Segundo o jornal oficial chinês, o preço de terra subiu cerca de 140% em um ano e há sinais de manutenção da pressão dos preços de imóveis sobre o povo chinês que têm encontrado dificuldade para adquirir moradia para suas famílias. De outro lado as reservas atingiram US$ 2,4 trilhões no final do ano passado e já há evidencias que o governo chinês vai permitir uma valorização do yuan (Y$ 6,65 por dólar) ainda no primeiro semestre deste ano. Assim, temos o setor interno da China suprindo as perdas do setor exportador, o que está engordando a atividade econômica também alimentada pelo fluxo positivo de dinheiro que viaja a procura de rentabilidade melhor, já que a remuneração é próxima de zero nas economias ocidentais. Desvalorização por um lado e demanda aquecida de outro, quando colocados no liquidificador da lógica econômica e irrigados por reservas e recursos mundiais, podem ser um combustível explosivo para a sua estabilidade.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,76%.
Barril de petróleo para abril encerrou o dia em baixa, cotado a US$ 78,80.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,0003% = 0,7378
Dolar x Libra = + 0,0072% = 1,4972
Yene x Dólar = - 0,0700% = 89,230
Real x Dólar = + 0,4900% = 1,7960
Real x Euro = + 1,6000% = 2,4369
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior, divulgou o resultado da balança comercial de fevereiro, que registrou um superávit de US$ 394 milhões, contra um déficit de US$ 166 milhões em janeiro. No acumulado do ano o país exportou o equivalente a US$ 23.502 bilhões contra US$ 23.274 bilhões de importações. Simples e bom diante da queda de demanda da economia mundial. Como provavelmente diria Einstein, “tudo deve ser feito tão simples como possível, mas não mais simples que isso”.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 1,09%.
Dólar encerrou o dia de sexta em baixa, cotado a R$ 1,796.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,4369.
Risco Brasil caiu para 201 pontos.
O Japão está devagarzinho despertando novamente e aguçando o interesse dos mercados financeiros em todo o mundo. Em matéria do The Times de Londres, segundo dados da Trustnet, um grupo de análise de fundos financeiros, enquanto os mercados emergentes do setor de fundos aumentaram 56% em 2.009, no Reino Unido 30%, o resto da Europa 19%, América do Norte 18,6%, o Japão continuou em declínio e fechou o ano passado com queda de 3,6%. É certo que eles têm que cortar custos, mas também é certo que 43% das suas empresas já não têm empréstimos líquidos. Simplificando, a Ásia está ficando cada vez mais forte e seria bom para a economia mundial que a economia do país do sol nascente, que por muitos anos andou de lado, começasse a brilhar novamente no horizonte.
Bolsas européias abrem entre em alta.
Bolsas asiáticas fecham o primeiro dia da semana em alta.
Índice Dow Jones encerrou sexta estável, positivo em 0,04%.
Barril de petróleo para abril encerrou o dia em baixa, cotado a US$ 80,27.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,0010% = 0,7346
Dolar x Libra = - 0,0032% = 1,5156
Yene x Dólar = + 0,0007% = 89,090
Real x Dólar = + 1,3100% = 1,8050
Real x Euro = - 0,5200% = 2,4780
Terminada a jornada de fevereiro e com o fim da ressaca do carnaval, entramos no mês de março que deve começar a ter cores de ano de eleição mais definidas e trazer junto com os debates alguns pequenos ou grandes tremores em nossa economia. Voltaremos a ouvir (aqueles que ainda tem paciência) aquelas velhas ladainhas de que “todos” têm a melhor solução para o país (o próprio candidato) crescer e melhorar. Só de pensar na enxurrada de novas (velhas) soluções que os candidatos darão para todos os brasileiros já começa a dar sono.
Índice Bovespa encerrou o dia de sexta-feira em alta de 0,58%.
Dólar encerrou o dia de sexta em baixa, cotado a R$ 1,805.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,478.
Risco Brasil caiu para 213 pontos.