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Fast News 30/04/2010

Cenário Externo:

Com sinais positivos vindos de várias economias do mundo, após o tsunami da crise financeira, começa a se aproximar o momento de reverter as fortes medidas fiscais, de redução dos juros e a agressiva expansão do crédito e da liquidez, necessários para abrandar os efeitos e as conseqüências do grave acidente econômico que atingiu o mundo. Em comentário no The Korea Herald, o chefe do Instituto de Finanças Kim T. Joon manifesta esta preocupação ao verificar que a economia Koreana cresceu muito rapidamente no primeiro trimestre desse ano em relação à velocidade de crescimento dos últimos sete anos. Com os níveis de confiança aumentando e a demanda mundial se recuperando, é chegado o momento de começar a reverter às políticas expansionistas, para não correr o risco de alimentar uma eventual nova crise gerada agora pelas necessárias medidas de afrouxamento das políticas monetárias adotadas mundo afora.
Bolsas européias abrem sem tendência clara, entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas encerram a semana em alta.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 1,10%.
Barril de petróleo para junho fechou em alta, cotado a US$ 85,28.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

EURUSD = + 0,1600% = 1,3234
USDJPN = - 0,0600% = 94,100
GBPUSD = - 0,8000% = 1,5323
USDBRL = - 1,1900% = 1,7300
EURBRL = - 1,0150% = 2,2875

Cenário interno:

Os dados positivos da economia brasileira ajudados pela elevação da taxa Selic na última quarta feira e pelas apostas de posições vendidas no mercado futuro, pressionaram a cotação do dólar que, apesar de duas intervenções com compras a vista por parte do Banco Central,caiu. Preocupado com essa pressão, o secretario do tesouro nacional, Arno Augustin, informou que o BC irá acelerar a compra de dólares, “avisando” o mercado que estará atento e atuante frente a qualquer aumento de velocidade na valorização do real frente ao dólar. Apesar de efeitos colaterais ruins para alguns setores da economia, a valorização do real é também conseqüência do aumento da taxa de juros e ajuda a combater a inflação.

Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 1,98%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,730.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,2875.

Risco Brasil subiu para 190 pontos.

Fast News 29/04/2010

Cenário Externo:

A agência de rating Standard&Poor’s, é o novo vulcão que começa a lançar cinzas de dúvida sobre a saúde da economia de alguns países da Europa,ao rebaixar a nota daqueles que apresentam problemas em suas finanças. Com a manifestação do FED americano que a economia dos USA vem melhorando e a manutenção da taxa de juros próxima de zero, a Europa passa a ser o fator a ser analisado diariamente pelos mercados e analistas financeiros. O euro tem se enfraquecido frente a outras moedas, o que ajuda a perceber que a situação na zona do bloco Europeu ainda é de instabilidade.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,48%.
Barril de petróleo para junho fechou em alta, cotado a US$ 83,30

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

USDEUR = + 0,3500% = 1,3205
USDJPN = + 1,1000% = 94,160
USDGBP = - 0,2600% = 1,5205
USDBRL = - 0,6700% = 1,7510
BRLEUR = + 0,4195% = 2,3221

Cenário interno:

Depois de 19 meses, o Banco Central subiu a taxa básica em 0,75 pontos percentuais, elevando a Selic para 9,5% aa. Uma decisão, sem viés (tendência explicita) e unânime também do COPOM. A autoridade monetária não deixa nenhuma dúvida sobre o rigor de sua atuação quando há qualquer ameaça que possa pressionar a política de metas para a inflação.
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 0,22%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,751.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,3124.

Risco Brasil caiu para 185 pontos.

Fast News 28/04/2010

Cenário Externo:

Uma mistura de informações vindas, parte da Europa, citando as necessidades e dificuldades da Grécia para rolar US$ 11 bilhões de sua dívida até 19 de maio, junto com as conhecidas incertezas que recaem sobre a economia portuguesa, e parte vindas dos Estados Unidos onde o FOMC (COPOM americano) define hoje a taxa básica de juros entre outras informações econômicas, agitaram os mercados em todo o mundo. Essas preocupações refletiram negativamente nas Bolsas, que hoje caíram na Ásia e abriram em baixa na Europa, e no câmbio onde o dólar ganhou novo ânimo.

Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em baixa de 1,90%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 81,95.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

Dólar x Euro = + 1,8900% = 1,3161
Dólar x Yene = - 0,8400% = 93,120
Dolar x Libra = + 1,4200% = 1,5247
Dólar x Real = + 1,1400% = 1,7630
Real x Euro = + 1,0050% = 2,3221

Cenário interno:

A Bolsa teve ontem um dia de incertezas e caiu, pois fatores externos (política econômica americana, Grécia e Portugal) de um lado e fatores internos (decisão do COPOM sobre juros) de outro geraram desconforto no mercado financeiro. É provável que os incômodos de ontem mantenham os mercados ainda inseguros durante o dia de hoje. Embora o barquinho brasileiro esteja navegando em águas calmas, ventos vindos de longe podem fazer algumas ondas maiores sem, no entanto, dar muito enjôo na tripulação.

Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 3,43%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,763.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,3221.

Risco Brasil subiu para 194 pontos.

Fast News 27/04/2010

Ana Cecília Doria | 27 de abril de 2010 | Categoria Fast News | 2 comentários

Cenário Externo:

O aumento da liquidez dos países emergentes preocupa as autoridades financeiras mundiais. Como observou o analista do Standard Chartered, Gerard Lyons, em matéria para The Times, países como o Brasil (US$ 244 bi), Hong Kong US$ 259 bi), China (US$ 2,4 tri)entre outros, cresceram suas reservas de maneira importante. Segundo ele, o excesso de liquidez tem o potencial de desencadear crises econômicas. A verdade é que entre a crise instalada em países como a Grécia e o muito dinheiro em caixa dos emergentes, é muito melhor ficar e administrar o “problema” do excesso do que o da falta de recursos.

Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa, mas Tókio sobe.
Índice Dow Jones fechou ontem estável, com + 0,01%.
Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 84,08.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

Dólar x Euro = + 0,1400% = 1,3393
Dólar x Yene = + 0,0600% = 94,010
Dolar x Libra = - 0,4900% = 1,5454
Dólar x Real = - 0,9600% = 1,7430
Real x Euro = + 1,0060% = 2,3515

Cenário interno:

No passado mais distante, quando não havia falta de ativos para se investir, uma elevação na taxa de juros tinha impacto direto nos preços das ações cotadas em bolsa. Ultimamente, esta não tem sido a reação dos mercados acionários, que “ignoram” estas regras básicas e não respondem aos aumentos de taxas de juros com redução nos preços das ações. Parece porém que ontem, a perspectiva clara de aumento dos juros básicos que deverá ocorrer na próxima quarta feira, dia da reunião do COPOM, o mercado acionário sentiu a provável elevação dos juros, tendo uma natural queda nos seus preços. A estimativa da maioria dos analistas é que o Comitê de Política Monetária irá subir a taxa básica de juros em 0,75%. A toda ação cabe uma reação inversa e proporcional.

Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,92%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,743.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,3355..

Risco Brasil ficou em 176 pontos.

Fast News 26/04/2010

Cenário Externo:

A “tragédia grega” parece que vai continuar por mais algum tempo. O governo alemão, que tem pela frente uma eleição regional no próximo dia 9 de maio, já manifestou que irá impor certas condições para liberar sua cota de ajuda. Como o Brasil conhece bem, o FMI para fazer empréstimos para países em dificuldade financeira, impõe uma serie de medidas que desagradam e prejudicam qualquer discurso político, pois as restrições impõem sacrifícios e atingem a população como um todo. O fato é que, em casa que falta pão todos reclamam e ninguém tem razão.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Xangai cai.
Índice Dow Jones fechou sexta-feira em alta de 0,63%.
Barril de petróleo para junho fechou sexta em alta, cotado a US$ 85,09.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

Dólar x Euro = + 0,6000% = 1,3376
Dólar x Yene = + 0,6000% = 93,980
Dolar x Libra = - 0,1200% = 1,5376
Dólar x Real = - 0,1600% = 1,7600
Real x Euro = - 0,9401% = 2,3515

Cenário interno:

O prato da semana será feijoada à COPOM, e deverá estar pronto na próxima quarta feira. Os ingredientes já estão separados (eleições, inflação, demanda aquecida, dólar barato, déficit publico em alta, etc.), agora resta saber qual será a dose de pimenta dos juros que será colocada no molho. Alguns (heterodoxos) entendem que o prato pode ficar bom mesmo sem pimenta, ou que uma pitada com 0,50% de pimenta do reino, é suficiente; outros (ortodoxos) crêem que o tempero fica no ponto com 0,75% de pimentinha verde; mas há aqueles (ultra ortodoxos) que preferem uma dose forte de 1% de malagueta brava. O certo é que em qualquer hipótese as reclamações serão muitas e que o mercado financeiro vai agitar bastante a cumbuca esta semana.
Índice Bovespa encerrou o dia de sexta em alta de 0,18%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,760.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,3515.

Risco Brasil caiu para 176 pontos.

