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Fast News 30/11/2010

Cenário Externo

Os processos de ajuste dos desequilíbrios econômicos existentes em algumas economias devem tirar um pouco do brilho das festas de dezembro. Sempre fica a expectativa que a “lógica” de fim (do ano) pressupõe um novo começo (de ano), quando tudo será melhor. “Que o novo sempre vem” é, normalmente, o espírito que alimenta a esperança. O certo é que daqui a algum tempo essa crise será passado, embora não se possa esquecer que novas virão, pois é assim que funcionam os ciclos econômicos.

Bolsas européias operam sem definição entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,36%.
Barril de petróleo para janeiro fechou cotado a US$ 85,61.

BEXS informa

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3117
USDJPN - 84,300
GBPUSD - 1,5559
USDBRL - 1,7220
EURBRL - 2,2686

Cenário Interno

Com os vendidos (US$ 12,457 bilhões) em quantidade maior que os comprados, é provável que o dólar hoje caia mais um pouquinho no mercado de cambio, em função da formação da PTAX (taxa média do dólar) usada como marcador para a rolagem dos contratos futuros.

Os movimentos de baixa na Ásia e a indefinição na Europa dos mercados acionários sugerem mais um dia sem grande ânimo na Bolsa brasileira. Claro que o “cordão umbilical” que mantemos com as Bolsas americanas pode mudar a tendência do nosso pregão, caso as Bolsas nos Estados Unidos abram seus pregões animadas, o que não parece provável.

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,47%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,7220.
Euro fechou cotado a R$ 2,2686.
Risco Brasil fechou em 189 pontos.

Fast News 29/11/2010

Cenário Externo

Há, de fato, muitas semelhanças entre a atual crise financeira e as outras que aconteceram no passado (há registros anteriores ao descobrimento do Brasil). Uma das principais características dessas crises é a sua recorrência, ou seja, após seu início virulento acontecem repiques aqui e ali, por um período bastante grande. A crise vivenciada recentemente continua “derrubando” economias e gerando efeito, maior ou menor, sobre todos. Nesse momento, temos a Irlanda tentando sair do buraco com a ajuda de vários países, do bloco europeu ou não, e de organismos multilaterais criados exatamente para tentar corrigir e ajudar países em crises econômicas. Fica a sensação que haverá, como no passado, um longo período de problemas “democraticamente” distribuídos pelo mundo. Apesar das enormes dificuldades irlandesas, eles conseguiram manter a política de incentivos tributários (12,5%) de imposto cobrado de empresas que se instalam no país. O passado continua, através da historia, ensinando o futuro.

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Xangai cai.
Índice Dow Jones fechou sexta-feira em baixa de 0,85%.
Barril de petróleo para janeiro fechou cotado a US$ 83,76.

BEXS informa

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3240
USDJPN - 84,040
GBPUSD - 1,5618
USDBRL - 1,7260
EURBRL - 2,2856

Cenário Interno

O mês de dezembro é o começo da letargia anual dos brasileiros, que se preparam para as várias festas que só vão se encerrar depois do carnaval. Em janeiro de 2011, começará o novo governo eleito pelo povo em outubro passado. Preocupa intensamente a disposição, por parte das pessoas que assumirão seus cargos, de enfrentarem os enormes riscos de se adotar uma política expansionista no atual ambiente da economia mundial. A velocidade das “mudanças” de discurso, mesmo antes de o novo governo assumir, agrava as incertezas. A tendência a “criar” resultados e mascarar números demonstrados em passado recente, traz incertezas aos mercados.

As conclusões dos pacotes de ajuda a Irlanda, neste domingo, devem ajudar a Bolsa e manter a tendência da taxa do dólar de encerrar o ano em torno de R$ 1,70.

Bovespa encerrou o dia sexta em baixa de 1,648%.

Dólar fechou com pequena alta, cotado a R$ 1,7260.
Euro fechou cotado a R$ 2,2856.
Risco Brasil fechou em 180 pontos.

