“Principalmente as pequenas e médias empresas já projetam uma inflação entre 4% e 6%, muito maiores que os valores projetados (entre 1,3% e 1,7%) pelo Federal Reserve (FED) americano”, informa a CNN News. A mudança no rumo da atividade econômica nos Estados Unidos é uma boa notícia, mas traz junto uma série de alterações (algumas são muitas boas e outras nem tanto), no cenário mundial. No momento que o governo Obama começar a retirar liquidez e mexer na taxa de juros, o dólar deverá ganhar força novamente. Para aquela parte do mundo que ainda depende de financiamento para suprir suas deficiências de caixa essa pode não ser uma boa notícia. De outro lado, quando a máquina yankee começa a andar, o mundo agradece.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em alta de 0,58%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 104,27.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4121
USDJPN - 82,910
GBPUSD - 1,6064
USDBRL - 1,6270
EURBRL - 2,3014
A maior desvalorização do dólar ontem deve ter sido causada pela antecipação de ingresso de capital, para “fugir” do alcance das medidas do governo para conter a valorização do real. Valorização, aliás, bem vinda para ajudar a autoridade monetária brasileira a domar o dragão da inflação, que vem soltando fumaça com bastante intensidade. Mesmo que não aconteçam novas medidas do governo para diminuir o ritmo da valorização da nossa moeda, fica a sensação que a cotação do dólar deve permanecer em torno dos números atuais. Em algum momento, o impacto do aumento dos preços (inflação) na economia vai puxar a cotação da moeda americana para cima. Os movimentos do Tio Sam, seja para que lado for, têm impacto importante na relação de preços e paridades da grande maioria das economias mundiais.
Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 0,86%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,6270.
Euro fechou cotado a R$ 2,3014
Risco Brasil fechou em 169 pontos.