Mais uma vez a consistência da moeda do Bloco Europeu entra em fase de “teste de resistência”, com a crise irlandesa puxando esta nova rodada de incertezas no velho continente. Há uma grande preocupação do Ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Scäuble, com relação à flexibilização quantitativa (US$ 600 bilhões), aprovada recentemente pelo FED, para acelerar a economia americana, informa a CNN. O euro será fortemente pressionado caso Portugal e, principalmente a Espanha, precisem de ajuda nos próximos meses. A Inglaterra e a Suíça (fora do euro), entre outros, estão assistindo de binóculo o desenrolar da crise no ambiente da moeda européia, com um maroto e discreto sorrisinho no canto da boca.
Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Tókio cai.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,27%.
Barril de petróleo para dezembro fechou cotado a US$ 81,02.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,3370
USDJPN - 83,170
GBPUSD - 1,5769
USDBRL - 1,7330
EURBRL - 2,3217
Como as Bolsas Asiáticas e Européias se comportaram melhor hoje, e com os dados positivos e mais animadores da economia americana, o reflexo poderá ser bom para a Bolsa brasileira. Os fogos de artifício, “figurativos” da Irlanda e os “reais” das Koreas, iluminam a noite do mercado financeiro mundial. Por aqui, o dólar deve caminhar na direção de R$ 1,70 até o final do ano, ponto assimilado pelo mercado como confortável para esse momento.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 2,41%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,733.
Euro fechou cotado a R$ 2,3217.
Risco Brasil fechou em 185 pontos.