Esta será uma semana irritadiça para o mercado financeiro que saberá se o FED irá ou não mexer na taxa de juros. Apesar de haver uma clara e anunciada expectativa de manutenção dos juros perto de zero por cento, não podemos descartar totalmente uma mudança de direção por parte das autoridades monetárias americanas. Hoje em dia não basta os Bancos Centrais aumentarem ou não suas taxas de juros; cabe “interpretar” os argumentos que serão divulgados para lastrear suas decisões, e aí, os mercados vão se posicionar em uma ou outra direção. Não podemos esquecer que entre os interpretadores de plantão há também aqueles (especuladores) que apostam contra as tendências, enfumaçando, por vezes, a correta visão da melhor direção a seguir. È claro que a inflação também já preocupa os americanos.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou sexta em alta de 0,12%.
Barril de petróleo para abril fechou em baixa, cotado a US$ 80,96.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,6000% = 0,7264
Yene x Dólar = 0,0000% = 90,500
Dolar x Libra = - 0,8000% = 1,5187
Real x Dólar = + 0,2800% = 1,7630
Real x Euro = - 0,3685% = 2,4241
Aqui na terra do samba e do futebol, com menos tensão que em outros países, saberemos esta semana se a autoridade monetária irá ou não aumentar a taxa básica de juros. Parece que as maiores apostas são no sentido da manutenção dos juros em 8,75% ao ano, já que a inflação, embora com tendência de alta (5%), ainda não descolou totalmente do centro da meta que é de 4,5% para este ano. Apesar do nervosismo que será “criado” por muitos agentes do mercado, é provável que continuemos navegando em mar calmo.
Índice Bovespa encerrou o dia sexta-feira em baixa de 0,78%.
Dólar encerrou o dia de sexta-feira em baixa, cotado a R$ 1,763.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,4241.
Risco Brasil caiu para 187 pontos.