“Líbia, como vamos pagar por isto?”, é a manchete da CNN, chamando a atenção para os gastos que os americanos terão com a ação militar dos aliados em território líbio. “Não só o Congresso não autorizou os ataques militares à Líbia, como a constituição exige, mas também o custo para os contribuintes americanos será substancial”, disse o deputado republicano Justin Amash, concluindo: “nós não podemos gastar dinheiro que não temos em uma guerra que não precisamos”. A intenção americana foi de uma intervenção de curto prazo, cirúrgica, para equilibrar as forças beligerantes. Difícil dizer se essa “intromissão” é correta e justa. Resta saber agora se vai ser possível estancar a “hemorragia” gerada pela ação das forças ocidentais no território Líbio.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em baixa de 0,15%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 104,00.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4210
USDJPN - 80,980
GBPUSD - 1,6381
USDBRL - 1,6610
EURBRL - 2,3604
Só uma inteligência “superior” pode compreender o Brasil e seu custo de ineficiência. Não é necessário falar sobre nossas “riquezas” naturais. Sem terremotos, tsunamis, vulcões, etc. Terra farta e fértil. Maturidade demográfica a vista, sem frio extremo e com muita água e sol. Povo pacato e dócil, embora indolente. Bonito por natureza de norte a sul, de leste a oeste. Acontece que o país é assolado pelo flagelo da falta de cultura, de educação, de civilidade e de vergonha na cara. País da lei do Gerson, do “esperto” que leva vantagem em tudo. A máquina pública é um paquiderme de tamanho imenso, pesado e ineficiente, tão grande quanto ou maior que sua arrogância, presunção e desrespeito ao cidadão e aos seus próprios códigos de ética. Uma enorme quantidade de “cidadãos autoridade”, para “carimbar” papel do permito ou não permito, autorizo ou não autorizo, à custa do bolso alheio. São os guardiões da moralidade. “Autoridades”, com direito a dizer o que quiser, se quiser e quando quiser. Há também os bons, que cumprem sua função de atender a todos sem distinção, com dignidade e que zelam pelo bem do país, mas infelizmente são poucos. Juntos com políticos são um escárnio a nação e fazem de Brasília, pasmem, a maior renda per capita do país. E nós sabemos o que lá se produz. São criminosos os valores pagos pela previdência dos funcionários públicos, frente aos aposentados do INSS. Não se respeita nada nem ninguém, a não ser que se tenha poder. Como melhorar e evoluir em um país onde por “dez tostões” se compra a vontade do povo ou se alimenta sua ignorância? O que adianta uma imprensa livre se a grande maioria da população não consegue compreender um texto simples ou se expressar com um mínimo de clareza? Acusa-se sem provas, condena-se sem justiça. No Brasil não há a presunção da inocência, acusar da mais ibope. Somos um país de cegos, surdos e mudos. Nação da corrupção endêmica, do conchavo ou o que de mais baixo o termo possa significar. É uma vergonha deixar para filhos e netos um país cada vez mais “ignorante por natureza”. Nossa pobreza é moral.
Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 1,33%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,661.
Euro fechou cotado a R$ 2,3604
Risco Brasil fechou em 174 pontos.