Apesar dos tímidos números de recuperação da economia americana, sobram desconfianças de que há ainda um longo caminho a percorrer, até que os dados positivos da atividade econômica possam contagiar todas as pessoas e agentes do mercado mundial. Segundo noticias vindas de Paris e publicadas no The New York Times, a agencia de rating Moody’s teria sugerido que os Estados Unidos estariam próximos de um downgrade (rebaixamento) em seu grau AAA de credito.É certo que para fazer frente ao serviço da dívida americana será necessário um aumento da arrecadação via aperto tributário, coisa que nem americano nem ninguém gosta.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones fechou em alta de 0,16%.
Barril de petróleo para abril fechou em baixa, cotado a US$ 79,65.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,7000% = 0,7310
Yene x Dólar = + 0,0900% = 90,490
Dolar x Libra = + 1,0000% = 1,5053
Real x Dólar = 0,0000% = 1,7630
Real x Euro = + 0,4890% = 2,4123
O mercado brasileiro está andando de lado, a espera da divulgação da nova taxa básica de juros, que não deverá ter nada de “nova”, mas continuar sendo a mesma (8,75% AA), já adotada no passado. Sem novidades que estimulem os agentes de mercado a adotar caminhos diferentes para suas posições de investimento, ficam todos dançando meio de ladinho e no lugar. Enquanto o mercado financeiro procura emoção para ficar agitado, do lado político sobram incertezas; o queijo suíço do Brasil está sendo comido pelas beiradinhas, cheio de furos, cada vez menor para a cada vez maior quantidade de ratinhos, mas o mercado parece que ainda não percebeu ou está fazendo de conta que não vê.
Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,46%.
Dólar encerrou o dia estável, cotado a R$ 1,763.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4123.
Risco Brasil fechou no mesmo nível de 187 pontos.