Quando olhamos o caixa (disponibilidade fiscal) de cinco países da zona do Euro (são 16 paises no total) para fazer frente a seus endividamentos, percebemos que nenhuma economia do bloco deverá passar ao largo da crise sem sentir, ao menos um pouco, a fase dois da crise mundial (efeitos da gripe americana sobre a saúde da Europa Unida), que atinge em cheio o coração do euro e pode abalar as raízes e a estabilidade deste casamento. Os espirros Europeus certamente vão atravessar o “pacifico” e trazer uma marolinha para nossa costa.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Tókio encerra seu pregão em alta.
Índice Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,49%.
Barril de petróleo para março encerrou o dia em alta, cotado a US$ 76,44.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,0010% = 0,7362
Libra x Dolar = + 0,0034% = 0,6410
Yene x Dólar = - 0,4200% = 90,750
Real x Dólar = - 1,6600% = 1,8260
Real x Euro = - 1,6000% = 2,4900
Com o inicio do ano marcado para esta quinta-feira pós-carnaval (desde que não fique para depois da Copa do Mundo de Futebol), vamos torcer para que as cinzas da quarta-feira Européia fiquem nas águas do atlântico, mas se aproximem o suficiente da nossa costa para reforçar o aviso que será necessário muita seriedade por parte da autoridade monetária máxima (governo) na condução da nossa política fiscal, principalmente em ano de eleição quando a gastança tende a ficar exacerbada, para podermos passar com poucas baixas pelo verdadeiro corredor polonês que esta crise contemporânea criou.
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 2,17%.
Dólar encerrou o dia de quarta feira em queda, cotado a R$ 1,826.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,49.
Risco Brasil caiu para 210 pontos