Cortar os US$4 trilhões da dívida ao longo de 12 anos é o que propõe o presidente Obama para equacionar as dificuldades que se apresentam para a economia americana. Ao falar porque a redução da dívida é fundamental, disse o presidente: "em 2025 a quantidade de impostos pagos será sufucuente para financiar apenas nosso programa de saúde, segurança social e serviço da dívida. Será isto. todas as outras prioridades da nação como, educação, transportes, segurança nacional, terão que ser pagas com dinheiro emprestado". E prosseguiu, "esta é uma visão real de nossas possibilidades de ainda poder investir no futuro, na segurança dos cidadãos, no futuro de nossas crianças." Certa ou errada, otimista ou pessimista, a palavra do presidente americano é, antes de qualquer coisa, um aviso que a situação tributária ficará apertada nos próximos anos. Os americanos vão passar por um longo período de ajustes, mas parece que eles têm uma clara percepção disso.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Tókio tem leve alta.
Índice Dow Jones operou ontem estável com +0,06%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 107,11.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4437
USDJPN - 83,860
GBPUSD - 1,6267
USDBRL - 1,5890
EURBRL - 2,2958
Parece que definitivamente a política de câmbio flutuante faz parte do nosso passado. O real "flutua" no mercado, de acordo com a lei da oferta e da procura de alguns poucos privilegiados. Será que essa situação interessa para alguém ou algum grupo? Com poucas instituições operando, fica muito facíl jogar a moeda para um lado só. Está mais que na hora de se acabar com os privilégios das confrarias que fazem o que querem com certos ativos, como a taxa de cambio, que alimenta poucos em detrimento de muitos. Claro que há arcabouço de fundamentos que "indica" uma direção. Não é disto que estamos falando. Falamos da modernidade de um ambiente aberto, como, por exemplo, o mercado mundial de Forex (o maior mercado do mundo), onde não há como manipular absolutamente nada. Qualquer instituição por maior que seja, é pequena nesse ambiente. O Brasil, apesar de todo o esforço para regularizar o Forex aqui, está assistindo as mudanças que ocorrem em todo o mundo. Enquanto isso a autoridade monetária continua "estudando" se autoriza ou não essas operações, em uma velocidade paquidérmica. Como pesa para o país o "custo" desse elefante chamado máquina pública. E quem paga essa conta, como sempre, somos todos nós.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,61%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,5890.
Euro fechou cotado a R$ 2,2958
Risco Brasil fechou em 170 pontos.