Com sinais positivos vindos de várias economias do mundo, após o tsunami da crise financeira, começa a se aproximar o momento de reverter as fortes medidas fiscais, de redução dos juros e a agressiva expansão do crédito e da liquidez, necessários para abrandar os efeitos e as conseqüências do grave acidente econômico que atingiu o mundo. Em comentário no The Korea Herald, o chefe do Instituto de Finanças Kim T. Joon manifesta esta preocupação ao verificar que a economia Koreana cresceu muito rapidamente no primeiro trimestre desse ano em relação à velocidade de crescimento dos últimos sete anos. Com os níveis de confiança aumentando e a demanda mundial se recuperando, é chegado o momento de começar a reverter às políticas expansionistas, para não correr o risco de alimentar uma eventual nova crise gerada agora pelas necessárias medidas de afrouxamento das políticas monetárias adotadas mundo afora.
Bolsas européias abrem sem tendência clara, entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas encerram a semana em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 1,10%.
Barril de petróleo para junho fechou em alta, cotado a US$ 85,28.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 0,1600% = 1,3234
USDJPN = - 0,0600% = 94,100
GBPUSD = - 0,8000% = 1,5323
USDBRL = - 1,1900% = 1,7300
EURBRL = - 1,0150% = 2,2875
Os dados positivos da economia brasileira ajudados pela elevação da taxa Selic na última quarta feira e pelas apostas de posições vendidas no mercado futuro, pressionaram a cotação do dólar que, apesar de duas intervenções com compras a vista por parte do Banco Central,caiu. Preocupado com essa pressão, o secretario do tesouro nacional, Arno Augustin, informou que o BC irá acelerar a compra de dólares, “avisando” o mercado que estará atento e atuante frente a qualquer aumento de velocidade na valorização do real frente ao dólar. Apesar de efeitos colaterais ruins para alguns setores da economia, a valorização do real é também conseqüência do aumento da taxa de juros e ajuda a combater a inflação.
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 1,98%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,730.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2875.
Risco Brasil subiu para 190 pontos.