Os processos de ajuste dos desequilíbrios econômicos existentes em algumas economias devem tirar um pouco do brilho das festas de dezembro. Sempre fica a expectativa que a “lógica” de fim (do ano) pressupõe um novo começo (de ano), quando tudo será melhor. “Que o novo sempre vem” é, normalmente, o espírito que alimenta a esperança. O certo é que daqui a algum tempo essa crise será passado, embora não se possa esquecer que novas virão, pois é assim que funcionam os ciclos econômicos.
Bolsas européias operam sem definição entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,36%.
Barril de petróleo para janeiro fechou cotado a US$ 85,61.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,3117
USDJPN - 84,300
GBPUSD - 1,5559
USDBRL - 1,7220
EURBRL - 2,2686
Com os vendidos (US$ 12,457 bilhões) em quantidade maior que os comprados, é provável que o dólar hoje caia mais um pouquinho no mercado de cambio, em função da formação da PTAX (taxa média do dólar) usada como marcador para a rolagem dos contratos futuros.
Os movimentos de baixa na Ásia e a indefinição na Europa dos mercados acionários sugerem mais um dia sem grande ânimo na Bolsa brasileira. Claro que o “cordão umbilical” que mantemos com as Bolsas americanas pode mudar a tendência do nosso pregão, caso as Bolsas nos Estados Unidos abram seus pregões animadas, o que não parece provável.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,47%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,7220.
Euro fechou cotado a R$ 2,2686.
Risco Brasil fechou em 189 pontos.