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Fast News 30/03/2010

Cenário Externo:

Boas notícias vindas dos países da Europa dão força ao euro, e más notícias vindas dos países da Europa enfraquecem o euro. Hoje em dia, má ou boa notícia da zona do bloco europeu, passa pela saúde das finanças gregas e seus parceiros de dificuldades (Portugal e Irlanda) principalmente, mas não exclusivamente. O fato é que o mundo todo continua olhando desconfiado para as informações que recebem destes países e a cotação do euro anda meio de lado, sem que haja um interesse mais definido, pelos agentes financeiros, para entesourar a moeda comum européia. Não que o dólar esteja em situação muito melhor, mas ele continua sendo o único porto “menos ruim” onde ancorar as reservas mundiais.

Bolsas européias abrem em alta.

Bolsas asiáticas fecham em alta.

Índice Dow Jones fechou em alta de 0,42%.

Barril de petróleo para maio fechou em alta, cotado a US$ 82,16.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = - 0,5000% = 1,3479
Dólar x Yene = - 0,4500% = 92,240
Dolar x Libra = - 0,6000% = 1,4983
Dólar x Real = - 1,5530% = 1,7970
Real x Euro = - 0,0020% = 2,4190

Cenário interno:

Quando o governo lançou o “PAC1” (plano de aceleração do câmbio 1), pretendeu e pretende ainda manter suas intervenções diárias no mercado, através do Banco Central, para manter a paridade próxima de R$ 1,80 por dólar. Com inequívoca demonstração de convicção que o governo dá ao declarar, corretamente, que é prioritário para o país o controle da inflação, abre espaço para o lançamento do “PAC2”(plano de ação do cambio 2), que percebe que com o real valorizado, a paridade do câmbio também ajuda a economia a manter os preços comportados.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 1,83%.

Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,797.

Euro fechou em estável, cotado a R$ 2,4190.

Risco Brasil caiu para 180 pontos.

Fast News 29/03/2010

Cenário Externo:

Tem sido muito complicado para os líderes e o poder decisório europeu, desenhar um pacote de ajuda para a Grécia que equilibre os aspectos políticos e econômicos destes países, com a história e o futuro social dos outros membros do bloco. Apesar da certeza que eles têm que não há como negar ajuda, fica também difícil harmonizar interesses tão díspares de povos que, embora próximos geograficamente, são muito diferentes em suas culturas. Para o Diário de Notícias de Portugal, por exemplo, os problemas portugueses são muito diferentes dos gregos e, portanto, merecem outro tipo de tratamento. Imaginem esta situação elevada à décima sexta potência. Enquanto os europeus, liderados por Alemães e Franceses, tentam encontrar um discurso possível para solucionar uma situação prevista e proibida originalmente quando do acordo em Maastrich, que criou a zona do euro e estabeleceu suas regras, os mercados financeiros “usam” motivos e tensões para agitar o ambiente, aumentando a volatilidade dos ativos financeiros. Agora, com a divulgação de um programa onde o bloco europeu e FMI vão juntos ajudar a dar crédito e garantias para os gregos, parece surgir um caminho para minimizar a tensão causada com a dificuldade da economia grega.

Bolsas européias abrem em alta.

Bolsas asiáticas fecham em alta.

Índice Dow Jones fechou sexta-feira estável a + 0,08%.

Barril de petróleo para abril fechou em baixa, cotado a US$ 80,15.
 

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = - 1,3000% = 1,3411
Yene x Dólar = + 0,4000% = 92,520
Dolar x Libra = - 0,9000% = 1,4898
Real x Dólar = - 0,9900% = 1,8280
Real x Euro = - 0,7700% = 2,4184

Cenário interno:

Após a vitoria do Brasil na OMC, quando foi reconhecido pela Organização o direito brasileiro de retaliar comercialmente os Estados Unidos pelos subsídios dados pelos americanos a seus produtores de algodão, ficou a dúvida se o país deveria ou não usar este direito. O Brasil apresentou então uma lista com diversos produtos americanos que poderiam ser sobretaxados para ingressar no território nacional. O governo americano está enviando uma comissão de comércio, esta semana, para buscar uma solução pacífica para a questão. O valor autorizado pela Organização Mundial de Comércio para que o Brasil compense em seu comércio com os americanos foi de US$ 829 milhões, equivalente a R$ 1,5 bilhão. Sabemos que a toda ação cabe uma reação inversa e proporcional. Resta saber quem vai perder mais, já que só ganhar será impossível.

