“Prolongada a monotonia”, comentou o The New York Times, em sua edição de ontem, ao manifestar o enfastio dos americanos com a falta de mudança na política de juros próximo de zero, que já acontece desde março do ano passado. Após o relatório do F.O.M.C (espécie de COPOM americano), mantendo o termo “estendido” para definir a manutenção da taxa, procurar com um microscópio algum sinal, mesmo que milimétrico, que possa sugerir alguma mudança de direção à frente, passou a ser um exercício obrigatório para todos os analistas do mercado financeiro mundial.
Como nos ensinou o filosofo e escritor espanhol Miguel Jugo, “felizes aqueles cujos dias são todos iguais”.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em alta.
Índice Dow Jones fechou em alta de 0,41%.
Barril de petróleo para abril fechou em alta, cotado a US$ 82,00.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,6000% = 0,7265
Yene x Dólar = + 0,1000% = 90,400
Dolar x Libra = - 1,1200% = 1,5226
Real x Dólar = - 0,1600% = 1,7660
Real x Euro = - 0,8498% = 2,4123
A moeda americana se desvalorizou ontem em quase todos os mercados do mundo, também em função da manutenção da taxa básica de juros, que ficou próxima de zero, como anteriormente. No Brasil houve uma pequena valorização, mas muito mais em função de um dia equilibrado entre a oferta e procura de moeda, do que como qualquer reflexo pela decisão da autoridade americana. Mesmo com o mercado nacional não esperando nenhuma novidade do COPOM em sua próxima reunião mensal (quarta e quinta desta semana), para determinar a taxa de juros para os próximos dias, ainda assim pode haver algum solavanco, principalmente causado por aqueles que não gostam de muita estabilidade e vão tentar “ler” algum recado diferente na ata que comentará o porquê da taxa, seja ela mantida ou não. Assim deverá ser, pois a boa e clara compreensão lê o que está escrito; a vontade acha e lê o que quer.
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 1,33%.
Dólar encerrou o dia com pequena alta de 0,16%, cotado a R$ 1,766.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,4328.
Risco Brasil fechou no mesmo nível de 187 pontos.
Apesar dos tímidos números de recuperação da economia americana, sobram desconfianças de que há ainda um longo caminho a percorrer, até que os dados positivos da atividade econômica possam contagiar todas as pessoas e agentes do mercado mundial. Segundo noticias vindas de Paris e publicadas no The New York Times, a agencia de rating Moody’s teria sugerido que os Estados Unidos estariam próximos de um downgrade (rebaixamento) em seu grau AAA de credito.É certo que para fazer frente ao serviço da dívida americana será necessário um aumento da arrecadação via aperto tributário, coisa que nem americano nem ninguém gosta.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones fechou em alta de 0,16%.
Barril de petróleo para abril fechou em baixa, cotado a US$ 79,65.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,7000% = 0,7310
Yene x Dólar = + 0,0900% = 90,490
Dolar x Libra = + 1,0000% = 1,5053
Real x Dólar = 0,0000% = 1,7630
Real x Euro = + 0,4890% = 2,4123
O mercado brasileiro está andando de lado, a espera da divulgação da nova taxa básica de juros, que não deverá ter nada de “nova”, mas continuar sendo a mesma (8,75% AA), já adotada no passado. Sem novidades que estimulem os agentes de mercado a adotar caminhos diferentes para suas posições de investimento, ficam todos dançando meio de ladinho e no lugar. Enquanto o mercado financeiro procura emoção para ficar agitado, do lado político sobram incertezas; o queijo suíço do Brasil está sendo comido pelas beiradinhas, cheio de furos, cada vez menor para a cada vez maior quantidade de ratinhos, mas o mercado parece que ainda não percebeu ou está fazendo de conta que não vê.
Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,46%.
Dólar encerrou o dia estável, cotado a R$ 1,763.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4123.
Risco Brasil fechou no mesmo nível de 187 pontos.
Esta será uma semana irritadiça para o mercado financeiro que saberá se o FED irá ou não mexer na taxa de juros. Apesar de haver uma clara e anunciada expectativa de manutenção dos juros perto de zero por cento, não podemos descartar totalmente uma mudança de direção por parte das autoridades monetárias americanas. Hoje em dia não basta os Bancos Centrais aumentarem ou não suas taxas de juros; cabe “interpretar” os argumentos que serão divulgados para lastrear suas decisões, e aí, os mercados vão se posicionar em uma ou outra direção. Não podemos esquecer que entre os interpretadores de plantão há também aqueles (especuladores) que apostam contra as tendências, enfumaçando, por vezes, a correta visão da melhor direção a seguir. È claro que a inflação também já preocupa os americanos.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou sexta em alta de 0,12%.
