Cenário Externo: Parece ser talvez inteligente um governo analisar a experiência dos outros para enfrentar suas crises, tentando assim minorar os efeitos dos desequilíbrios econômicos e sociais periódicos que podem causar desconforto às pessoas em todo o mundo. Quando olhamos o momento pós-queda das atividades econômicas que atordoaram a Europa recentemente, nos surpreendemos (embora não seja a primeira vez) com a capacidade da Alemanha de se recuperar das suas agruras, causadas ou não pelos próprios alemães. Poderíamos buscar as mais profundas análises e explicações para tentar entender a força de superação dos germânicos, mas vamos ao mais simples: alto desenvolvimento cultural e prioridade na educação de ponta; a Alemanha “caça” ferozmente os aumentos de preço que puxam a inflação, pois tem sedimentado em suas mentes ser esse o ponto fundamental a administrar para se obter estabilidade econômica em longo prazo; os alemães não tem nenhum receio de fazer reformas, como recentemente a importantíssima flexibilização do mercado de trabalho, com forte desregulamentação na legislação trabalhista que alinhou os objetivos do Estado aos do cidadão, permitindo assim o crescimento dos empregos. A Alemanha persegue o aumento da produtividade tenazmente; o povo é culturalmente muito desenvolvido o que lhes permite velocidade na atualização das regras do jogo político e econômico, com o suporte do aprendizado que os ensinamentos das consequências dos vários conflitos bélicos lhes proporcionaram. A lembrança do sofrimento indica com mais verdade os caminhos a serem perseguidos e os alemães sabem muito bem o que isso quer dizer.
Cenário interno:
A intuição informa:
Que o grande culpado na queda de competitividade da indústria brasileira não é o Real valorizado.
Que política protecionista (ou seja lá o nome que o governo dá às suas interferências), não dá, nem nunca deu certo.
Que onde há praticamente pleno emprego e salários em alta, não pode haver desindustrialização.
Que a forte interferência do governo desarticula e destrói toda estrutura montada no mercado financeiro.
Que a desregulamentação continua sendo o melhor caminho para o desenvolvimento.
Que não houve nem a “marolinha” do Lula nem a guerra cambial do Mantega.
Que o Presidente do Brasil continua sendo o mesmo desde 2.003, num modelo tupiniquim de continuísmo.
Que o Estado em vez de mínimo está ficando máximo.
Que o governo joga como o Arapiraca do Ceará e se enxerga como o Barcelona da Espanha.
Que a ignorância vai continuar alimentando a incompetência.
Que não pode ser bom um Ministro do Trabalho (Brizola Neto), ter como prioridade a união do seu partido.
Que a oposição no Brasil, se é que existiu, ninguém sabe ninguém viu, mas parece que sumiu.
Que o Brasil vai continuar sendo o país do futuro.
Que as coisas não ficam tão ruins se usarmos a Argentina como exemplo.
Que ou o Brasil acaba com a corrupção ou devemos todos ir também morar em Brasília
Recado: fácil de resolver não é, mas o certo é que o nosso dinheiro continua indo “cachoeira” abaixo.
Prospectiva Econômica:
Balança comercial: superávit de US$ 2,26 bilhões em 2.012.
Inflação: abril – 0,43% - abril.
Juros: 9,00% AA.
Dólar: R$ 1,85.
Reservas: US$ 374,4 bi.
Perspectiva Econômica:
Inflação: 0,55% - maio.
Juros: 8,5%.
Dólar. R$ 1,90.
Burocranômetro:
Sem qualquer sinal de melhora.
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Cenário Externo: continua difícil, porém melhorando, a saúde econômica dos USA e da Europa. O jogo está definido e as peças do xadrez distribuídas. O risco parece vir da instabilidade emocional das relações do Irã com o resto do mundo ou quase isso. Não há mais espaço (ao menos onde a vista alcança) para radicalizações políticas nos dias de hoje. Sendo certo esse raciocínio, resta saber até onde vai o pragmatismo da questão do petróleo iraniano (terceiro maior produtor do mundo), frente às necessidades dos países importadores. Esse pode ser um nervo exposto, capaz de desarrumar a casa nesse momento em que a maioria daqueles países que estão em dificuldades prefere fazer de conta que o problema econômico existe só no vizinho. Não seria bem vindo um desequilíbrio forte causado pelos desencontros entre produtores e consumidores de ouro negro em todo o mundo, principalmente se esse “balanço” for acompanhado por radicalizações bélicas de ambos os lados.
