Acenderam as luzes vermelhas de alerta nuclear no Japão, alerta do emprego na Espanha, alerta da dívida pública em Portugal, alerta de crise social no mundo Árabe, alerta da presunção e remorso nos Estados Unidos . Afora o Japão, onde a natureza ajudou a mão do homem a criar problemas, no resto é mesmo o homem o maior causador de encrencas. Como hoje em dia quando alguém espirra na Sibéria, alguém deseja saúde na Austrália.É provável que, através dessa “colaboração” conectada, diminuam os riscos de grandes desequilíbrios causados pelas decisões que são tomadas nos vários “cantos” do mundo. Ou não?
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones operou ontem em baixa de 0,95%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 106,25.
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4495
USDJPN - 83,790
GBPUSD - 1,6264
USDBRL - 1,5910
EURBRL - 2,3039
Bastante lúcida a visão dos caminhos e da lógica que alimenta o comportamento das pessoas, principalmente as jovens, no mundo conectado de hoje, exposta na entrevista dada por Don Tapscott para a revista Veja desta semana. Hoje, há uma intensa troca de conhecimento no ambiente da internet. É assim que acontece quando interagimos pelo mundo virtual, com as idéias e o conhecimento indo e voltando aos mais distintos e distantes interlocutores. O conhecimento vai sendo lapidado ampliando drasticamente a qualidade das idéias, com cada vez menos chance de se conseguir “manipular” a informação. Tem sido assim no mundo Árabe, conforme aborda o escritor/consultor, com relação às “revoluções” que se instalam em ambientes não democráticos. A velocidade do conhecimento mudou o jeito de aprender e pensar. Aquilo que se ouve em sala de aula pode ser “checado” e o contraponto está disponível imediatamente. As verdades absolutas não são mais absolutas. Estão mudando as maneiras de se fazer as coisas. Este mundo, extremamente rápido e ágil, veio para ficar. Aquele que pensa que a figura “cartorial” tem qualquer sobrevida ficará abraçado com o fracasso. Nos três últimos anos, a DidierLevy tem tentado mostrar para as autoridades monetárias brasileiras, exatamente como os caminhos modernos e irreversíveis do mercado “marcado” pelo enorme mundo virtual, avança. Ocorre que aqui ainda não entenderam isso. A velocidade do mundo é outra. Nós, em termos de máquina pública, ainda estamos na época da válvula, demora um tempão para esquentar. O mundo moderno está no período do chip. Parabéns a revista Veja por abordar o assunto com alguém que olha o mundo como ele é sem a pretensão de julgar se está certo ou errado.
Bovespa encerrou o dia sexta em baixa de 0,66%.
Dólar fechou em baixa, cotado a R$ 1,5720.
Euro fechou cotado a R$ 2,2700
Risco Brasil fechou em 162 pontos.