Conforme noticiou o jornal francês Lê Monde, o presidente do Banco Central Europeu, Jean C. Trichet, afirmou que “o euro é uma moeda muito confiável”. Segundo ele, desde o inicio há onze anos, a inflação média anual ficou abaixo de 2%, e dentro do esperado. Como ele sabe que confiança é fundamental para a manutenção do preço de uma moeda, suas declarações são, nesse momento, no mínimo, necessárias. Resta saber se essa não é a clássica informação que “o técnico está prestigiado”, o que normalmente ocorre um pouco antes da queda.
Bolsas européias abrem entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones fechou sexta-feira em baixa de 1,19%.
Barril de petróleo para julho fechou em baixa, cotado a US$ 73,97.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = - 0,7900% = 1,2273
USDJPN = - 0,0100% = 91,100
GBPUSD = - 0,9100% = 1,4453
USDBRL = - 0,8700% = 1,8080
EURBRL = - 1,0500% = 2,2528
Com o feriado de hoje em Nova York, os mercados perdem um importante ponto de referência para a formação dos preços de ativos financeiros no Brasil. Embora seja o último dia do mês, quando é fechada a taxa de câmbio PTAX que serve de balizamento para a liquidação das operações futuras de câmbio, o mercado não deverá ficar muito agitado, com a cotação do dólar encerrando o mês em torno de R$ 1,82. .
Índice Bovespa encerrou o dia sexta em baixa de 0,23%.
Dólar fechou em queda, cotado a R$ 1,808.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2292.
Risco Brasil subiu para 234 pontos.
Credenciado pelo “sucesso” da política externa brasileira em Honduras, agora o Brasil passou a tratar de questões diplomáticas mais explosivas. De cima de sua autoridade para lidar com assuntos nucleares do oriente, costurou, junto com a Turquia, um acordo para evitar sanções contra o Irã. Segundo o jornal francês Lê Monde, desagradou aos Estados Unidos e seus parceiros (China, França, Grã- Bretanha, Rússia e Alemanha), que estão alinhados e a favor de novas sanções, o acordo tripartite (Brasil, Turquia e Irã), que parece ser, na opinião principalmente do americanos, uma estratégia do Irã para ganhar tempo para seus projetos de enriquecimento de urânio. Será que estamos caminhando na direção de um novo sucesso de nossa política externa?
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 2,85%.
Barril de petróleo para julho fechou em alta, cotado a US$ 74,90.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 1,6900% = 1,2371
USDJPN = - 1,3600% = 91,090
GBPUSD = + 1,4500% = 1,4586
USDBRL = - 2,3000% = 1,8240
EURBRL = - 1,2700% = 2,2528
Os dados econômicos, sociais e políticos (quando falamos da estabilidade da nossa democracia e não na qualidade de nossos políticos e políticas) não condizem com um Real fraco e desvalorizado. Qualquer movimento de alta ou baixa muito forte sugerem especulação ou operações de grande volume que impactam as cotações, por termos um mercado pequeno e principalmente concentrado. No dia de hoje e segunda feira, encerramento do mês, haverá uma “disputa” pela formação da PTAX (a taxa de câmbio para liquidação das posições futuras na BMFBovespa), o que poderá deixar o mercado mais agitado. As notícias do dia, no exterior, são tranqüilas, o que deve trazer calma e um mercado positivo no Brasil. .
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 3,16%.
Dólar fechou em queda, cotado a R$ 1,824.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2528.
Risco Brasil caiu para 227 pontos.
Continua a pressão exercida sobre o euro, que ontem caiu mais um pouco. A Espanha anunciou seu pacote de contenção de despesas visando reduzir o tamanho da sua dívida. Embora pareça modesto o montante de US$ 18,4 bilhões, a votação no parlamento espanhol foi apertada (169 votos a favor contra 168 contra) segundo informa a agência Reuters. Isso mostra como é difícil tomar decisões que tenham efeito negativo sobre a vida das pessoas. Parece que boa parte dos políticos espanhóis não acredita que fazer cortes seja o melhor caminho para superar os problemas do déficit espanhol. Essa é uma velha questão do que é melhor fazer, corte de custos ou aumento das receitas.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,69%.
Barril de petróleo para julho fechou em alta, cotado a US$ 70,78.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = - 1,8000% = 1,2163
USDJPN = - 0,4800% = 90,000
GBPUSD = - 0,4400% = 1,4379
USDBRL = - 0,5300% = 1,8560
EURBRL = - 0,2000% = 2,2770
Não há, nessa manhã, nenhum fato novo que possa sugerir pressão sobre os mercados. As Bolsas asiáticas fecharam positivas, o mesmo acontecendo com as européias em sua abertura. O mercado de câmbio deve ter um dia mais tranqüilo. Movimentos fora da projeção de tranqüilidade para o dia de hoje, podem ocorrer apenas por conta da arbitragem diária do mercado contra as compras a vista feitas pelo Banco Central, normalmente no período da tarde. O mercado futuro fechou espelhando demanda por dólar, com apostas na desvalorização do real. .