Barril de petróleo para abril fechou em baixa, cotado a US$ 80,96.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,6000% = 0,7264
Yene x Dólar = 0,0000% = 90,500
Dolar x Libra = - 0,8000% = 1,5187
Real x Dólar = + 0,2800% = 1,7630
Real x Euro = - 0,3685% = 2,4241
Aqui na terra do samba e do futebol, com menos tensão que em outros países, saberemos esta semana se a autoridade monetária irá ou não aumentar a taxa básica de juros. Parece que as maiores apostas são no sentido da manutenção dos juros em 8,75% ao ano, já que a inflação, embora com tendência de alta (5%), ainda não descolou totalmente do centro da meta que é de 4,5% para este ano. Apesar do nervosismo que será “criado” por muitos agentes do mercado, é provável que continuemos navegando em mar calmo.
Índice Bovespa encerrou o dia sexta-feira em baixa de 0,78%.
Dólar encerrou o dia de sexta-feira em baixa, cotado a R$ 1,763.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,4241.
Risco Brasil caiu para 187 pontos.
A China já convive com aumento da inflação e vê a aproximação do momento em que vai ter que começar a enxugar mais fortemente a liquidez da sua economia. O BC não aumenta a taxa de juros (5,31%) desde dezembro de 2.007 e sua moeda é mantida em 6,83 yuan por dólar. Enxugar liquidez e controlar financiamentos e investimentos devem ser políticas adotadas nos próximos meses. Como os pacotes de ajuda ao mercado foram, provavelmente, os maiores do mundo, parece que começa a se aproximar o momento do governo jogar água no chopp do chinês.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham encerraram a semana entre altas e baixas.
Índice Dow Jones fechou em alta de 0,42%.
Barril de petróleo para abril fechou em alta, cotado a US$ 82,27.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,2000% = 0,7348
Yene x Dólar = - 0,0000% = 90,520
Dolar x Libra = - 0,6000% = 1,5033
Real x Dólar = + 0,1700% = 1,7680
Real x Euro = - 0,0002% = 2,4152
Guardadas as devidas proporções do caos econômico que se apossou do mundo, ou de boa parte dele no ano passado, o resultado do Brasil até que não foi ruim. Fechamos o ano com nosso país produzindo apenas menos 0,2% (PIB) do que produzimos no ano anterior. Comparado com os resultados de alguns países (Rússia – 7,9%, México – 6,5%, só para citar dois do G20 ) , fomos bem. Como nem tudo são flores, houve país que, apesar da crise, cresceu e de forma vigorosa (China + 8,7%, Indonésia + 4,5%, Índia + 5,6%). Este lado, o do crescimento, não incomoda; o que é de tirar o sono é o aumento da máquina estatal e seus custos. Como disse o ensaísta e cientista Benjamim Franklin, “o ganho é transitório e incerto; mas, durante a vida, a despesa é constante e certa”.
Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,14%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,768.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4152.
Risco Brasil subiu para 190 pontos.
Com o enorme déficit do mês de fevereiro, os Estados Unidos completaram o décimo sétimo mês consecutivo de resultados negativos nas contas públicas. No passado, quando havia o perigo de uma onda vermelha gigante atormentando o sossego dos americanos, era porque os Russos estavam chegando. Hoje os “inimigos” são também vermelhos. Do lado interno, os seguidos déficits e no externo a grande onda chinesa que está quase superando o PIB do Japão, e neste ritmo, dentro de alguns anos poderá ameaçar a supremacia hoje dos americanos. Como para tentar saber o futuro devemos olhar o passado, se o fizermos, encontraremos a China como maior potência mundial da antiguidade.
Bolsas européias abrem sem definição de tendência, entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Xangai cai.
Índice Dow Jones fechou estável a + 0,03%.
Barril de petróleo para abril fechou em alta, cotado a US$ 81,97.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,4000% = 0,7334
Yene x Dólar = - 0,6000% = 90,510
Dolar x Libra = + 0,1000% = 1,4976
Real x Dólar = + 0,5000% = 1,7710
Real x Euro = + 0,8697% = 2,4145
As exportações caminham bem, com destaque mais uma vez para o agronegocio, que continua sendo um importante motor para nossa economia. O ingresso líquido de recursos no mercado financeiro, o bom desempenho do comercio exterior e os investimentos diretos, oferecem boa quantidade de dólares no mercado interno de cambio e, junto com outros fatores políticos e econômicos, criam um terreno favorável para a valorização da nossa moeda. O Banco Central continua atuando com compras diárias, para tentar manter a paridade cambial em equilíbrio com sua política monetária.
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 0,58%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,771.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4145
Risco Brasil caiu para 185 pontos.
