O The Japan News faz uma interessante avaliação da Índia no contexto mundial e regional, em contraponto a China. Destaca sua dificuldade em lidar com os problemas políticos de sua região, embora tenha força suficiente para enfrentar as questões, por exemplo, do Paquistão. Mas principalmente demonstra a pouca expectativa dos hindus, por “falta de meios e de ambição”, de querer confrontar poder no mundo contemporâneo. Essa não é, definitivamente, a vocação do país de Gandhi, que não se sente bem como “grande poder” emergente. Assim, a Índia, maior democracia do mundo, é uma nação amena e politicamente consolidada, parecendo ser também uma boa e segura opção de investimento para o capital estrangeiro.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,07%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 83,68.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = - 0,3500% = 1,3392
Dólar x Yene = - 0,2000% = 93,180
Dolar x Libra = + 0,2100% = 1,5412
Dólar x Real = - 0,1700% = 1,7510
Real x Euro = + 0,3700% = 2,3490
O FMI, em seu relatório pré-assembléia do Fundo e Banco Mundial, a ser realizado no próximo fim de semana, elevou sua projeção para o PIB brasileiro, estimando um crescimento de 5,5% para esse ano. Provavelmente, na próxima medição, o Fundo Monetário Internacional irá aumentar novamente sua atual previsão. Seguindo no atual caminho de grande aquecimento da economia, o Brasil irá enfrentar, ou já está enfrentando, dificuldades com o aumento dos preços internos e a falta de oferta de produtos. Este é um filme conhecido e que requer medidas precisas para o país fugir do fantasma da inflação. Vamos conferir sua preocupação, na semana vem, quando acontecerá a próxima reunião do COPOM.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,32%.
Dólar encerrou o dia de ontem em baixa, cotado a R$ 1,751.
Euro fechou em queda, cotado a R$ 2,349.
Risco Brasil subiu para 176 pontos.