O The Latin America Chine Investor Forum, que está acontecendo em Pequim, convida os investidores chineses a conhecer as oportunidades de negócios que este outro lado do mundo tem. Não há dúvida quanto ao fato que, basicamente pela oferta de commodities, a região complementa bem as necessidades chinesas. Também é certo que a “máquina” que puxa este trem chama-se Brasil. Fica a questão, muito mais complexa, da lógica “Chavesbolivariana” que dá suporte a inconsistência regulatória latino americana. Logo, investimentos de capital em uma região onde a certeza que os contratos serão respeitados não existe, vai depender do apetite ao risco de se investir em ambientes populistas.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em alta, Xangai cai.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,17%.
Barril de petróleo para outubro fechou cotado a US$ 76,77.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1, 3028
USDJPN - 83, 110
GBPUSD - 1, 5576
USDBRL - 1, 7060
EURBRL - 2, 2218
Não parece haver, no horizonte do mercado financeiro, nenhuma novidade que possa alterar o rumo dos últimos dias. A Bolsa, caso não aconteça nenhum grande susto regulatório, deve seguir seu caminho positivo. No mercado de câmbio, o dólar sem forças atingido por um processo de anemia após o surto da gripe “sub prime”, deve continuar com carinha de doente, com um termômetro colocado na boca para medir a temperatura da recuperação da economia americana. Enquanto isso, o Dr Banco Central do Brasil vai “medicando” diariamente a moeda americana, para tentar impedir seu enfraquecimento.
Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,50%.
Dólar encerrou o dia com leve baixa, cotado a R$ 1,7060.
Euro fechou cotado a R$ 2,2218.
Risco Brasil fechou em 214 pontos.