Índice Bovespa encerrou o dia de sexta em alta de 0,35%.

Dólar encerrou o dia de sexta-feira em baixa, cotado a R$ 1,828.

Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4372.

Risco Brasil caiu para 182 pontos.

Fast News 26/03/2010

Cenário Externo:

Os países da União Européia, liderados por Alemanha e França, divulgaram ontem um programa de apoio e ajuda a Grécia, com a participação dos 16 membros do bloco e, segundo informado, também com dinheiro do Fundo Monetário Internacional. Isto posto e efetivado deve ser suficiente, em principio, para recolocar o euro em terreno seguro novamente. Segundo o jornal Le Monde, embora não haja nenhum valor oficial divulgado, este pacote pode chegar a 22 bilhões de euros.

Bolsas européias abrem em baixa.

Bolsas asiáticas fecham em alta.

Índice Dow Jones fechou em alta de 0,05%.

Barril de petróleo para abril fechou em alta, cotado a US$ 80,53.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = + 0,2500% = 1,3281
Yene x Dólar = - 0,4400% = 92,710
Dolar x Libra = + 0,3200% = 1,4819
Real x Dólar = - 0,5560% = 1,8100
Real x Euro = - 1,0080% = 2,4184

Cenário interno:

Os mercados financeiros devem encerrar seus pregões com tranqüilidade, com a Bolsa provavelmente terminando a semana positiva e o câmbio, caso não surja nenhuma grande novidade ao longo do dia, concluindo seu pregão com a cotação do real estável frente ao dólar. As medidas adotadas pelo governo para simplificar o mercado de câmbio, parece que foram bem entendidas pelo mercado que, ameaçou algum grau de especulação, mas se tranqüilizou ontem no encerramento dos negócios.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,68%.

Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,81.

Euro fechou em estável, cotado a R$ 2,4184.

Risco Brasil caiu para 173 pontos.

Fast News 25/03/2010

Cenário Externo:

Ontem, o P (Portugal) do PIG (Portugal, Irlanda, Grécia), após ter sua nota rebaixada pela Fitch Rating, se alinhou com a Grécia e, juntos, ajudaram a empurrar a cotação do euro para baixo. Apesar da situação da economia americana – continuam aparecendo números ruins a cada nova medição - não ser nada cômoda para o dólar, as dificuldades dos países do bloco europeu vão se avolumando, e o euro, símbolo maior desta união, sofre novos processos de desconfiança e perde força. Há ainda muita coisa para acontecer até que, a sempre forte Europa, volte a encantar os olhos do mundo, o que não quer dizer, que boas medidas para enfrentar os problemas dos países com dificuldade, não virem o jogo.

Bolsas européias abrem em alta.

Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.

Índice Dow Jones fechou em baixa de 0,48%.

Barril de petróleo para abril fechou em baixa, cotado a US$ 80,29.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = + 1,3000% = 1,3332
Yene x Dólar = - 2,0800% = 92,270
Dolar x Libra = + 1,1300% = 1,4877
Real x Dólar = - 0,1600% = 1,8000
Real x Euro = - 1,0500% = 2,3984

Cenário interno:

