Segue o caminho de valorização gradual da moeda chinesa (Yuan). Na Europa, o euro se aproxima de US$ 1,43 (dólares por euro). O barril de petróleo Brent (mar do norte) passou dos US$ 120,00 dólares, nível de agosto de 2.008, e já se especula com preços mais altos, segundo o Irã, maior produtor de petróleo do mundo (4,2 milhões de barris dia). Essas são informações que devem ser consideradas quando olhamos o quadro de tendências que deve direcionar as economias nos próximos dias. Enquanto os Estados Unidos prevêem um crescimento de 2,4% para este ano, a China projeta 9,6%, a Índia 8,2%, a Rússia 4,8% e o Brasil 4,5%. O Japão passará por problemas no curto prazo (caso diminuam as incidências e conseqüências das atividades destruidoras da natureza por lá). O Oriente, como sempre, é um barril de petróleo com uma fogueira religiosa bem ao lado. Pode explodir a qualquer hora. O norte da África vai continuar sendo, o norte da África; meio sem graça. A América Latina vai continuar sendo a América Latina; muito engraçada.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones operou ontem estável com + 0,01%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 109,92.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4435
USDJPN - 84,640
GBPUSD - 1,6347
USDBRL - 1,5779
EURBRL - 2,2782
Por enquanto não há sinais claros que as medidas do governo para segurar a demanda estão funcionando. Os preços continuam em alta, dando a impressão que já há alguma indexação. Na memória dos brasileiros parece ainda estar vivo o período em que se pensava na reposição de preços diariamente. As projeções para a inflação aumentaram de 6,02% para 6,26%, segundo o relatório de tendências financeiras FOCUS. O dólar continua sobre pressão, mas não só aqui no Brasil. Há, hoje em dia, uma sensação de descontrole econômico por parte do governo. São tomadas medidas homeopáticas para fazer frente a situações de origens externas que, fogem a possibilidade do governo de reverte-las. A não ser que fossem alterados os instrumentos de política monetária usadas há vários anos e que vêm dando certo, fica comprometido o sucesso dessas medidas. Assim, o tesouro vai crescendo também pelo aumento dos tributos que, não servindo para conter a valorização do real, serve para melhorar o caixa. Dando errado, no final quem paga a conta são os mesmos.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,81%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,5790.
Euro fechou cotado a R$ 2,2782
Risco Brasil fechou em 162 pontos.