Com o enorme déficit do mês de fevereiro, os Estados Unidos completaram o décimo sétimo mês consecutivo de resultados negativos nas contas públicas. No passado, quando havia o perigo de uma onda vermelha gigante atormentando o sossego dos americanos, era porque os Russos estavam chegando. Hoje os “inimigos” são também vermelhos. Do lado interno, os seguidos déficits e no externo a grande onda chinesa que está quase superando o PIB do Japão, e neste ritmo, dentro de alguns anos poderá ameaçar a supremacia hoje dos americanos. Como para tentar saber o futuro devemos olhar o passado, se o fizermos, encontraremos a China como maior potência mundial da antiguidade.
Bolsas européias abrem sem definição de tendência, entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Xangai cai.
Índice Dow Jones fechou estável a + 0,03%.
Barril de petróleo para abril fechou em alta, cotado a US$ 81,97.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,4000% = 0,7334
Yene x Dólar = - 0,6000% = 90,510
Dolar x Libra = + 0,1000% = 1,4976
Real x Dólar = + 0,5000% = 1,7710
Real x Euro = + 0,8697% = 2,4145
As exportações caminham bem, com destaque mais uma vez para o agronegocio, que continua sendo um importante motor para nossa economia. O ingresso líquido de recursos no mercado financeiro, o bom desempenho do comercio exterior e os investimentos diretos, oferecem boa quantidade de dólares no mercado interno de cambio e, junto com outros fatores políticos e econômicos, criam um terreno favorável para a valorização da nossa moeda. O Banco Central continua atuando com compras diárias, para tentar manter a paridade cambial em equilíbrio com sua política monetária.
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 0,58%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,771.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4145
Risco Brasil caiu para 185 pontos.