A falta de transparência, a manipulação da dívida pública da Grécia, com ajuda do Goldman Sachs entre outros bancos, muitos europeus, versus uma reação européia tímida e desorganizada e a falta de mecanismos para assegurar a disciplina do pacto de estabilidade financeira, torna os problemas gregos difíceis ou impossíveis de consertar, destaca Le Figaro na edição de hoje. A solidariedade além da existência de um Banco Central e uma moeda única pressupõe que a Europa não pode simplesmente ignorar os problemas de seu vizinho do sul. A Alemanha, um ator fundamental no palco desta crise, vive o antagonismo de, diferentemente dos gregos, ser austero, por princípio, em sua forma de lidar com a coisa pública. Claro que ser a espinha dorsal da Europa não é confortável para os alemães neste momento. A grande dificuldade, e a França têm o mesmo problema, é que a baixa atividade econômica gera uma enorme falta de emprego e, assim, a roda não gira e não há como pagar a dívida. Lembrando Roger Elleton, “se o cachorro está sentado em cima do prego e não se move é porque não está doendo o suficiente”.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas encerraram a semana em alta.
Índice Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,46%.
Barril de petróleo para abril encerrou o dia em baixa, cotado a US$ 78,90.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,8000% = 0,7363
Dolar x Libra = + 0,4000% = 1,5036
Yene x Dólar = - 0,8000% = 89,120
Real x Dólar = - 0,1100% = 1,7920
Real x Euro = + 0,5100% = 2,4276
Importante notar que houve no mês de fevereiro uma entrada líquida (a diferença entre entrada e saída de recursos) de US$ 3,8 bilhões de dólares no mercado de capitais brasileiro. Não resta dúvida que, nesse e nos próximos anos, o Brasil será o “cara” do mercado financeiro mundial. Qualquer aposta contra a terra das palmeiras onde canta o sabiá, será fadada ao fracasso tanto aqui como lá.
O dólar subiu ontem 0,8% frente ao euro (1,3585), 0,4% em face da libra (1,5036) e 0,8% contra o iene (89,12).
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,26%.
Dólar encerrou o dia de ontem estável, cotado a R$ 1,792.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4276.
Risco Brasil caiu para 196 pontos.