Uma mistura de informações vindas, parte da Europa, citando as necessidades e dificuldades da Grécia para rolar US$ 11 bilhões de sua dívida até 19 de maio, junto com as conhecidas incertezas que recaem sobre a economia portuguesa, e parte vindas dos Estados Unidos onde o FOMC (COPOM americano) define hoje a taxa básica de juros entre outras informações econômicas, agitaram os mercados em todo o mundo. Essas preocupações refletiram negativamente nas Bolsas, que hoje caíram na Ásia e abriram em baixa na Europa, e no câmbio onde o dólar ganhou novo ânimo.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,90%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 81,95.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = + 1,8900% = 1,3161
Dólar x Yene = - 0,8400% = 93,120
Dolar x Libra = + 1,4200% = 1,5247
Dólar x Real = + 1,1400% = 1,7630
Real x Euro = + 1,0050% = 2,3221
A Bolsa teve ontem um dia de incertezas e caiu, pois fatores externos (política econômica americana, Grécia e Portugal) de um lado e fatores internos (decisão do COPOM sobre juros) de outro geraram desconforto no mercado financeiro. É provável que os incômodos de ontem mantenham os mercados ainda inseguros durante o dia de hoje. Embora o barquinho brasileiro esteja navegando em águas calmas, ventos vindos de longe podem fazer algumas ondas maiores sem, no entanto, dar muito enjôo na tripulação.
Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 3,43%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,763.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,3221.
Risco Brasil subiu para 194 pontos.