O Banco Central, que vem fazendo um excelente trabalho de simplificação do mercado de câmbio já há algum tempo, deu ontem mais um importante passo na direção da desburocratização do mercado de câmbio brasileiro, ao divulgar o grande enxugamento de matérias que dificultavam e encareciam as operações, basicamente do mercado financeiro de câmbio. Cancelar uma grande quantidade (60 normativos) desta legislação, desatualizada e inadequada, e transformar parte destas regras e instruções em um único dispositivo regulatório (investimentos diretos, arrendamento mercantil, transferências de tecnologia, créditos externos, royalties, etc.), foi mais uma vitória da atual gestão de câmbio do BC. Haverá aquele que tentará “ler” algum viés de mudança da política cambial nas medidas aprovadas ontem, porém não há nenhuma relação entre estas decisões e qualquer tentativa de redirecionar a atual taxa de câmbio em relação ao dólar. Havendo algum efeito, será o de aumentar o respeito pelo país e nossa moeda. Não fora a crise econômica que atingiu, das mais diversas formas, as economias mundiais, e esta medida já teria sido tomada anteriormente. A ex-diretora de câmbio do BC, Dra. Maria Celina Arraes (deixou a diretoria recentemente), tinha como meta prioritária, desburocratizar o nosso mais do que amarrado sistema regulador; Conseguiu.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,68%.

Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,80.

Euro fechou em estável, cotado a R$ 2,3984.

Risco Brasil caiu para 180 pontos.

Fast News 24/03/2010

Cenário Externo:

Há um movimento interessante com a cotação do dólar frente ao euro, com a Grécia sendo o centro momentâneo e desencadeador das altas e baixas entre as moedas. Pelo ângulo do Euro, e para a lógica dos analistas da CNN, caso a Grécia recorra ao FMI para buscar recursos e fazer frente às suas dificuldades, o euro perderá valor frente ao dólar. Tendemos a não concordar com esta tese já que, caso a Europa não demande recursos dentro do bloco para ajudar os gregos, a saúde do sistema financeiro dos paises europeus será menos afetada, com também menor impacto de carga tributaria - que seria necessária para gerar as fontes de aporte de capitais para socorrer a economia grega. Sendo assim, a não utilização pelos gregos dos recursos de ajuda dos países europeus, melhorará a demanda e a poupança interna dentro do bloco, o que será benéfico para a saúde do euro e não o contrario. É certo que o mal estar causado, para os países europeus, pelo fracasso e incompetência demonstrada para lidar com as dores de seus membros, trará uma imagem ruim para os membros do bloco. Claro que esta avaliação não considera nem as coisas erradas nem as certas da economia americana, bem como a suas políticas futuras para enfrentar a crise, que podem deixar o dólar mais fraco ou mais forte frente às moedas do mundo.

Bolsas européias abrem em baixa.

Bolsas asiáticas fecham em alta.

Índice Dow Jones fechou em alta de 0,95%.

Barril de petróleo para abril fechou em alta, cotado a US$ 81,62. 

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = + 0,4000% = 1,3506
Yene x Dólar = - 0,2600% = 90,370
Dolar x Libra = + 0,3700% = 1,5044
Real x Dólar = + 1,1600% = 1,7970
Real x Euro = 0,0000% = 2,4236

Cenário interno:

Com a expansão do crédito no mercado brasileiro alcançando os, ainda modestos, 44% do PIB, quando muitos países tem mais de 100% de oferta a seus mercados, o Brasil atravessa uma fase de boa capacidade de consumo interno, o que permite ao país passar pelas ondas da crise com seu barco balançando pouco, porém com algum enjôo na tripulação. Não prestar atenção ao déficit público pode levar nosso barquinho a correr riscos ao atravessar a “marolinha” que vem da América do Norte, “através do atlântico”, e colocar a perder os dias de céu azul pelos quais passa a economia brasileira. Enquanto isto, nossa moeda continua sólida e o país mantém seu rumo com boas chances de ancorar em porto seguro.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,50%.

Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,777.

Euro fechou em estável, cotado a R$ 2,4236.

Risco Brasil caiu para 191 pontos.

Fast News 23/03/2010

Cenário Externo:

Interessante o embate político empresarial protagonizado pela poderosa, no mundo virtual, Google de um lado, e a poderosa, no mundo econômico, China do outro. Conforme destaque do The New York Times, perder o mercado chinês, no campo econômico, não terá um impacto muito significativo para a Google. Ocorre que se trata do maior mercado virtual do mundo, com 400 milhões de usuários (Google tem 33 por cento do mercado), e não ter este público é sim importante para a empresa americana. Do lado chinês, favorecer sua empresa (Baidu.com que tem 63% do mercado) poderia ser um argumento considerável, mas a ameaça maior parece ser ao regime comunista, que não pretende discutir, nem em âmbito virtual, direitos humanos, liberdade e democracia. Como ensinou o Filósofo alemão Friedrich Nietzsche, a desigualdade dos direitos é a primeira condição para que haja direitos.