Cenário Interno: sonho brasileiro: as estradas são boas, os portos e aeroportos são modernos e principalmente eficientes; não há burocracia; os investimentos estão sendo feitos e na direção correta; os tributos são justos e a arrecadação bem utilizada; o ensino em todos os níveis é eficiente; o judiciário opera de maneira isenta da política; o legislativo é praticamente igual ao do sistema Suíço (os políticos não ganham nada e trabalham pelo bem da comunidade); o executivo “executa” sua política sem fisiologismo; não há nenhum sucateamento de ideias, o que deixa clara a linha política de cada partido; a indústria é moderna e competitiva; O ambiente político é sadio. Essas são algumas virtudes do Brasil de um dia. Porém, há atualmente um problema que é o “mordomo”, que desarruma tudo, o tal do cambio. Peeeega ele...
Os mercados sabem perfeitamente ler a falta de objetivos e alvos de longo prazo de uma política míope, de intervenções frequentes, com mudanças nas regras do jogo, que só criam volatilidade, desequilibram os mercados e fazem a alegria dos amigos da corte. Política que é o sonho de consumo dos especuladores. Quanto mais bravatas regulatórias, melhor.
Recado: é Páscoa! Era de se esperar que, por dever de ofício do poderoso Ministro Mantega, houvesse uma melhoria no ambiente estrutural do país. Ele ganha para isto, tem toda a máquina (e que máquina) pública para alimentá-lo com informações e deveria ter uma inteligência privilegiada, como o cargo exige, para tomar as decisões corretas. O fato é que estamos andando para trás. Voltamos à época da regulamentação, de triste lembrança, e da concentração da “inteligência” nas mãos de uma única pessoa. Vamos comer chocolate!
Prospectiva Econômica:
Balança comercial: superávit de US$ 2,02 bilhões
Inflação de fevereiro: - 5,37%
Juros: 9,75% a.a.
Dólar: R$ 1,80
Reservas: US$ 356 bilhões
“Burocranômetro”:
Em forte alta.
Perspectiva Econômica:
Inflação: 5,41% a.a.
Juros: 9% a.a.
Dólar: R$ 1,80
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Cenário Externo: “quase” plagiando Sir Winston Churchill: “Nunca tantos deveram tanto a tão pouca....”. Pois é, o discurso de uma Estadista com honesta e clara definição política (certa ou errada) e lúcida visão de futuro, em desuso no cenário político de hoje, derrubou a Primeira Ministra Margaret Thatcher do governo inglês. “Não nos alinharemos ao bloco europeu porque isso não será bom para a Inglaterra que perderá sua moeda e identidade. Em algum tempo a Alemanha dominará o bloco” É preciso antes acreditar na possibilidade de sucesso do euro e ela não acreditava. Parece bom para os ingleses estar fora do tsunami que alcançou o bloco europeu e atingiu o euro.
Pedagógico e lapidar para os dias de hoje: “A missão do político não é agradar todo mundo”.
Perspectiva: fica a boa sensação que as definições dos melhores ou possíveis caminhos e políticas a serem perseguidos pelas economias em dificuldade, tanto na Europa como nos Estados Unidos, estão funcionando. De certa maneira, o horizonte está menos negro que no mês passado. Continua a alta expansão qualitativa do mercado americano, agora também acompanhado por uma enxurrada de euros no bloco europeu.
Cenário interno: Será que novamente vamos ficar dando jeitinho para resolver problemas já “esgarçados” de tão conhecidos? O caminho do capital intenso necessário para o desenvolvimento da infra-estrutura passa naturalmente pelo caixa dos governos. O setor privado pode cooperar com os investimentos de responsabilidade do Estado, mas precisa estar capitalizado e ver regras claras e contratos sérios e respeitados. O capital externo tem interesse e enxerga as perspectivas de investimento em setores que tragam desenvolvimento científico no bojo dos avanços tecnológicos. Protecionismo no setor industrial, em qualquer língua, país, ano ou século, sempre se mostrou sinônimo de ineficiência. Dá para perceber que, com a demanda interna aquecida, o dólar desvalorizado ajuda e muito no combate a inflação. Sendo correta a análise publicada no Estadão que diz: “o consumo dos brasileiros deve subir 13,5% em 2.012”, e se considerarmos que teremos otimistamente um PIB de 4% esse ano, há que se buscar instrumentos que equilibrem esse descompasso, e provavelmente importar (bem e barato) deva ser um deles.
