Característica de modelos centralizados, a falta de transparência do governo socialista grego, que maquiou suas contas públicas e levou o país a ser o maior problema da Europa no pós crise financeira, viu agravada sua situação nos últimos dias. Com o déficit público em 13,6% do PIB, a Grécia vê as taxas de juros para empréstimos ao país subir a números, talvez, impagáveis. É bastante complicado resolver o problema grego (115,1% do PIB de dívida), sem causar um razoável desconforto no mundo político e financeiro Europeu. As cinzas gregas pairam no ar Europeu. Uns dizem que podem causar algum problema nas turbinas da economia do bloco. Outros entendem que nada acontecerá. O certo é que dentro de algum tempo serão apenas cinzas do passado.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas encerram a semana em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,08%.
Barril de petróleo para junho fechou estável, cotado a US$ 83,65.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = + 0,3000% = 1,3397
Dólar x Yene = + 0,2000% = 93,350
Dolar x Libra = + 0,3000% = 1,5043
Dólar x Real = + 0,6800% = 1,7630
Real x Euro = + 0,8300% = 2,3296
Não parece provável que hoje o mercado financeiro tenha qualquer reação com relação ao que vai acontecer com nossa taxa básica de juros na reunião do COPOM, da próxima semana. Com a Grécia aceitando a ajuda do FMI e da Europa, e não surgindo nenhuma novidade ruim no processo de ajuda aos gregos, os mercados devem ter um dia ameno e positivo também aqui no Brasil.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,10%.
Dólar encerrou o dia de ontem em alta, cotado a R$ 1,763.
Euro fechou em queda, cotado a R$ 2,3296.
Risco Brasil subiu para 179 pontos