O FED (Banco Central Americano) manteve a taxa de juros próxima de zero. Como anteriormente, deixou claro que os juros deverão continuar no atual patamar por um longo tempo. Não parece provável que juros nesse nível sejam suficientes para ativar uma economia assustada como a americana. Fica, entretanto, bastante evidente que de um lado os USA vão tentar manter o dólar baixo para alavancar as exportações e o emprego, e do outro que vão continuar pressionando a China a valorizar o Yuan. Atualmente a desvalorizada moeda chinesa é o inimigo número um do comércio mundial, mas não para os herdeiros de Máo Tse Tung.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em alta, Tókio cai.
Índice Dow Jones fechou ontem estável com + 0,07%.
Barril de petróleo para outubro fechou cotado a US$ 73,52.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1, 3243
USDJPN - 85, 120
GBPUSD - 1, 5622
USDBRL - 1, 7160
EURBRL - 2, 2686
Com ou sem a ameaça de Fundo Soberano ou outros fogos de artifício cambial, o dólar perdeu um pouco mais de força no dia de ontem. Talvez pressionado pontualmente por um ingresso mais forte de capital, que já soma no mês de setembro (até dia 17) mais de US$ 11 bilhões. Há aqueles que apostam numa desvalorização do real pós ingresso de recursos em Bolsa. Há também os que acreditam que o bom momento do Brasil deve continuar alimentando investimentos de poupança externa e assim ajudando a manter o real valorizado. Há conferir.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,69%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,716.
Euro fechou cotado a R$ 2,2686.
Risco Brasil fechou em 210 pontos.