O governo brasileiro opta por um receituário “heterodoxo”. Há um homem forte (que orgulhosamente diz ser sim o dono da caneta e que ela é gorda), que decide o que é bom ou ruim para todos (viés populista). Sendo assim, logo vamos ter de lidar com as especiarias da área econômica do governo como taxa de cambio para isso ou aquilo (via tributos ou não), setores da indústria sendo beneficiados pela “competência” dos benefícios fiscais, seja lá o que for “negociado”, contra ou a favor de sabe-se lá quem. Crescem as nuvens negras do oeste quando estamos de frente para o norte.
O Brasil flerta com alguns países da América Latina que, de tempos em tempos, usam o receituário populista e desorganizam suas estruturas. Basta “simbolivar” uma estátua de algum gajo de ontem ou séculos passados, preferencialmente barbudo, e colocar no meio da praça principal de alhures como o salvador de alguma coisa. Um epitáfio cheio de inverdades heroicas criadas para endeusar o dito cujo. Mexer bem e servir com pão.
Um país com a atual filosofia política da situação, cheio de composição e vazio de reação, normalmente acaba em desilusão. Um partido de oposição sem cara nem vergonha, que nega seus atos e convicções, perde a honra e a função. E nós, brasileiros, ficamos sem rumo e sem ação.
Recado: embora sem alegria nem otimismo, sabemos que com ou sem governo vamos continuar andando para frente, pois há muita gente boa ainda interessada em fazer dessa uma grande e moderna nação.
Prospectiva:
Econômica:
Balança comercial: * superávit de US$ 2 bilhões.
Inflação: fevereiro - 5,24%.
Juros: 10,5% AA.
Dólar: R$ 1,75.
Reservas: US$ 354 bi.
Burocranômetro:
Em forte alta.
Perspectiva:
Econômica:
Inflação: 5,28% AA.
Juros: 10%.
Dólar. R$ 1,75.
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Cenário Externo: A boa notícia vem dos Estados Unidos, onde tudo indica que o sonho americano não acabou apesar dos prognósticos dos profetas populistas de todo o mundo.
A Europa talvez consiga mostrar que cultura ajuda muito quando os sinos dobram (condição humana) e o vento muda de lado. E será muito bem vinda, embora demorada e difícil, a redução das dificuldades que atormentam tantos para a alegria de tão poucos.
Perspectivas
Econômica: USA parece caminhar na direção da recuperação, e já há claros sinais disso. O governo americano manteve a taxa de juros próxima de zero e continua a “irrigar” a economia com farta liquidez.
Embora a Europa esteja mais parecendo o navio Concórdia (meio adernado e com risco de escorregar para o fundo), não se pode duvidar da sua capacidade de evitar o pior.
Da Ásia, há o risco de uma forte “azia”, principalmente para as economias emergentes, caso o crescimento do PIB da região mostre-se fraco.
Política: Os americanos ainda não decidiram se cantam o samba enredo “Republicanos, uma idéia nova” ou se vão ao ritmo da balada democrata “emprego ou queda, o sonho pode acabar”. Tudo indica, porém, que a balada deva fazer mais sucesso nas eleições desse ano.
A Europa está procurando, nos escombros da crise, um novo Estadista capaz de enxergar longe, embora isso seja redundância. Por enquanto, só encontrou Nicolas Sarkozy e Angela Merkel, entre outros míopes. O leste europeu continua frio e a imagem ainda é cinzenta.
Na América Latina os ventos populistas parecem estar dando uma trégua. Talvez seja porque em fevereiro tem carnaval e a turma da Escola de Samba “Velhos Cumpanheiros” parece ter percebido que perderam o ritmo. Basta ver a total falta de assuntos e slogans novos no Fórum Social Mundial.