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 1,70%.
Dólar fechou em queda, cotado a R$ 1,856.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2770.
Risco Brasil caiu para 243 pontos.
O pequeno (em termos econômicos) vulcão das Koreas volta a jogar cinzas no ar. De tempos em tempos a Korea do Norte, país pobre cuja população vive alienada do mundo, causa alguma agitação, seja por ameaçar soltar suas bombas na região, seja por atacar sua irmã do sul. Normalmente não deve haver nenhum poder maior de destruição nessa erupção do momento. Mas, não faltarão analistas projetando o fim do mundo caso as Koreas troquem alguns tiros na fronteira entre os dois países. Melhor será que essas tensões abram espaço para o diálogo e, quem sabe, para a reunificação das Koreas. Muito mais difícil era reunificar a Europa Ocidental com a Oriental, fato que ocorreu e que hoje já faz parte do passado. Embargos da Korea do Sul contra a do Norte podem ser superados pela China, parceiro de umas das últimas fronteiras comunistas do mundo.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,23%.
Barril de petróleo para julho fechou em baixa, cotado a US$ 68,75.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 0,3100% = 1,2374
USDJPN = - 0,1900% = 90,330
GBPUSD = + 0,2600% = 1,4437
USDBRL = + 0,2100% = 1,8660
EURBRL = - 1,3800% = 2,2816
A pouca transparência e a alta concentração do mercado de cambio brasileiro permite, obviamente para poucos, manipular a taxa de câmbio e claro, obter ótimos resultados em tesouraria. Aquelas pessoas, físicas ou jurídicas, que compram ou vendem cambio, sacado ou não, para fazer frente a seus compromissos com o exterior, são jogadas de um lado para outro, sem saber o que fazer que não seja sair do mercado e esperar que o “jogo” termine. O Banco Central, guardião da nossa moeda, que zela pela transparência para evitar a especulação, acaba nesse momento sendo a principal fonte de suporte para esses “operadores”. Essa semana, excepcionalmente, uma operação grande de compra de câmbio está sendo realizada, e isso tem ajudado a puxar a demanda para cima. É claro que não é só o mercado a vista que marca a taxa cambial. As operações futuras, entre outros fatores, ajudam a propor uma direção para a cotação, o que nem sempre funciona.
Seguindo a tendência mundial de hoje, os mercados devem ser positivos. .
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 1,22%.
Dólar fechou com pequena valorização, cotado a R$ 1,866.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2816.
Risco Brasil subiu para 247 pontos.
Espanha apresenta seu plano de ajuste e FMI manifesta apoio. Alemanha finaliza seu projeto de ajuste que prevê redução do déficit fiscal de 5% para 3% do PIB, conforme determina o acordo da zona do euro. A Itália aperta o cinto: “chegou o momento de sacrifícios” disse Silvio Berlusconi, chefe do governo italiano. Fora do bloco, a Inglaterra também anuncia seu plano para enfrentar sua alta dívida pública. Em fim, a Europa sabe que tem que enfrentar suas dificuldades com medidas claras e duras. Eles estão fazendo isso, o que traz esperança que esse repique da crise, que os atingiu, seja superado nos próximos anos. Parece que a seriedade tomou conta do Velho Continente, fato que não impede o atual grande nervosismo dos mercados financeiros com a Europa, agora também apimentado com a tensão belicosa entre as Koreas.
Bolsas européias abrem com baixas acentuadas.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,24%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 69,98.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = - 1,9400% = 1,2343
USDJPN = - 0,1300% = 90,110
GBPUSD = - 0,5500% = 1,4404
USDBRL = + 0,1600% = 1,8620
EURBRL = - 0,6600% = 2,3131
O Brasil continua ganhando pouco mais de US$ 100 milhões de dólares, por dia, em seu comércio exterior, conforme dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Embora a previsão do relatório Focus seja de US$ 14,5 bilhões de superávit esse ano, os números atuais apontam para um resultado menor, um pouco acima de US$ 11 bilhões para 2.010. Estes dados reforçam a expectativa que, embora tenha recuado fortemente nosso saldo comercial, e nosso nível de poupança pública e privada seja inadequado, ainda estamos caminhando de forma razoavelmente sadia em nossa corrente de comércio com o exterior. O problema está na necessidade de receber poupança externa para equilibrar as contas, o que pode ficar mais difícil até pela provável necessidade de financiamentos que a Europa apresenta no momento.
Os ventos nervosos vindos das Bolsas da Ásia em seu fechamento e nas da Europa na abertura do pregão, podem contaminar os mercados financeiros hoje no Brasil.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,57%.
