Em matéria publicada na BBC de Londres, o ex-ministro das finanças alemão Theo Waigel, tido como o principal arquiteto do euro, sentenciou, ao analisar a atual crise, que “eu acho que os países, incluindo a Alemanha, têm que explicar para as pessoas que durante os próximos 10 ou 15 anos o principal problema a ser resolvido é o da redução dos déficits e dívidas. Caso as pessoas não estejam dispostas a aceitar as medidas necessárias para fazer essa correção, então o país tem que deixar a zona do euro”. Este parece ser o diagnostico mais correto sobre o atual momento europeu, mas o prazo do aperto deverá ser mais curto.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Tókio cai.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,74%.
Barril de petróleo para agosto fechou cotado a US$ 77,32.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,2885
USDJPN - 87,580
GBPUSD - 1,5272
USDBRL - 1,7720
EURBRL - 2,3178
No ritmo das discussões políticas sobre haver ou não jogo da copa de 2.014 em São Paulo, o COPOM, distante dessas marolas de interesses, divulgará a nova taxa básica de juros. Embora seja sedutor cair na simpatia de uma elevação menor dos juros, a prudência e segurança indicam uma alta de 0,75 pontos percentuais. Apesar da capacidade dos mercados de antecipar fatos, sempre fica a expectativa de, havendo uma mudança no rumo da decisão do Comitê de Política Monetária com relação a “dose” do remédio para inibir a demanda, sobrar uma instabilidade capaz de provocar volatilidade nos preços dos ativos financeiros.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 1,84%.
Dólar encerrou o dia estável, cotado a R$ 1, 7720.
Euro fechou estável, cotado a R$ 2,3178.
Risco Brasil fechou em baixa, a 218 pontos.