O pequeno (em termos econômicos) vulcão das Koreas volta a jogar cinzas no ar. De tempos em tempos a Korea do Norte, país pobre cuja população vive alienada do mundo, causa alguma agitação, seja por ameaçar soltar suas bombas na região, seja por atacar sua irmã do sul. Normalmente não deve haver nenhum poder maior de destruição nessa erupção do momento. Mas, não faltarão analistas projetando o fim do mundo caso as Koreas troquem alguns tiros na fronteira entre os dois países. Melhor será que essas tensões abram espaço para o diálogo e, quem sabe, para a reunificação das Koreas. Muito mais difícil era reunificar a Europa Ocidental com a Oriental, fato que ocorreu e que hoje já faz parte do passado. Embargos da Korea do Sul contra a do Norte podem ser superados pela China, parceiro de umas das últimas fronteiras comunistas do mundo.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,23%.
Barril de petróleo para julho fechou em baixa, cotado a US$ 68,75.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 0,3100% = 1,2374
USDJPN = - 0,1900% = 90,330
GBPUSD = + 0,2600% = 1,4437
USDBRL = + 0,2100% = 1,8660
EURBRL = - 1,3800% = 2,2816
A pouca transparência e a alta concentração do mercado de cambio brasileiro permite, obviamente para poucos, manipular a taxa de câmbio e claro, obter ótimos resultados em tesouraria. Aquelas pessoas, físicas ou jurídicas, que compram ou vendem cambio, sacado ou não, para fazer frente a seus compromissos com o exterior, são jogadas de um lado para outro, sem saber o que fazer que não seja sair do mercado e esperar que o “jogo” termine. O Banco Central, guardião da nossa moeda, que zela pela transparência para evitar a especulação, acaba nesse momento sendo a principal fonte de suporte para esses “operadores”. Essa semana, excepcionalmente, uma operação grande de compra de câmbio está sendo realizada, e isso tem ajudado a puxar a demanda para cima. É claro que não é só o mercado a vista que marca a taxa cambial. As operações futuras, entre outros fatores, ajudam a propor uma direção para a cotação, o que nem sempre funciona.
Seguindo a tendência mundial de hoje, os mercados devem ser positivos. .
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 1,22%.
Dólar fechou com pequena valorização, cotado a R$ 1,866.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2816.
Risco Brasil subiu para 247 pontos.