O epicentro do terremoto financeiro que atingiu a Europa foi na Grécia, mas seus efeitos agora balançam as estruturas portuguesas. Enquanto isso, o terremoto que atinge o mercado financeiro Chinês foi um crescimento do PIB de 11,9% no primeiro trimestre de 2.010, em comparação com um ano atrás, segundo o Escritório Nacional de Estatística da China. Os dois abalos foram importantes, mas parece que o da China, ao menos nesse momento, não deixará vítimas.
Bolsas européias abrem indefinidas entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,19%.
Barril de petróleo para maio fechou com pequena baixa, cotado a US$ 85,48.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = + 0,6000% = 1,3573
Dólar x Yene = - 0,2000% = 93,060
Dolar x Libra = - 0,2000% = 1,5495
Dólar x Real = - 0,1700% = 1,7520
Real x Euro = + 0,3000% = 2,3749
A cotação da moeda americana tendia a terminar o dia de ontem abaixo de 1,74 reais por dólar, quando o Banco Central fez um segundo leilão de compra, coisa que não fazia desde 2.007, e puxou a taxa para cima no seu fechamento. A autoridade monetária “marca” cada vez mais sua preferência por uma taxa de câmbio em torno de R$ 1,80 para o Real frente ao dólar americano. Assim, caminhamos para uma elevação da taxa de juros na próxima reunião do COPOM.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,72%.
Dólar encerrou o dia de ontem em baixa, cotado a R$ 1,752.
Euro fechou em queda, cotado a R$ 2,3749.
Risco Brasil ficou estável em 168 pontos.