Fast News 23/04/2010

Cenário Externo:

Característica de modelos centralizados, a falta de transparência do governo socialista grego, que maquiou suas contas públicas e levou o país a ser o maior problema da Europa no pós crise financeira, viu agravada sua situação nos últimos dias. Com o déficit público em 13,6% do PIB, a Grécia vê as taxas de juros para empréstimos ao país subir a números, talvez, impagáveis. É bastante complicado resolver o problema grego (115,1% do PIB de dívida), sem causar um razoável desconforto no mundo político e financeiro Europeu. As cinzas gregas pairam no ar Europeu. Uns dizem que podem causar algum problema nas turbinas da economia do bloco. Outros entendem que nada acontecerá. O certo é que dentro de algum tempo serão apenas cinzas do passado.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas encerram a semana em baixa.
Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,08%.
Barril de petróleo para junho fechou estável, cotado a US$ 83,65.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

Dólar x Euro = + 0,3000% = 1,3397
Dólar x Yene = + 0,2000% = 93,350
Dolar x Libra = + 0,3000% = 1,5043
Dólar x Real = + 0,6800% = 1,7630
Real x Euro = + 0,8300% = 2,3296

Cenário interno:

Não parece provável que hoje o mercado financeiro tenha qualquer reação com relação ao que vai acontecer com nossa taxa básica de juros na reunião do COPOM, da próxima semana. Com a Grécia aceitando a ajuda do FMI e da Europa, e não surgindo nenhuma novidade ruim no processo de ajuda aos gregos, os mercados devem ter um dia ameno e positivo também aqui no Brasil.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,10%.
Dólar encerrou o dia de ontem em alta, cotado a R$ 1,763.
Euro fechou em queda, cotado a R$ 2,3296.

Risco Brasil subiu para 179 pontos

Fast News 22/04/2010

Cenário Externo

O The Japan News faz uma interessante avaliação da Índia no contexto mundial e regional, em contraponto a China. Destaca sua dificuldade em lidar com os problemas políticos de sua região, embora tenha força suficiente para enfrentar as questões, por exemplo, do Paquistão. Mas principalmente demonstra a pouca expectativa dos hindus, por “falta de meios e de ambição”, de querer confrontar poder no mundo contemporâneo. Essa não é, definitivamente, a vocação do país de Gandhi, que não se sente bem como “grande poder” emergente. Assim, a Índia, maior democracia do mundo, é uma nação amena e politicamente consolidada, parecendo ser também uma boa e segura opção de investimento para o capital estrangeiro.

Bolsas européias abrem em baixa.

Bolsas asiáticas fecham em baixa.

Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,07%.

Barril de petróleo para junho fechou em baixa, cotado a US$ 83,68.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:

Dólar x Euro = - 0,3500% = 1,3392
Dólar x Yene = - 0,2000% = 93,180
Dolar x Libra = + 0,2100% = 1,5412
Dólar x Real = - 0,1700% = 1,7510
Real x Euro = + 0,3700% = 2,3490

Cenário interno:

O FMI, em seu relatório pré-assembléia do Fundo e Banco Mundial, a ser realizado no próximo fim de semana, elevou sua projeção para o PIB brasileiro, estimando um crescimento de 5,5% para esse ano. Provavelmente, na próxima medição, o Fundo Monetário Internacional irá aumentar novamente sua atual previsão. Seguindo no atual caminho de grande aquecimento da economia, o Brasil irá enfrentar, ou já está enfrentando, dificuldades com o aumento dos preços internos e a falta de oferta de produtos. Este é um filme conhecido e que requer medidas precisas para o país fugir do fantasma da inflação. Vamos conferir sua preocupação, na semana vem, quando acontecerá a próxima reunião do COPOM.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,32%.

Dólar encerrou o dia de ontem em baixa, cotado a R$ 1,751.

Euro fechou em queda, cotado a R$ 2,349.

Risco Brasil subiu para 176 pontos. 

Fast News 20/04/2010

Cenário Externo:

O mundo gira e as historias acompanham esse movimento em vários setores da atividade humana. Em excelente matéria, o The Economist faz uma análise dessas mudanças e destaca os países emergentes como novos protagonistas da economia mundial. De forma contemporânea, o estudo passa pelo Japão que revolucionou a maneira de fazer automóvel nos anos sessenta, e chega aos BRICs e seus emergentes parceiros que vêm fazendo e produzindo melhor e bem mais barato aqueles produtos vistos como possíveis de se fazer só nos países ricos. Investir pesadamente em cultura foi a “esperteza” da China (75.000) e da Índia (60.000), novos formandos em grau elevado, por ano, respectivamente. Do crescimento mundial futuro, 70% vêm de países emergentes, sendo 40% da Índia e China, destaca a matéria da revista. Realmente a roda girou e o novo mundo está de cabeça para baixo.

Bolsas européias abrem em alta.

Bolsas asiáticas fecham entre pequenas baixas e altas.

Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,67%.

Barril de petróleo para maio fechou em baixa, cotado a US$ 81,63.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = - 0,1200% = 1,3491
Dólar x Yene = + 0,3400% = 92,420
Dolar x Libra = - 0,2300% = 1,5338
Dólar x Real = - 0,3400% = 1,7520
Real x Euro = - 1,0400% = 2,3680

Cenário interno:

Os mercados brasileiros ficaram no dia de ontem, um pouco intoxicados com as cinzas dos mercados financeiros asiáticos e europeus. Nada que os bons ventos que sopram atualmente sobre a economia brasileira não possam jogar para longe no dia de hoje. Isso não quer dizer que não temos nossas próprias cinzas (pressão inflacionária, déficit público, deficiência de infra-estrutura) para serem empurradas para fora do nosso, por enquanto, céu de brigadeiro.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,47%.

Dólar encerrou o dia de ontem em baixa, cotado a R$ 1,752.

Euro fechou em queda, cotado a R$ 2,368.

Risco Brasil ficou estável em 168 pontos.

Fast News 19/04/2010

Cenário Externo:

Os mercados financeiros estão assustados nesta manhã com as informações de fraude em operações do Goldman Sachs Bank. Na sexta feira o Securities and Exchange Commission acusou o banco de fraude e sugeriu envolvimento de outras instituições como Deutsche Bank, Credit Suisse, Barclays e UBS. Em conseqüência, as bolsas asiáticas fecharam em baixa e as européias abriram também em queda. Parece que as cinzas vulcânicas estão atingindo também os mercados financeiros nesta segunda feira.

Bolsas européias abrem em baixa.

Bolsas asiáticas fecham em baixa.

Índice Dow Jones fechou sexta-feira em baixa de 1,13%.

Barril de petróleo para maio fechou em baixa, cotado a US$ 82,83.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = - 0,5270% = 1,3400
Dólar x Yene = - 0,2712% = 91,930
Dolar x Libra = - 1,0424% = 1,5200
Dólar x Real = - 0,5700% = 1,760
Real x Euro = 0,0000% = 2,3742

Cenário interno:

É possível que o nervosismo dos mercados mundiais nesta segunda-feira, cuja origem é a informação de problemas com o Goldman Sachs americano e alguns outros bancos no exterior, contamine também os mercados financeiros aqui no Brasil. Antigamente quando os americanos ficavam resfriados, nós costumávamos tomar aspirina aqui. Esta situação tem se alterado ultimamente, pois parece que nossa resistência às gripes vindas de fora tem melhorado bastante. Mas que a gente deve dar um espirrinho, lá isso deve.

Índice Bovespa encerrou o dia de sexta em baixa de 1,56%.

Dólar encerrou o dia de sexta-feira em alta, cotado a R$ 1,760.

Euro fechou estável, cotado a R$ 2,3742.

Risco Brasil fechou estável a 177 pontos.

Fast News 16/04/2010

Cenário Externo:

O epicentro do terremoto financeiro que atingiu a Europa foi na Grécia, mas seus efeitos agora balançam as estruturas portuguesas. Enquanto isso, o terremoto que atinge o mercado financeiro Chinês foi um crescimento do PIB de 11,9% no primeiro trimestre de 2.010, em comparação com um ano atrás, segundo o Escritório Nacional de Estatística da China. Os dois abalos foram importantes, mas parece que o da China, ao menos nesse momento, não deixará vítimas.

Bolsas européias abrem indefinidas entre altas e baixas.

Bolsas asiáticas fecham em baixa.

Índice Dow Jones fechou ontem em alta de 0,19%.

Barril de petróleo para maio fechou com pequena baixa, cotado a US$ 85,48.

BEXS informa:

Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Dólar x Euro = + 0,6000% = 1,3573
Dólar x Yene = - 0,2000% = 93,060
Dolar x Libra = - 0,2000% = 1,5495
Dólar x Real = - 0,1700% = 1,7520
Real x Euro = + 0,3000% = 2,3749

Cenário interno:

A cotação da moeda americana tendia a terminar o dia de ontem abaixo de 1,74 reais por dólar, quando o Banco Central fez um segundo leilão de compra, coisa que não fazia desde 2.007, e puxou a taxa para cima no seu fechamento. A autoridade monetária “marca” cada vez mais sua preferência por uma taxa de câmbio em torno de R$ 1,80 para o Real frente ao dólar americano. Assim, caminhamos para uma elevação da taxa de juros na próxima reunião do COPOM.

Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,72%.

Dólar encerrou o dia de ontem em baixa, cotado a R$ 1,752.

Euro fechou em queda, cotado a R$ 2,3749.

Risco Brasil ficou estável em 168 pontos.

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