Segundo matéria publicada na CNN e assinada por Paul R. La Monica, os Estados Unidos não terão os mesmos problemas deflacionários da última década no Japão. Sua lógica é baseada basicamente no aspecto demográfico e suas diferenças. Por um lado, o Japão tem uma população de idosos, com mais de 65 anos (dobrou entre 1990 e 2008), muito maior que a dos USA, onde praticamente ficou estável nesse período. Entende ele que com a alta taxa de fertilidade americana e o aumento da imigração, essa população mais jovem, muito mais consumista que a mais velha, empurrara a atividade econômica para frente. Colocado de lado o ufanismo do articulista, característica do povo americano, sobra a constatação ou não da vontade maior de gastar dos jovens contra os velhos.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem com pequena alta de 0,09%.
Barril de petróleo para setembro fechou cotado a US$ 75,19.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1, 2860
USDJPN - 85, 460
GBPUSD - 1, 5602
USDBRL - 1, 7510
EURBRL - 2, 2497
Com uma quinta feira animada e positiva nas bolsas mundiais, e sempre de olho no ritmo das Bolsas americanas, parece provável que o mercado brasileiro também tenha um bom dia na BMFBOVESPA.
No mercado de cambio, com o dólar ainda andando para trás frente ao iene no fechamento do mercado asiático, parece provável que a moeda americana continue patinando no lugar. Também aqui no Brasil a tendência é de manutenção da pouca força do dólar, sempre com a ajuda do Banco Central para evitar muita volatilidade frente ao Real.
Bovespa encerrou o dia ontem com pequena alta de 0,08%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1, 7510.
Euro fechou cotado a R$ 2, 2497.
Risco Brasil fechou em 197 pontos.