Quando o dólar se valoriza frente à maioria das moedas no exterior, normalmente este movimento é inverso ao que acontece com os preços das commodities e ações. Apesar de os USA ter uma taxa de juros próxima de zero, sua moeda ainda é o refugio para onde correm as reservas em momentos de incerteza ou transição. Neste momento são movimentos de espera ou para mudar de ativos ou porque há rumores de novas dificuldades à frente. Em dias de chuva e muito raio, quando não temos para onde correr, é melhor abaixar e ficar quietinho.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones fechou estável a 0,00%.
Barril de petróleo para abril fechou em baixa, cotado a US$ 79,85.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,2000% = 0,7356
Yene x Dólar = + 0,4000% = 89,980
Dolar x Libra = + 0,5000% = 1,4994
Real x Dólar = + 0,1600% = 1,7820
Real x Euro = - 0,3700% = 2,4355
O governo brasileiro está fazendo o jogo do gato e o rato com o dos USA. A OMC (Organização Mundial do Comercio) autorizou o Brasil a retaliar produtos americanos para valores que podem passar de US$ 590 milhões, por subsídios oferecidos aos produtores de algodão. Agora as missões de ambos estão se reunindo para resolver o que fazer. Será que pela primeira vez na historia, nós vamos ser os gatos? Ou este é apenas um jogo político onde ganham sempre os mesmos, ou seja, os políticos e suas bravatas. Não devemos esquecer que a toda ação cabe uma reação inversa e proporcional.
Índice Bovespa encerrou o dia em alta de 1,46%.
Dólar encerrou o dia em baixa, cotado a R$ 1,782.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4355.
Risco Brasil subiu para 187 pontos.
Deu no The New York Times: “o ministro chinês Yang Jiechi disse em uma entrevista coletiva que o governo do presidente Obama havia comprometido seriamente a relação entre os dois países ao anunciar a venda de armas para Taiwan, além de declarar que a Casa Branca receberá o líder espiritual tibetano Dalai Lama”. Está claro que não é desejável nem aos USA nem a China e nem a ninguém um mal estar, neste momento, entre estas duas potências, de filosofias políticas tão díspares e econômicas não tanto. Por trás dessas picuinhas está, entre outras, a questão da desvalorização do yuan, pleito feito pelos USA e, até agora, recusado pelo governo chinês. Parece que a China está “jogando uma pedra” para distrair o soldado americano. Resta saber se vai dar certo para o chinês ou se, como em todo filme americano, no final quem se dá mal é o “alemão”. Como disse alguém desconhecido, ”as crises você não pode escolher, mas pode escolher a maneira como enfrentá-las”.
Bolsas européias abrem em baixa.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones fechou em baixa de 0,13%.
Barril de petróleo para abril fechou estável, cotado a US$ 81,80.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = + 0,1000% = 0,7336
Yene x Dólar = - 0,0300% = 90,310
Dolar x Libra = + 0,5000% = 1,5065
Real x Dólar = - 0,0000% = 1,7850
Real x Euro = - 0,3700% = 2,4367
Fica a sensação de que há um clima neutro no mercado financeiro, que têm oscilado um pouquinho para lá e um pouquinho para cá, a espera de algum bom motivo para aumentar posições compradas ou vendidas e melhorar os resultados das diversas carteiras de investimento. Os participantes do mercado Tupiniquim continuam olhando para o céu para tentar ver algum cometa passando. È certo que o cometa “ano de eleição” vai passar e ninguém sabe ainda se vai ou não atingir os negócios e, atingindo, quais. Por enquanto, vamos seguindo rio acima, esperando que o ótimo motor que vêm empurrando nosso barco continue com a mesma potência que tem demonstrado nos últimos meses.
Índice Bovespa encerrou o dia em baixa de 0,39%.
Dólar encerrou o dia de ontem estável, cotado a R$ 1,785.
Euro fechou estável, cotado a R$ 2,4367.
Risco Brasil caiu para 181 pontos.
A falta de transparência, a manipulação da dívida pública da Grécia, com ajuda do Goldman Sachs entre outros bancos, muitos europeus, versus uma reação européia tímida e desorganizada e a falta de mecanismos para assegurar a disciplina do pacto de estabilidade financeira, torna os problemas gregos difíceis ou impossíveis de consertar, destaca Le Figaro na edição de hoje. A solidariedade além da existência de um Banco Central e uma moeda única pressupõe que a Europa não pode simplesmente ignorar os problemas de seu vizinho do sul. A Alemanha, um ator fundamental no palco desta crise, vive o antagonismo de, diferentemente dos gregos, ser austero, por princípio, em sua forma de lidar com a coisa pública. Claro que ser a espinha dorsal da Europa não é confortável para os alemães neste momento. A grande dificuldade, e a França têm o mesmo problema, é que a baixa atividade econômica gera uma enorme falta de emprego e, assim, a roda não gira e não há como pagar a dívida. Lembrando Roger Elleton, “se o cachorro está sentado em cima do prego e não se move é porque não está doendo o suficiente”.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas encerraram a semana em alta.
