está pastando calmamente nos verdes campos da nossa pátria, mas pode sair correndo a qualquer momento caso um passarinho, grande ou pequeno, saia voando da moita. Muita calma irrita o rebanho.
Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 1,57%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,781.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2606.

Risco Brasil caiu para 209 pontos.

Fast News 11/05/2010

Cenário Externo:

Enquanto a Europa digere melhor o “plano de Bruxelas”,na Ásia a China vê a inflação subir e a expansão do crédito preocupar. Dando seqüência a fase “montanha russa” dos últimos dias, hoje os mercados estão repensando a forte subida de ontem e operam em baixa. A verdade é que a “boiada” está assustada e corre cada hora para um lado. Sempre em disparada. Quem achar emocionante pode entrar e tentar adivinhar para qual lado vai o próximo estouro dos bois do mercado financeiro. Por outro lado, parece consistente o plano de suporte ao euro e aos países em dificuldade, o que não quer dizer que seja suficiente. Como sempre, esse é um momento em que a calma e a prudência faz muito bem aos nervos.

Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 3,90%.
Barril de petróleo para junho fechou em alta, cotado a US$ 77,26.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = + 0,2200% = 1,2789
USDJPN = - 1,9100% = 93,380
GBPUSD = - 0,6100% = 1,4860
USDBRL = - 3,9900% = 1,7750
EURBRL = - 2,7800% = 2,2660

Cenário interno:

A inflação ao consumidor ficou acima (0,49%) da mediana de expectativa, segundo a FIPE. Essa é uma preocupação que vem tirando a calma daqueles que entendem ser esse o grande mal a ser combatido. As dúvidas, já existentes ontem, sobre os efeitos do plano de Bruxelas para estabilizar a zona do Euro, podem afetar os mercados no dia de hoje. Não há solução mágica, de curto prazo, para o problema grego e dos outros países em dificuldade da zona do euro. O problema será corrigido ao longo do tempo, e os seus efeitos, em maior ou menor escala, irão repercutir em várias partes do mundo.

Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 4,11%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,775.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2660.

Risco Brasil caiu para 211 pontos.

Fast News 10/05/2010

Cenário Externo:

Começa a semana e o fator Grécia surge novamente no cenário mundial, mas desta vez para acalmar os mercados. Um esforço coordenado e direcionado para a defesa do Euro por parte dos Ministros das finanças do bloco Europeu, nesse final de semana, quando assumiram o compromisso de gerar garantias de 600 bilhões de euros para evitar que a crise grega se espalhe para outros países do bloco, deve trazer calma para os mercados financeiros mundiais. O FMI também entrou em ação, manifestando sua disposição de ajudar prontamente a Grécia a buscar formas de minorar seus problemas financeiros. Não há dúvida quanto à capacidade que o mercado financeiro tem, através principalmente dos especuladores, de tornar mais aguda qualquer situação de dificuldade, seja ela grave ou não. O certo é que a semana começa com ótimas perspectivas pela posição, aparentemente firme, dos dirigentes europeus.

Bolsas européias abrem com fortes altas.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou sexta-feira em baixa de 1,33%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 75,41.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = + 1,1600% = 1,2761
USDJPN = + 1,6800% = 91,630
GBPUSD = - 0,4900% = 1,4770
USDBRL = + 0,0000% = 1,8470
EURBRL = + 0,7800% = 2,3290

Cenário interno:

Os bons ventos vindos de fora devem contagiar os mercados brasileiros na abertura dos negócios nesta segunda-feira.

O Brasil tem feito sua lição de casa com razoável eficiência, ficando assim mais resistente aos efeitos dos problemas que vem de fora. Naturalmente devemos, e sabemos disso, aprender sobre os perigos que a euforia da gastança pública pode trazer para qualquer economia. A Lei de responsabilidade fiscal foi um marco de seriedade da política de estabilidade do país, que deve ser defendido sempre e com todas as forças contra os arroubos políticos que tentam flexibilizá-la.

Índice Bovespa encerrou o dia sexta em baixa de 0,86%.
Dólar fechou estável, cotado a R$ 1,847.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,3472.

Risco Brasil subiu para 240 pontos.

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