Segundo a revista Fortune, a China pode estar dentro de uma bolha com razoável poder de destruição. Os preços ao consumidor estão em alta, o dos imóveis crescendo acima de dois dígitos e a oferta de moeda está muito acelerada. Assim, o fim do filme é o aumento da inflação. Como parece que o governo centralizado chinês enxerga esses problemas, e pode tomar decisões fortes agrade ou não a sua população, o risco de grande desequilíbrio provavelmente será mitigado, para o bem da estabilidade mundial que não gostaria de mais dificuldades nesse momento.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,08%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 68,32.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = - 1,7800% = 1,2176
USDJPN = + 0,5700% = 92,060
GBPUSD = - 1,3500% = 1,4286
USDBRL = + 0,5500% = 1,8200
EURBRL = - 0,3300% = 2,2232
A noticia da liberação de uma parcela da ajuda financeira a Grécia manteve os mercados brasileiros calmos ontem no período da manhã. À tarde com os preços do petróleo caindo e as sempre oportunistas interpretações diárias (dos comprados) sobre os “novos” efeitos da crise na Europa, os mercados inverteram a tendência e o dólar, que caía mais de um por cento na parte da manhã, passou a subir (claro que sempre com a sabida liquidez dada pelas compras diárias do Banco Central). A Bolsa que operava positiva, também se desvalorizou ao longo do dia. Com os mercados asiáticos fechando em baixa e a Europa operando negativa, é provável que os mercados brasileiros sejam também contagiados e tenham um dia negativo nas Bolsas e no câmbio.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 3,22%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,820.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,2232.
Risco Brasil subiu para 222 pontos.