Fast News 26/11/2010

Cenário Externo

Com o mercado americano fora de combate, em função de feriado de ação de graças (thanksgiving Holiday) ontem, sobrou a confusão financeira européia e a beligerância asiática, para saciar a sede de fatos para os analistas e operadores de plantão. Apesar de serem duas situações conhecidas, ambas têm poder desestabilizador. No caso europeu, a contaminação dos países problemáticos sobre outras economias, preocupa. Também ficam dúvidas sobre a capacidade de resistência e socorro que o pacote de ajuda financeira do Bloco Europeu montou para atender as necessidades dos países em dificuldade. Em função dos altos riscos de contágio, a antiga intolerância entre as Koreas tem grande poder de preocupar e desequilibrar os mercados além de envenenar politicamente os países. Como filosofou o teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam, “ de uma guerra se gera outra; uma vingança puxa outra”. E vence a intolerância.

Bolsas européias operam em baixa.
Bolsas asiáticas encerram a semana em baixa.
Índice Dow Jones (Bolsas americanas não operaram ontem).
Barril de petróleo para janeiro de 2.011 fechou cotado a US$ 83,98.

BEXS informa

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3367
USDJPN - 83,590
GBPUSD - 1,5761
USDBRL - 1,7200
EURBRL - 2,2950

Cenário Interno

Tanto as Bolsas (operaram de lado), como o mercado de cambio (estável), passaram o dia mais interessados na guerra entre as polícias e os traficantes, na sede da Copa do Mundo de futebol de 2014 e Olimpíadas de 2016. Está sendo uma demonstração que, no Rio, emoção não vai faltar. Aí está mais um produto que o país poderá passar a exportar; “traficantes Made in Brasil, uma solução para manter os mercados estáveis em momento de crise financeira”. Poderíamos mandar os traficantes para a Irlanda, Grécia, Espanha e Portugal, já que, pelo visto, produzimos o “artigo” em larga escala. Seria também uma maneira de diminuir as importações de armas e tóxicos, ajudando a balança comercial a se equilibrar.

Não são bons os sinais vindos dos mercados acionários da Europa e da Ásia, nesta sexta-feira. Hoje parece que vai ser um bom dia para “treinar” a prudência.

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,38%. Dólar fechou estável, cotado a R$ 1,7200.
Euro fechou cotado a R$ 2,295.
Risco Brasil fechou em 176 pontos

Fast News 25/11/2010

Cenário Externo

Os mercados asiáticos fecharam para cima, apesar das trocas de ameaças entre as “irmãs” koreanas. As Bolsas da Europa sobem felizes com os cuidados da “mãe” Bloco Europeu, que parece estar tratando bem da gripe do bebê irlandês. Como a “família” é grande, o resfriado já “contaminou” os nenéns portugueses e espanhóis. Para alegria do grupo, o pequenino grego saiu da UTI e já respira sem aparelhos. Ainda haverá casos de “dor de barriga”, mas no final todos ficarão bem. A família parece que vai continuar junta. Os esforços são grandes pela manutenção da união, apesar das dificuldades que todos têm de permanecer unidos para sempre.

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 1,37%.
Barril de petróleo para janeiro de 2.011 fechou cotado a US$ 84,21.

BEXS informa

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3333
USDJPN - 83,620
GBPUSD - 1,5775
USDBRL - 1,7210
EURBRL - 2,3000

Cenário Interno

A música tocada ontem pela orquestra econômica do novo governo, comandada pela presidente eleita Dilma Rousseff, tem um som de continuidade política. O maestro Guido Mantega determinou o tom que pretende adotar para as primeiras apresentações, com algumas modificações no ritmo. Dó menor para os gastos públicos e dó maior para os investimentos em política social. Ré menor para o superávit primário e ré maior para os juros (para atingir as metas de inflação). Lá menor para o salário dos policiais, mínimo e do funcionalismo público e sabe-se “que” lá para os aposentados (vai ser preciso combinar com o Congresso Nacional.....). Si menor em financiamentos do BNDES e Si maior para o aumento dos empréstimos de longo prazo pelos Bancos privados (vai ser preciso combinar isto também com os Bancos.....). Ré.... menor para a autonomia do Banco Central. O som poderá ser “Agudo” para a redução do custeio e aumento dos investimentos, mas pareceu “Grave” a falta de manifestação sobre a manutenção da política de cambio flutuante. No ensaio, a orquestra pareceu bastante desafinada. O perigo é programar um show de obras de Chopin e apresentar músicas do Tiririca. Apesar de o novo violinista do Banco Central (Tombini) ser um excelente músico, não sabemos se ele vai ser aprovado pelos “jurados” do Congresso e, se aprovado, que vai continuar por muito tempo como primeiro violino.

Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 2,47%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,721.
Euro fechou cotado a R$ 2,300.
Risco Brasil fechou em 174 pontos.

Fast News 24/11/2010

Cenário Externo

Mais uma vez a consistência da moeda do Bloco Europeu entra em fase de “teste de resistência”, com a crise irlandesa puxando esta nova rodada de incertezas no velho continente. Há uma grande preocupação do Ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Scäuble, com relação à flexibilização quantitativa (US$ 600 bilhões), aprovada recentemente pelo FED, para acelerar a economia americana, informa a CNN. O euro será fortemente pressionado caso Portugal e, principalmente a Espanha, precisem de ajuda nos próximos meses. A Inglaterra e a Suíça (fora do euro), entre outros, estão assistindo de binóculo o desenrolar da crise no ambiente da moeda européia, com um maroto e discreto sorrisinho no canto da boca.

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Tókio cai.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,27%.
Barril de petróleo para dezembro fechou cotado a US$ 81,02.

BEXS informa

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3370
USDJPN - 83,170
GBPUSD - 1,5769
USDBRL - 1,7330
EURBRL - 2,3217

Cenário interno

Como as Bolsas Asiáticas e Européias se comportaram melhor hoje, e com os dados positivos e mais animadores da economia americana, o reflexo poderá ser bom para a Bolsa brasileira. Os fogos de artifício, “figurativos” da Irlanda e os “reais” das Koreas, iluminam a noite do mercado financeiro mundial. Por aqui, o dólar deve caminhar na direção de R$ 1,70 até o final do ano, ponto assimilado pelo mercado como confortável para esse momento.

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 2,41%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,733.
Euro fechou cotado a R$ 2,3217.
Risco Brasil fechou em 185 pontos.

Fast News 23/11/2010

Cenário Externo:

A falta de uma “moeda” própria retira um instrumento fundamental de política monetária dos países que compõe o Bloco Europeu. Quem dita a política sobre o euro é o Banco Central Europeu. Aqueles países que estão enfrentando crises internas, não dispõem do instrumento “taxa de cambio” para ajudar a alterar o rumo de suas dificuldades econômicas. Resta saber se há caminhos com possibilidades suficientes de sucesso para que os países em dificuldade possam usar em busca dos ajustes necessários para suas economias.Como, sem poder utilizar a paridade da moeda para inibir ou acelerar a atividade econômica, sair da crise é uma das questões. Essa será uma experiência que o Bloco Europeu trará para a “literatura” mundial. Ser ou não factível uma união monetária em períodos de crise econômica mais aguda.

A Korea do Norte “lançou” mais lenha na fogueira econômica ao revidar ou atacar a Korea do Sul, nesta terça feira. Ataque ou revide, as Koreas não conseguem se entender. Caso as diplomacias não resolvam a questão, será pior para todos.

Bolsas européias operam em baixa.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,22%.
Barril de petróleo para dezembro fechou cotado a US$ 81,58.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3614
USDJPN - 83,280
GBPUSD - 1,5948
USDBRL - 1,7280
EURBRL - 2,3460

Cenário Interno:

Parece ainda haver fundamento técnico útil na teoria da paridade do poder de compra como parâmetro para medir a relação de valor entre moedas, embora as complexidades econômicas atuais acrescentam novas variáveis nessa lógica. Um dos pilares desse enunciado pressupõe a inflação como fator de desvalorização/valorização de uma moeda. Ora, a desvalorização empurra os custos e, portanto, a inflação, para cima, levando os juros junto. Caso a taxa de cambio fique artificialmente valorizada ou desvalorizada, vai haver um “represamento” do diferencial inflacionário, logo precificado pelo mercado. Quando em equilíbrio (não é o caso atual) econômico, a teoria funciona. Quando em desequilíbrio, cada um corre para a “teoria” que mais interessa para si. O fato é que, no longo prazo, um fator importante para determinar o preço de uma moeda frente à outra, continuará sendo a inflação interna menos a externa. Assim, o Brasil deve ficar atento à pressão inflacionária, que parece estar aumentando.

