É positiva a reunião que o secretário do tesouro americano, Timothy Geithner, faz com as autoridades chinesas essa semana em Pequim. O tema é melhorar e equilibrar as relações comerciais entre as duas nações. Claro que o governo Obama vai insistir na questão da desvalorização do iuan e a China vai fazer de conta que o assunto não é com ela. O fato importante é que a economia americana vem melhorando. A chinesa, embora com alguns problemas, continua forte e, junto com outras economias emergentes e a Austrália (um exemplo no meio da crise entre os desenvolvidos), devem ajudar a Europa a sair das atuais dificuldades.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas, Xangai sobe forte.
Índice Dow Jones fechou sexta em alta de 1,25%.
Barril de petróleo para junho fechou em alta, cotado a US$ 70,01.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 0,9900% = 1,2587
USDJPN = + 0,5600% = 89,990
GBPUSD = + 0,8900% = 1,4483
USDBRL = 0,0000% = 1,8590
EURBRL = - 1,3228% = 2,3592
Dá uma grande inveja aos brasileiros quando um movimento de agricultores na França “enfeita” a Champs-Elysées com 12 kms de frutas, verduras e outros produtos agrícolas para protestar, certo ou errado, contra a política do governo. Lá, eles fazem um gigantesco e pacífico protesto, mostram sua capacidade de produção, para chamar a atenção às dificuldades que enfrentam. Aqui, temos o MST. O que isso tem a ver com o mercado financeiro? Apesar dos enormes problemas de infra-estrutura, dos políticos e MSTs, é o setor agrícola brasileiro que, há muito tempo, aumenta sua produtividade a cada ano e empurra nossas exportações, garantindo superávits comerciais, com ou sem taxa de câmbio desvalorizada.
Índice Bovespa encerrou o dia de sexta-feira em alta de 3,55%.
Dólar fechou sexta estável, cotado a R$ 1,859.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,3284.
Risco Brasil subiu para 243 pontos.