Sem pretender deixar o fim de semana mais “seco” do que já está, vamos transmitir a lógica pessimista do “Bloguista” e professor americano de finanças Laurence Copeland. Em sua opinião, um cenário provável para os USA é uma estagnação e deflação no estilo japonês, mas precedida por outra grande crise. Ele sabe que o dólar não inspira mais confiança, mas todos sabem que, caso a moeda vá para uma desvalorização acentuada, a economia mundial entraria em colapso. Segundo ele, de forma não muito inteligente, o mercado entende que há apenas dois tipos de nações; alto risco e baixo risco. No primeiro caso, estão membros da zona do euro (PIIGS) a maioria dos países do Leste Europeu e da America Latina. No segundo, para sua surpresa, estão também incluídos os USA e a Inglaterra, como se falar inglês fosse garantia de credibilidade. O fato é que quando nem os torcedores mais fanáticos (americanos falando dos Estados Unidos) acreditam mais no time, não custa parar para pensar.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham a semana em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,74%.
Barril de petróleo para outubro fechou cotado a US$ 73,14.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1, 2723
USDJPN - 84, 510
GBPUSD - 1, 5535
USDBRL - 1, 7600
EURBRL - 2, 2410
O mercado financeiro brasileiro deve seguir o pouco ânimo que vem de fora e ficar olhando para o chão com cara de “pois é”! O calor ajuda na sensação de ficar mais quieto e escondidinho numa sombra. Há uma grande “poluição financeira” no ar dificultando a respiração dos mais animados. O risco de problemas na saúde financeira dos investidores aumenta. Como a maioria dos hospitais (Banco Central) do mundo anda lotado, pode faltar vaga caso os problemas pulmonares do mercado virem pneumonia. Em dúvida o melhor é ficar quieto, mas sem ligar a televisão, pois o nível dos candidatos à próxima eleição pode matar qualquer um de parada cardíaca.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 1,44%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1, 7600.
Euro fechou cotado a R$ 2, 2410.
Risco Brasil fechou em 222 pontos.