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 1,78%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,728.
Euro fechou cotado a R$ 2,3460.
Risco Brasil fechou em 178 pontos.

Fast News 22/11/2010

Cenário Externo:

As dificuldades da economia irlandesa deverão ser o “motivo” desencadeador de oscilações no mercado financeiro. Embora estes problemas sejam bastante conhecidos pelo mundo financeiro ( juntamente aos de Portugal, Espanha e Itália), são situações que agitam o mundo das finanças. A Europa está preparada, com a liderança da Alemanha, para enfrentar ataques a estabilidade do euro, assim como atuou quando a crise na Grécia exigiu uma postura firme dos países do bloco.

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre pequenas altas e baixas.
Índice Dow Jones fechou sexta-feira em alta de 0,20%.
Barril de petróleo para dezembro fechou cotado a US$ 81,98.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3677
USDJPN - 83,510
GBPUSD - 1,5982
USDBRL - 1,7170
EURBRL - 2,3454

Cenário Interno:

A manutenção do Ministro Guido Mantega à frente da economia brasileira sinaliza claramente a intenção da presidente Dilma Rousseff de manter uma política expansionista em seu governo. Fica o crédito de “início de governo” para ser usado. Há claros riscos de problemas sérios à frente, caso a questão fiscal não seja encarada desde o início do seu governo. As bolhas (crédito consignado, financiamentos de veículos a perder de vista, inchaço da máquina estatal, pandemia burocrática, labirintos jurídicos e tributários, corrupção estratosférica, etc) da “catapora brasileira”, poderão estourar e levar este governo a ficar “marcado” por não ter cuidado de suas doenças. Vamos ver se o aclamado poder de gestão de Dilma será suficiente para gerir o país.

Bovespa encerrou o dia sexta em alta de 0,16%.
Dólar fechou sexta-feira estável, cotado a R$ 1,717.
Euro fechou cotado a R$ 2,3454.
Risco Brasil fechou em 175 pontos.

Fast News 19/11/2010

Cenário Externo:

Os fantasmas dos efeitos devastadores sobre as economias, principalmente na grande depressão, saíram das trevas e voltaram a assustar os americanos. A questão principal não é porque a roda da economia (demanda, investimento, produção, aumento dos salários, consumo) está girando devagar ou parando, mas o fato da roda estar girando para trás. Quando há inflação, é ruim. Quando há deflação longa, é devastador. Bem Bernanke, presidente do FED (Banco Central) americano, declarou ontem que “o sentido de propósito comum diminuiu”, referindo-se ao fato que algumas economias conseguiram sair da crise e assim “perderam” o interesse em buscar uma solução global. “As tensões entre as nações sobre política econômica que surgiram e se intensificaram, tem potencial para ameaçar a nossa capacidade de encontrar soluções globais para problemas globais”, declarou. O assunto é também politicamente complexo e “invade” as questões do individualismo estabelecido como regra de vida. Questões complexas exigem soluções complexas.

Bolsas européias operam em baixa.
Bolsas asiáticas fecham a semana entre pequenas altas e baixas.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 1,48%.
Barril de petróleo para dezembro fechou cotado a US$ 81,96.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3632
USDJPN - 83,490
GBPUSD - 1,6038
USDBRL - 1,7140
EURBRL - 2,3340

Cenário Interno:

A inflação poderá ser o principal problema do Brasil, caso não sejam tomadas algumas medidas prudenciais nos próximos anos. A forte demanda interna ainda não pressionou muito os preços em função da valorização do Real, com o conseqüente aumento das importações. A economia brasileira, para manter a expectativa de um consistente crescimento, vai depender da manutenção da robusta atividade da economia chinesa e da recuperação das economias desenvolvidas. O Brasil, também muito em função da favorável questão demográfica, tem a oportunidade de, nos próximos anos, assumir uma posição importante no cenário mundial. O cavalo está selado.....

Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 1,54%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,714.
Euro fechou cotado a R$ 2,3340.
Risco Brasil fechou em 176 pontos.

Fast News 18/11/2010

Cenário Externo:

O não muito representativo PIB nominal da Irlanda, em 2.009, foi de US$ 227,4 bilhões (38ª lugar), menor que o grego e do mesmo tamanho do português. Têm uma população de 4,2 milhões de habitantes (124ª lugar), e uma renda per capita de US$ 45.100,00 (11ª do mundo). É certo que o sistema bancário irlandês sofreu e ainda sofre com os efeitos da crise que se abateu sobre o mundo. O que chama positivamente a atenção é o esforço demonstrado, de forma pública, pela autoridade da comunidade européia que o bloco está pronto para ajudar, caso a Irlanda solicite apoio financeiro. Fica claro que as autoridades da zona do euro temem um fracasso da moeda e reagem a qualquer risco que ameace sua estabilidade. Assim está dado o sinal para que Espanha e Portugal também arrumem a casa ou vão receber os mesmos desagradáveis remédios que os gregos estão tomando, o que a Irlanda também não quer.

Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,14%.
Barril de petróleo para dezembro fechou cotado a US$ 80,86.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3531
USDJPN - 83,300
GBPUSD - 1,5905
USDBRL - 1,7240
EURBRL - 2,3483

Cenário Interno:

Os ventos positivos vindos da Europa e Ásia devem animar os mercados financeiros nas Américas. As Bolsas fecharam em alta na Ásia e operam em alta na Europa. O dólar perdeu força hoje nas principais praças asiáticas e opera anêmico no velho continente. Naturalmente é sempre de bom senso espiar o que vai ocorrer com o dia da maior economia do mundo. Embora não pareça provável hoje, sobra força ao Tio Sam para mudar a tendência e o rumo dos mercados. Como sempre, no sistema financeiro, a prudência indica que se tenha um olho no padre e outro na missa.

Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 0,75%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,724.
Euro fechou cotado a R$ 2,3483.
Risco Brasil fechou em 175 pontos.

Fast News 17/11/2010

Cenário Externo:

Não que haja novidades ou surpresas, mas a manutenção das dificuldades de alguns países, como a Irlanda, volta a incomodar os nervos do sistema financeiro. Parece que a falta de novidades no oceano da reunião de Seul ajudou a aflorar alguns recifes que estavam momentaneamente submersos nos mares da economia mundial. Claro que os “navios” do sistema bancário tentam contornar a situação indo navegar em outros oceanos. A “dúvida” é não saber quais “navios” tiveram o casco avariado ao passar próximo do “problema”. O “problema” é ter “dúvidas” no mercado financeiro.

Bolsas européias operam entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Tókio sobe.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,59%.
Barril de petróleo para dezembro fechou cotado a US$ 82,22.

BEXS informa:

Relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD - 1,3479
USDJPN - 83,430
GBPUSD - 1,5865
USDBRL - 1,7380
EURBRL - 2,3387

Cenário Interno:

O superávit na balança comercial brasileira é de US$ 15,94 bilhões de dólares, já consideradas as duas primeiras semanas de novembro deste ano. Com todas as reclamações de problemas com a valorização do Real, e apesar das dificuldades ainda vividas por parcela significativa da economia mundial, as exportações brasileiras subiram 30,7% em 2010. Em fases de crise financeira, a fuga para moedas é uma reação normal e esperada. Entesourar dinheiro dá uma maior sensação de segurança em períodos turbulentos como o atual. A busca por reserva de valor acaba criando este ambiente de pressão sobre as moedas das economias mais consistentes e ativas, como atualmente ocorre com as moedas de alguns países. No meio desta turbulência, o Brasil, apesar da urgente necessidade de reformas fiscais, vai importando, exportando, e mantendo sua economia aquecida e “interessante” para o capital estrangeiro. Isto é bom para o país.

Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 1,67%.
Dólar fechou ontem em alta, cotado a R$ 1,738.
Euro fechou cotado a R$ 2,3387.
Risco Brasil fechou em 179 pontos.

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