O aumento da liquidez dos países emergentes preocupa as autoridades financeiras mundiais. Como observou o analista do Standard Chartered, Gerard Lyons, em matéria para The Times, países como o Brasil (US$ 244 bi), Hong Kong US$ 259 bi), China (US$ 2,4 tri)entre outros, cresceram suas reservas de maneira importante. Segundo ele, o excesso de liquidez tem o potencial de desencadear crises econômicas. A verdade é que entre a crise instalada em países como a Grécia e o muito dinheiro em caixa dos emergentes, é muito melhor ficar e administrar o “problema” do excesso do que o da falta de recursos.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Tókio sobe.
Índice Dow Jones fechou ontem estável, com + 0,01%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 84,08.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = + 0,1400% = 1,3393
Dólar x Yene = + 0,0600% = 94,010
Dolar x Libra = - 0,4900% = 1,5454
Dólar x Real = - 0,9600% = 1,7430
Real x Euro = + 1,0060% = 2,3515
No passado mais distante, quando não havia falta de ativos para se investir, uma elevação na taxa de juros tinha impacto direto nos preços das ações cotadas em bolsa. Ultimamente, esta não tem sido a reação dos mercados acionários, que “ignoram” estas regras básicas e não respondem aos aumentos de taxas de juros com redução nos preços das ações. Parece porém que ontem, a perspectiva clara de aumento dos juros básicos que deverá ocorrer na próxima quarta feira, dia da reunião do COPOM, o mercado acionário sentiu a provável elevação dos juros, tendo uma natural queda nos seus preços. A estimativa da maioria dos analistas é que o Comitê de Política Monetária irá subir a taxa básica de juros em 0,75%. A toda ação cabe uma reação inversa e proporcional.
Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,92%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,743.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,3355..
Risco Brasil ficou em 176 pontos.