Entre a tese dos que são contra e a antítese dos que são a favor das usinas nucleares, cabe a racionalidade da síntese. Sem dúvida vazamentos nucleares e seus efeitos sobre seres vivos dão mais mídia que as mortes humanas em usinas de carvão. Chernobil (1986) impressiona muito mais que “100 anos de solidão” dos quase humanos das minas poluidoras de carvão. Aqueles que estão “ganhando” o direito a uma vida decente, mundo afora, querem energia elétrica. Será preciso produzi-la. A segurança no caso das usinas nucleares tem melhorado, basicamente, com o que se aprende em caso de acidentes. Fukushima resistiu a um terremoto de 9 pontos na escala Richter e a um Tsunami que superou as já prudentes barreiras construídas para que efeitos de ondas gigantes fossem bloqueados. Convenhamos que não é pouco. Parece que a atmosfera agradece mais a energia produzida em usinas nucleares que aquelas produzidas pela queima de combustível fóssil. Aquele país que tem a opção de produzir energia de fontes não poluidoras como é, por exemplo, o caso do Brasil, não há que pensar em usina nuclear. Já os que não tem....
Bolsas européias abrem sem tendência definida, entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou sexta em alta de 0,41%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 105,57.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4081
USDJPN - 81,400
GBPUSD - 1,6021
USDBRL - 1,6580
EURBRL - 2,3323
A boa expectativa de crescimento da economia brasileira (4%), junto com a mexicana (4,5%) e principalmente as o Chile (6,5%) e Peru (6%), que embora sejam economias bem menores, devem ter um crescimento maior, dando uma boa perspectiva para os povos da América Latina em 2011. Entretanto, incomoda bastante a pressão dos preços que, caso não seja controlada a tempo, pode colocar tudo a perder. Aí o Brasil aparece como o principal ator no palco da estabilidade da região. Não parece ainda assegurado que as medidas adotadas pelo governo para conter a pressão inflacionária tenham curado a ferida definitivamente. Os três próximos meses darão a resposta.
Bovespa encerrou o dia sexta-feira em alta de 0,34%.
Dólar fechou sexta estável, cotado a R$ 1,658.
Euro fechou cotado a R$ 2,3323
Risco Brasil fechou em 169 pontos.