Dólar fechou estável, cotado a R$ 1,862.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,3131.
Risco Brasil caiu para 240 pontos.
É positiva a reunião que o secretário do tesouro americano, Timothy Geithner, faz com as autoridades chinesas essa semana em Pequim. O tema é melhorar e equilibrar as relações comerciais entre as duas nações. Claro que o governo Obama vai insistir na questão da desvalorização do iuan e a China vai fazer de conta que o assunto não é com ela. O fato importante é que a economia americana vem melhorando. A chinesa, embora com alguns problemas, continua forte e, junto com outras economias emergentes e a Austrália (um exemplo no meio da crise entre os desenvolvidos), devem ajudar a Europa a sair das atuais dificuldades.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas, Xangai sobe forte.
Índice Dow Jones fechou sexta em alta de 1,25%.
Barril de petróleo para junho fechou em alta, cotado a US$ 70,01.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 0,9900% = 1,2587
USDJPN = + 0,5600% = 89,990
GBPUSD = + 0,8900% = 1,4483
USDBRL = 0,0000% = 1,8590
EURBRL = - 1,3228% = 2,3592
Dá uma grande inveja aos brasileiros quando um movimento de agricultores na França “enfeita” a Champs-Elysées com 12 kms de frutas, verduras e outros produtos agrícolas para protestar, certo ou errado, contra a política do governo. Lá, eles fazem um gigantesco e pacífico protesto, mostram sua capacidade de produção, para chamar a atenção às dificuldades que enfrentam. Aqui, temos o MST. O que isso tem a ver com o mercado financeiro? Apesar dos enormes problemas de infra-estrutura, dos políticos e MSTs, é o setor agrícola brasileiro que, há muito tempo, aumenta sua produtividade a cada ano e empurra nossas exportações, garantindo superávits comerciais, com ou sem taxa de câmbio desvalorizada.
Índice Bovespa encerrou o dia de sexta-feira em alta de 3,55%.
Dólar fechou sexta estável, cotado a R$ 1,859.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,3284.
Risco Brasil subiu para 243 pontos.
Centro das atenções do mercado financeiro em todo o mundo, o bloco europeu busca através de o diálogo franco alemão conter os ataques sobre o euro. Em determinado momento da crise européia, as forças políticas dos dois países se juntaram para dar uma demonstração de decisão e força do bloco. Após a consistente reação com o acordo de Bruxelas (Euros 750 bilhões) em garantias para as economias fragilizadas, a Alemanha passou a tratar o assunto (para efeito de política interna)com certo distanciamento e com algumas decisões regulatórias unilaterais. A França não ficou confortável, mas sabe que o que está em jogo pressupõe negociação e muita diplomacia. Será que o escritor filósofo Voltaire estava certo quando dizia que “a política tem sua fonte na perversidade e não na grandeza do espírito humano”?
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Xangai sobe.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 3,60%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 68,01.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 0,9300% = 1,2492
USDJPN = + 2,1900% = 89,600
GBPUSD = + 0,3700% = 1,4360
USDBRL = + 1,2500% = 1,8590
EURBRL = + 3,9334% = 2,3592
Projetar dificuldades comerciais do Brasil como exportador para a Europa, e justificar pressão sobre nossa moeda em função disso, como dizem alguns, é querer jogar fumaça nos olhos dos desavisados. Há, de fato, necessidade de acompanhar os problemas do déficit público e de ajustar melhor a dose das medidas necessárias para esfriar a velocidade da nossa economia. Mais poupança (pública e privada)e menos consumo. O fim dos incentivos fiscais, o (insignificante) corte de 10 bilhões no custeio e o aumento da taxa de juros, mostram que o governo não está parado. O real sofre, no cenário efetivo das contas externas, alguma pressão com a saída de investidores da Bolsa e outras remessas financeiras, como dividendos. E, no cenário interno especulativo, com um movimento claro e marcado de arbitragem do mercado contra a diária atuação do Banco Central, que dá liquidez as compras efetuadas pelos bancos na parte da manhã, com leilões de compra a vista no período da tarde. Após o leilão de compra, o mercado cai.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 2,51%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,859.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,3592.
Risco Brasil subiu para 242 pontos.
Impedir especulação no mercado financeiro é a mesma coisa que impedir a existência do mercado. Apostar contra ou a favor de algum ativo faz parte do sistema e é sadio. A questão é quando os abusos acontecem. A Alemanha, através de sua agência reguladora do mercado financeiro (BaFin), anunciou terça-feira passada que proibiria vendas a descoberto de vários instrumentos (títulos públicos, swaps de credito a descoberto, etc). É preciso estar atento e vigilante, mas isso não quer dizer que os mercados devem ficar amarrados por um monte de instrumentos regulatórios. Já passamos por outras crises e, superada a atual, passaremos por novas dificuldades no futuro. O mundo é imperfeito e o mercado financeiro faz parte dessa imperfeição.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 0,63%.
