À decisão do Federal Reserve de elevar a taxa de juros cobrada para os empréstimos de curto prazo aos bancos, deu um pequeno impulso à saúde do dólar. Segundo o New York Times, em comentário de Ben S. Bernanke, este foi um pequeno passo na direção da retomada da normalidade da economia americana. Para Randall Kroszner, ex-governador do FED, “esta é uma mudança técnica que faz sentido como uma condição prévia para outras mudanças, mas não é um precursor de mudanças em curto prazo”. Parece que a decisão do FED ajudou no aquecimento global do dólar e no degelo da calota polar do euro, que na verdade não anda precisando de apoio externo para derreter.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Xangai encerra seu pregão em alta.
Índice Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,81%.
Barril de petróleo para março encerrou o dia em alta, cotado a US$ 78,24
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,004 0% = 0,7395
Libra x Dolar = 0,0000% = 0,6410
Yene x Dólar = - 0,5700% = 91,810
Real x Dólar = - 0,2700% = 1,8210
Real x Euro = - 0,1000% = 2,4650
O saldo de US$ 526 milhões no movimento de cambio até dia 12 de fevereiro ocorreu em função de resultado positivo nas operações financeiras já que, neste mesmo período, tivemos déficit na balança comercial da ordem de US$ 1,661 bilhões, que foi compensado com um saldo de US$ 2,187 bilhões na conta financeira. Mais ou menos a metade do saldo positivo (US$ 257 milhões) o Banco Central retirou do mercado através dos seus leilões de compra. É hora de ficar com um olho no peixe (saldo negativo na balança comercial) outro no gato (cotação do dólar).
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 0,82%.
Dólar encerrou o dia de quarta feira em queda, cotado a R$ 1,821.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,49.
Risco Brasil caiu para 206 pontos