É verdade, continua pairando uma nuvem cinzenta sobre a economia mundial, mas podemos olhar essa situação de maneiras diferentes. A visão “apocalipse” de uma parte dos analistas e economistas olha os riscos dos grandes déficits como um monstro que continua a rugir e vai matar a todos e em todos os lugares. De outro lado existem aqueles que entendem as dificuldades do momento, mas também enxergam soluções e melhorias dos instrumentos causadores da atual crise. Esse é mais um “momento” das economias mundiais que já viram muitos países quebrados e hoje vêem esses mesmos países fortes em meio à crise. Cidades e países inteiros passaram por guerras que os destruíram completamente e desolaram milhões de pessoas e que depois foram líderes mundiais e exemplos de prosperidade. Fico com o olhar otimista, porém responsável, que a nuvem passa e o sol volta a brilhar.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Japão sobe.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 1,01%.
Barril de petróleo para setembro fechou cotado a US$ 75,51.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1, 2887
USDJPN - 85, 540
GBPUSD - 1, 5589
USDBRL - 1, 7530
EURBRL - 2, 2584
O aumento da arrecadação de impostos, como mostram os números divulgados pela Receita Federal (R$ 450 bilhões até julho), uma alta real de 12,225% sobre o mesmo período de 2.009, mostra que as medidas tomadas pelo governo brasileiro para a redução da atividade econômica ainda não fizeram efeito. Como é sabido, quando freiamos o carro, ele vai parar só alguns metros à frente. Embora este seja um bom problema, contrário a parte das economias mundiais que tenta e não consegue acelerar a atividade de suas economias, devemos entender que ainda são complicados os caminhos para que o nosso crescimento seja sustentável.
Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 1,32%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1, 7530.
Euro fechou cotado a R$ 2, 2584.
Risco Brasil fechou em 198 pontos.