Segundo matéria do New York Time, o fundo monetário Internacional tinha como preceito básico a certeza que manter a inflação baixa e permitir que o dinheiro flua livremente através das fronteiras internacionais era uma virtude das economias desenvolvidas. Duas pesquisas recentes feitas com economistas do FMI têm questionado a solidez desse conselho, argumentando que um pouco mais de inflação e restrição sobre a circulação de capitais podem ajudar a sair da turbulência financeira atual. Traduzindo, o que era bom ontem pode não ser bom hoje, mas voltar a ser bom amanhã?! Como o livro O Andar do Bêbado de Leonard Mlodinow, é o aleatório que afeta nossas vidas, entenderam?
Bolsas européias abrem entre pequenas altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Hong Kong encerra seu pregão em alta.
Índice Dow Jones encerrou ontemem alta de 0,09%.
Barril de petróleo para março encerrou o dia em alta, cotado a US$ 80,36.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,0040% = 0,7352
Dolar x Libra = 0,0000% = 1,5458
Yene x Dólar = + 0,3300% = 91,300
Real x Dólar = + 0,9800% = 1,8030
Real x Euro = + 0,6100% = 2,4500
A previsão do relatório Focus do Banco Central (mediana da opinião de diversos agentes do mercado sobre tendências e expectativas das varias taxas do mercado financeiro), que a inflação deva ser este ano (4,86%) um pouco maior que a do relatório anterior (4,8%), pressupõe o uso de dois instrumentos mais imediatos para devolver o ritmo da inflação para o centro da meta (4,5%), determinada pelo governo: a primeira é aumentar novamente os depósitos compulsórios e a segunda é a elevação das taxas de juros. A primeira reduz dinheiro em circulação e a segunda aumenta seus custos. Ambas têm funcionado bem contra o mal maior que é o aumento da inflação.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,35%.
Dólar encerrou o dia em queda, cotado a R$ 1,803.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,45.
Risco Brasil subiu para 209 pontos.