Bolsas européias abrem em alta.

Bolsas asiáticas fecham sem tendência definida, entre altas e baixas.

Índice Dow Jones fechou em alta de 0,41%.

Barril de petróleo para abril fechou em alta, cotado a US$ 81,25.
 

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,1700% = 0,7379
Yene x Dólar = + 0,4000% = 90,150
Dolar x Libra = - 0,5500% = 1,5096
Real x Dólar = 0,0000% = 1,7970
Real x Euro = + 0,3466% = 2,4236

Cenário interno:

O Banco Central divulgou matéria informando que o déficit em transações correntes para 2.010 deverá ser da ordem de US$ 49 bilhões, contra uma projeção anterior que apontava um déficit de US$ 40 bilhões para este ano. Menor superávit comercial (exportações menos importações), embora positivo, de cerca de US$ 10 bilhões, junto com aumentos com despesas de remessas de lucros e viagens internacionais, são os motivos de preocupação do governo. Apesar de certo ar de pessimismo por parte da autoridade monetária, no final do ano fecharemos nossas contas sem maiores preocupações e com poucos sobressaltos. A própria política de taxas flutuantes funciona nestes momentos e, quando necessário, ao longo do tempo, ajuda o balanço de pagamentos a voltar ao equilíbrio adequado. Destaque para o aumento, frente a fevereiro do ano passado, de 81% com as despesas de turistas em viagem ao exterior. Como diz o ex-presidente da Bolsa de São Paulo, Eduardo Levy (Dadiche), “viajar é bom até fugindo”.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,31%.

Dólar encerrou o dia em alta, cotado a R$ 1,797.

Euro fechou em estável, cotado a R$ 2,4236.

Risco Brasil subiu para 196 pontos.

Fast News 22/03/2010

Cenário Externo:

A câmara dos representantes dos Estados Unidos aprovou, neste domingo, por 218 votos a favor e 209 contra, a reforma para o setor de saúde americano. O fato é que, com reforma ou sem reforma, ainda há uma razoável quantidade de doentes nas UTIS dos hospitais da economia americana e mundial, necessitando urgentemente de sangue financeiro. O setor imobiliário já esteve em péssimas condições, mas parece que esta semana já vai para o quarto de recuperação da semi-uti. Ainda com sérios problemas de pulmão, novos exames serão divulgados na próxima sexta feira, para saber como está a saúde do quarto trimestre do PIB, além da divulgação do resultado dos resultados dos exames de sentimento do consumidor, no final de março. Claro que o doente Grego preocupa muito e ainda não se sabe se médicos Alemães e Franceses serão capazes de resolver a questão do vírus Déficit Publico, que não está deixando o doente respirar. Caso eles não encontrem uma solução, uma junta medica (FMI) será ouvida, para acabar de vez com as dores Gregas. O certo é que daqui a pouco todos estarão saudáveis, brincando e correndo pelas ruas da vida.

Bolsas européias abrem em baixa.

Bolsas asiáticas fecham sem tendência definida, entre baixas e altas.

Índice Dow Jones fechou sexta em baixa de 0,35%.

Barril de petróleo para abril fechou em baixa sexta-feira, cotado a US$ 80,68.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,5000% = 0,7391
Yene x Dólar = - 0,1000% = 90,490
Dolar x Libra = + 1,5017% = 1,5017
Real x Dólar = - 0,5500% = 1,7630
Real x Euro = - 0,1600% = 2,4320

Cenário interno:

Agora que o PSDB resolveu subir a “Serra”, no campo político, devem começar de forma mais aberta e acalorada as discussões sobre o que será, definitivamente, resolvido na vida dos brasileiros, pelos candidatos aos varios cargos eletivos disputados no final deste ano. A preocupação é que coisas serão ditas, e vão mexer com os mercados e, portanto, com todos os brasileiros, que no final é que pagarão a conta da volatilidade causada pelos discursos feitos, muitas vezes, apenas para agradar os eleitores A ou B. Sendo assim, daqui para frente, mais uma vez, vai funcionar a velha máxima que; caldo de galinha e prudência não faz mal a ninguém; logo, um olho no Padre e outro na missa.