Barril de petróleo para junho fechou em alta, cotado a US$ 71,25.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 1,6200% = 1,2377
USDJPN = + 0,5600% = 91,610
GBPUSD = + 0,8100% = 1,4414
USDBRL = + 0,8700% = 1,8360
EURBRL = + 2,1000% = 2,2699
Parece provável que os mercados acionários estejam passando por uma fase de correto ajuste técnico e procurem um patamar mais equilibrado para os preços das ações. O ambiente de negócios nas Bolsas deve melhorar quando as economias dos países em dificuldade mostrarem com clareza quais medidas serão implementadas para corrigir os enormes déficits públicos que, no fundo, geram toda essa instabilidade. Sem novidades, o mercado de câmbio deverá oscilar no dia de hoje, com a cotação da moeda americana em torno de R$ 1,80 por dólar.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 1,89%
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,836.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,2699.
Risco Brasil subiu para 227 pontos.
Segundo a revista Fortune, a China pode estar dentro de uma bolha com razoável poder de destruição. Os preços ao consumidor estão em alta, o dos imóveis crescendo acima de dois dígitos e a oferta de moeda está muito acelerada. Assim, o fim do filme é o aumento da inflação. Como parece que o governo centralizado chinês enxerga esses problemas, e pode tomar decisões fortes agrade ou não a sua população, o risco de grande desequilíbrio provavelmente será mitigado, para o bem da estabilidade mundial que não gostaria de mais dificuldades nesse momento.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,08%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 68,32.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = - 1,7800% = 1,2176
USDJPN = + 0,5700% = 92,060
GBPUSD = - 1,3500% = 1,4286
USDBRL = + 0,5500% = 1,8200
EURBRL = - 0,3300% = 2,2232
A noticia da liberação de uma parcela da ajuda financeira a Grécia manteve os mercados brasileiros calmos ontem no período da manhã. À tarde com os preços do petróleo caindo e as sempre oportunistas interpretações diárias (dos comprados) sobre os “novos” efeitos da crise na Europa, os mercados inverteram a tendência e o dólar, que caía mais de um por cento na parte da manhã, passou a subir (claro que sempre com a sabida liquidez dada pelas compras diárias do Banco Central). A Bolsa que operava positiva, também se desvalorizou ao longo do dia. Com os mercados asiáticos fechando em baixa e a Europa operando negativa, é provável que os mercados brasileiros sejam também contagiados e tenham um dia negativo nas Bolsas e no câmbio.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 3,22%.
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,820.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,2232.
Risco Brasil subiu para 222 pontos.
A matéria do The Economist de ontem com o titulo “o tango em Teerã”, tratando do assunto relacionado ao programa nuclear iraniano e a participação do Brasil e da Turquia no encontro com o mandatário do Irã, traz algumas dúvidas e uma certeza: a primeira dúvida é a convicção dos americanos, entre outros países, que os brasileiros e turcos foram enganados pelo governo de Mahmoud Ahmadinejad, porque, no passado, isso já ocorreu quando o governo do Irã viu-se pressionado como agora, pela ameaça de novas sanções do Conselho de Segurança da ONU; a segunda questão colocada é se o interesse iraniano é mesmo o de enriquecer urânio para fins pacíficos; a terceira é se houve realmente sucesso na empreitada turco brasileira na mediação do assunto. A única certeza, entretanto, é que a ignorância intencional ou provocativa, dos americanos, confunde nosso samba com a tristeza, sofrimento, choro e traição do ritmo portenho. Ou será que esse drama musical do tango será o resultado da intermediação Brasil/Turquia na questão nuclear iraniana?
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Xangai sobe.
Índice Dow Jones fechou ontem estável com + 0,05%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 70,52.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD = + 0,3200% = 1,2402
USDJPN = + 0,0900% = 92,590
GBPUSD = - 0,3200% = 1,4491
USDBRL = + 0,4400% = 1,8020
EURBRL = + 0,3800% = 2,2307
As contas externas brasileiras estão caminhando bem, comparando-se com o que ocorre com boa parte das economias e com a queda da demanda mundial. O país segue com saldo positivo (US$ 952 milhões) no balanço comercial, na segunda semana de maio. O Banco Central continua com sua política de compra diária de dólares no mercado a vista, “marcando” a cotação em torno de R$ 1,80 (um real e oitenta) por dólar. As posições futuras também ajudam a projetar a moeda americana nesses patamares. A atual paridade é bastante confortável para o país, pois não alimenta a inflação e, salvo setores exportadores específicos, é adequada para as exportações brasileiras.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,86%..
Dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,810.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,2307.
Risco Brasil caiu para 206 pontos.