Parece que a certeza com relação à fragilidade européia, puxada pela situação financeira das contas públicas de Portugal, Grécia, Espanha e Irlanda, está dando lugar à convicção que o pior já passou e agora é hora de voltar a confiar na capacidade que os países da Europa têm para enfrentar crise econômica. A pouca atividade da economia americana está enfraquecendo o dólar frente ao iene e ao euro, entre outras moedas. Para o Le Monde, a dúvida sobre a força do bloco europeu e sua capacidade de união e de articulação está se dissipando e o risco de ataques especulativos sobre a moeda européia já não preocupa tanto.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Xangai sobe.
Índice Dow Jones fechou sexta-feira em baixa de 2,52%.
Barril de petróleo para agosto fechou cotado a US$ 75,86.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,2929
USDJPN - 86,750
GBPUSD - 1,5305
USDBRL - 1,7800
EURBRL - 2,2916
A semana começa com a expectativa do mercado sobre a decisão do COPOM para a nova taxa básica de juros a ser divulgada esta semana. Embora o mês de maio tenha sinalizado uma redução da demanda, segundo dados coletados pelo BC, a sensação de aquecimento da economia brasileira persiste. Não seria nada prudente o Banco Central alterar o ritmo de elevação dos juros nessa próxima reunião. Apesar das vozes discordantes, a maioria dos analistas espera uma nova elevação de 0,75 pontos percentuais. O certo é que os mercados deverão ficar agitados por conta das várias “interpretações” e dúvidas sobre se haverá ou não uma mudança na “dose do remédio” a ser usada para conter a euforia do consumo.
Índice Bovespa encerrou o dia de sexta em baixa de 1,81%.
Dólar encerrou o dia de sexta-feira em alta, cotado a R$ 1,780.
Euro fechou estável, cotado a R$ 2,2916.
Risco Brasil fechou em alta, a 225 pontos.