Índice Bovespa encerrou o dia de sexta-feira em baixa de 1,25%.

Dólar encerrou o dia de sexta em alta, cotado a R$ 1,797.

Euro fechou em estável, cotado a R$ 2,4359.

Risco Brasil subiu para 194 pontos.

Fast News 19/03/2010

Cenário Externo:

De acordo com a agência de noticias Reuters, a China, no intuito de amenizar as tensões comerciais geradas com os Estados Unidos por conta de seu regime cambial, enviou um representante a Washington. É fato que o regime cambial chinês tem gerado um grande número de reclamações ao redor do mundo, reclamações que se intensificaram nos EUA nos últimos dias resultando em ameaças feitas pelo senado americano de elevação de tarifas para os produtos chineses.

Índice Dow Jones encerrou o dia com valorização de 0,42%

Bolsas européias operam em alta.

Bolsas asiáticas encerraram em alta.

Barril de petróleo encerrou o dia cotado a US$ 81,68

Cenário interno:

Motivado pela incerteza quanto ao plano de resgate da economia grega e pela inversão de posição dos investidores na BM&F, o dólar comercial teve um dia de forte valorização, encerrando o dia com alta de 1,25% cotado 1,7870. Além disso, novamente o Banco Central realizou leilão de compra no mercado à vista, com taxa de corte a 1,7870.

Indice Bovespa encerrou a quinta-feira com queda de 0,04%

Dólar encerrou o dia com valorização, cotado a 1,7870

Euro encerrou o dia cotado a 2,4320.

Fast News 18/03/2010

Cenário Externo:

A Grécia está para a Europa, assim como a China está para os USA; explicando melhor, ambos (China e Grécia) são uma pedra no sapato, na tentativa de recuperação destas duas (USA e Bloco Europeu) enormes economias. Para os Estados Unidos, que adoram protecionismo, a manutenção da moeda chinesa desvalorizada gera desemprego e menor produção e riquezas; para os europeus, a Grécia gera preocupação, pois é preciso ajudá-la dentro do bloco, o que custará empregos e queda de renda, pela necessidade de aumentos tributários nos países europeus, para ajudar o vizinho do sul a superar suas dificuldades. Esta situação nasceu com a humanidade; Desde que o mundo existe que, como dizia um programa humorístico do passado; quem tem põe, quem não tem, tira; no passado tirava por bem ou na marra, hoje em dia, normalmente, através da diplomacia. E assim a vida vai seguindo com novas e complicadas teorias econômicas para explicar o simples: a gente sempre colhe aquilo que planta.

Bolsas européias abrem em baixa.

Bolsas asiáticas fecham em baixa.

Índice Dow Jones fechou em alta de 0,41%.

Barril de petróleo para abril fechou em alta, cotado a US$ 82,89.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,2900% = 0,7281
Yene x Dólar = + 0,0700% = 90,240
Dolar x Libra = - 0,5800% = 1,5319
Real x Dólar = + 0,1600% = 1,7630
Real x Euro = 0,0000% = 2,4328

Cenário interno:

A novidade para o mercado financeiro hoje é a falta de novidade. A manutenção da taxa de juros era esperada e o dia deve ficar chocho por absoluta falta de noticias que possam balançar o barco da atividade financeira. Claro que os agentes estão sempre atrás de alguma informação, com lógica ou não, para explicar porque o silencio não faz barulho. Com a falta de vento para empurrar os negócios para algum lado, resta relaxar e aproveitar para tomar sol, ou chuva.

Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,31%.

Dólar encerrou o dia com pequena baixa de 0,16%, cotado a R$ 1,763.

Euro fechou em estável, cotado a R$ 2,4328.
 
Risco Brasil subiu para 189 pontos.

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