Índice Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,46%.
Barril de petróleo para abril encerrou o dia em baixa, cotado a US$ 78,90.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,8000% = 0,7363
Dolar x Libra = + 0,4000% = 1,5036
Yene x Dólar = - 0,8000% = 89,120
Real x Dólar = - 0,1100% = 1,7920
Real x Euro = + 0,5100% = 2,4276
Importante notar que houve no mês de fevereiro uma entrada líquida (a diferença entre entrada e saída de recursos) de US$ 3,8 bilhões de dólares no mercado de capitais brasileiro. Não resta dúvida que, nesse e nos próximos anos, o Brasil será o “cara” do mercado financeiro mundial. Qualquer aposta contra a terra das palmeiras onde canta o sabiá, será fadada ao fracasso tanto aqui como lá.
O dólar subiu ontem 0,8% frente ao euro (1,3585), 0,4% em face da libra (1,5036) e 0,8% contra o iene (89,12).
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,26%.
Dólar encerrou o dia de ontem estável, cotado a R$ 1,792.
Euro fechou em baixa, cotado a R$ 2,4276.
Risco Brasil caiu para 196 pontos.
As bolas da crise estão colocadas na mesa de bilhar da economia mundial. Jogam as brancas européias para tentar defender as vermelhas gregas. O Ministro George Papandreou, em discurso para seus ministros e para a nação grega, deixou ontem em aberto a possibilidade de a Grécia buscar recursos junto ao FMI, caso a EU (união Européia) não apóie, ou de alguma forma deixe de ajudar, a necessidade de suporte creditício para que os gregos possam superar o momento de dificuldade que passa a terra de Platão. Como diria o filosofo e economista escocês Adam Smith, “para aqueles que se habituaram à posse de admiração pública, ou mesmo a esperança de conquistá-la, todos os demais prazeres empalidecem e definham”.
O dólar caiu nesta quinta feira frente ao euro (1,3694 - 0,6%), a libra (1,5131 - 0,8%) e ao iene (88,47 - 0,4%), depois que a Grécia anunciou seu pacote de medidas para reduzir seu déficit em quatro pontos percentuais.
Bolsas européias abrem em alta.
Bolsas asiáticas fecham em baixa.
Índice Dow Jones encerrou o dia em baixa de 0,09%.
Barril de petróleo para abril encerrou o dia em alta, cotado a US$ 80,94.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,0043% = 0,7302
Dolar x Libra = + 0,0057% = 1,5098
Yene x Dólar = - 0,4000% = 88,4400
Real x Dólar = - 0,4400% = 1,7880
Real x Euro = 0,0000% = 2,4412
A atuação do Banco Central no mercado de cambio tem permitido a estabilidade da cotação da moeda nos últimos meses. Ontem quando o mercado tendia a mais uma valorização do real, a atuação da autoridade monetária comprando dólar a R$ 1,795, reverteu o caminho da cotação da moeda americana que acabou valorizada ao final do pregão em 044%. Apesar da calma do mercado financeiro brasileiro há, em período pré-eleitoral, uma fumaçinha no ar indicando risco de incêndio a qualquer momento.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em baixa de 0,20%.
Dólar encerrou o dia de sexta em baixa, cotado a R$ 1,788.
Euro fechou estável, cotado a R$ 2,4412.
Risco Brasil ficou estável em 201 pontos.
A Austrália elevou seus juros em 0,25 pontos percentuais, subindo nesta terça-feira a taxa para 4% ao ano e sinalizou novos aumentos à frente, após dados mostrarem uma surpreendente e rápida recuperação econômica. Provavelmente os ventos que sopram por lá também vão soprar por cá.
Bolsas européias abrem entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham em alta, mas Hong Kong cai.
Índice Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,02%.
Barril de petróleo para abril encerrou o dia em alta, cotado a US$ 79,79.
Os percentuais de oscilação na relação de troca entre alguns pares de moedas:
Euro x Dólar = - 0,0006% = 0,7339
Dolar x Libra = + 0,0022% = 1,5017
Yene x Dólar = - 0,0500% = 88,8000
Real x Dólar = + 0,8800% = 1,7800
Real x Euro = - 0,1765% = 2,4412
A economia paulista navega em águas calmas com a inflação medida pelo IPC-Fipe mostrando uma desaceleração para 0,74%, depois de ter alcançado 1,34% no mês de janeiro. No mercado de cambio, a cotação do Real teve uma valorização frente ao dólar de 0,88% no fechamento do mercado de ontem e encerrou o dia valendo R$ 1,78 por dólar.
Índice Bovespa encerrou o dia de ontem em alta de 0,82%.
Dólar encerrou o dia de sexta em baixa, cotado a R$ 1,78.
Euro fechou em alta, cotado a R$ 2,4412.
Risco Brasil ficou estável em 201 pontos.