Prazeroso ler a matéria do The Economist, cujo título é; Agricultura brasileira, o milagre do cerrado. “Enquanto muitos países teimam em manter várias formas de subsídio para o setor agrícola, o Brasil dá um show de produtividade. Há aqueles que acham que eles estão derrubando floresta para aumentar a área plantada, o que é um grande erro. A FAO noticiou que existem 400 milhões de hectares passiveis de receber qualquer tipo de cultura, mas são utilizados apenas 50 milhões pelos produtores brasileiros. Segundo o articulista, o Brasil é um exemplo, pode alimentar o mundo e de forma sustentável”. Aí, viramos a página e vemos o MST e os Tiriricas. Essa é a visão americana da distância entre o Brasil de Rui Barbosa e o de Tiririca. Falar o que?
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,49%.
Barril de petróleo para outubro fechou cotado a US$ 74,91.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1, 2827
USDJPN - 84, 260
GBPUSD - 1, 5404
USDBRL - 1, 7350
EURBRL - 2, 2124
As commodities brasileiras devem passar por bons momentos. As alterações climáticas, sejam culpa do homem ou não, têm sido madrasta da agricultura de vários países, que vêm cair suas safras e subir os preços. O Brasil que não fez nenhum acordo com o divino e, por enquanto, passa razoavelmente bem pelas traquinagens climáticas do mundo, vai aumentando sua produção. È claro que poderíamos escrever um livro para tentar entender e traduzir o que acontece com nossa taxa de juros. Não fossem as mazelas e a insegurança institucional e jurídica do país, onde dar crédito é crime e quem não paga é herói, e teríamos outras taxas de juros, aumento da oferta de crédito e investimento mais viável. Embora bem vinda para nós, não precisaríamos da ajuda de São Pedro e suas equipes de maldades climáticas se, junto com juros humanos, os investimentos em infra-estrutura fossem feitos.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,39%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1, 7300.
Euro fechou cotado a R$ 2, 2124.
Risco Brasil fechou em 224 pontos.