O não muito representativo PIB nominal da Irlanda, em 2.009, foi de US$ 227,4 bilhões (38ª lugar), menor que o grego e do mesmo tamanho do português. Têm uma população de 4,2 milhões de habitantes (124ª lugar), e uma renda per capita de US$ 45.100,00 (11ª do mundo). É certo que o sistema bancário irlandês sofreu e ainda sofre com os efeitos da crise que se abateu sobre o mundo. O que chama positivamente a atenção é o esforço demonstrado, de forma pública, pela autoridade da comunidade européia que o bloco está pronto para ajudar, caso a Irlanda solicite apoio financeiro. Fica claro que as autoridades da zona do euro temem um fracasso da moeda e reagem a qualquer risco que ameace sua estabilidade. Assim está dado o sinal para que Espanha e Portugal também arrumem a casa ou vão receber os mesmos desagradáveis remédios que os gregos estão tomando, o que a Irlanda também não quer.
Bolsas européias operam em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,14%.
Barril de petróleo para dezembro fechou cotado a US$ 80,86.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,3531
USDJPN - 83,300
GBPUSD - 1,5905
USDBRL - 1,7240
EURBRL - 2,3483
Os ventos positivos vindos da Europa e Ásia devem animar os mercados financeiros nas Américas. As Bolsas fecharam em alta na Ásia e operam em alta na Europa. O dólar perdeu força hoje nas principais praças asiáticas e opera anêmico no velho continente. Naturalmente é sempre de bom senso espiar o que vai ocorrer com o dia da maior economia do mundo. Embora não pareça provável hoje, sobra força ao Tio Sam para mudar a tendência e o rumo dos mercados. Como sempre, no sistema financeiro, a prudência indica que se tenha um olho no padre e outro na missa.
Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 0,75%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,724.
Euro fechou cotado a R$ 2,3483.
Risco Brasil fechou em 175 pontos.