Cenário interno: ”Já sabemos muito, já nos entrou na cabeça que o Estado patrimonialista, inchado, burocrático é que nos devora a vida”. Arnaldo Jabor, 2012 (Os canalhas nos ensinam mais).
“Digamos apenas que não devemos agir como se metade da cidade não corresse o risco de morrer, porque senão ela morrerá de fato”. Albert Camus, 1947, (A peste).
Será que há algo que liga esses dois parágrafos?
Recado: Do cantor Jamaicano e “empresário brasileiro” Bob Marley, sobre as dificuldades na cultura Brasicrata: “a vida é para quem topa qualquer parada, não para quem pára em qualquer topada”, ou conforme entendia o ex-presidente americano John Quincy Adans, numa linguagem menos Brasicrata; “Paciência e perseverança têm o efeito mágico de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem”.
Claro que eles não conheciam bem Brasicrata, o maior produtor de dificuldades do mundo, que deu novo significado para perseverança, paciência e topada; significa ”esperteza”. Para evitar os riscos de efeitos colaterais, vem na bula oral do burocra nacional, a maneira perseverante de evitar a topada para solucionar a parada. “Dificuldade: em caso de intoxicação, dá-se um “jeitinho”.
Prospectivas
Balança comercial:
*previsão: US$ 15,45 bi (exportações) – US$ 17,32 bi (importações).
Inflação: janeiro - 0,25%.
Juros: 10,5% AA.
Dólar 2011. R$ 1,75.
Reservas: US$ 352 bi.
“Burocranômetro”:
Em alta.
Política: um novo Ministério ou quase isso. O assunto deve ficar para depois da finalização das “decisões” da presidente (leia-se articulações com as bases (partidos) de sustentação do governo na câmara alta e na baixa).
Social: mês de férias e os números do turismo indicam uma melhoria na capacidade de viajar e, portanto, aprender e melhorar a cultura do povo.
Perspectiva: Só alegria. É o mês esperado pelo povo brasileiro nos outros onze meses.
Inflação: 5,28% AA.
Juros: 10%.
Dólar. R$ 1,75.
Política: o odor esperado deve ser o de lança perfume.
Social: fevereiro, no Brasil, é o mês da hiena; muita risada e no final, cinzas.
A quem possa interessar:
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Racional foi Victor Hugo quando definiu o porvir: “...o futuro tem muitos nomes. Para os incapazes é inalcançável, para os medrosos é desconhecido, para os valentes é oportunidade..." O Brasil cabe direitinho em um dos conceitos, ou não?
Cenário Externo: será mais um ano difícil, social e economicamente, para algumas regiões do mundo e principalmente para a Europa, uma oportunidade para avanços políticos.
PERSPECTIVA
Econômica: preocupa a baixa expectativa de crescimento econômico na Europa nos próximos anos. Parece haver uma melhoria no ambiente econômico americano. Continua ainda boa a perspectiva para a atividade das economias dos países em desenvolvimento.
Política: Aumenta o risco de desmontagem da eficiência do instrumento monetário (euro) criado para tentar buscar um pouco mais de harmonia no continente Europeu e reduzir o espírito beligerante da região, sensível também às dificuldades econômicas de sempre.
Aumenta e torna-se cada vez mais presente a necessidade da China de administrar as questões geradas pelo modelo político centralizado e fechado junto com um modelo econômico capitalista e aberto.
Social: Quando os ganhos sociais (benefícios) conquistados através de políticas públicas não sustentáveis (endividamento superior a capacidade de pagamento) recuam, o “sistema nervoso” das reações humanas, plugados via a alta velocidade das comunicações interativas (Web), aumenta os riscos de extremismos e radicalismos.
Cenário interno: mais um ano em que o país perdeu oportunidades. No campo político não mostrou nenhum nome que possa sugerir o aparecimento de um novo Estadista com capacidade de enxergar o país à frente e adotar políticas compatíveis com os desafios do século XXI.
PROSPECTIVA
Econômica:
Corrente de Comércio: a participação brasileira na corrente de comércio mundial, normalmente pífia (1%), melhorou um pouquinho esse ano, quando efetuamos US$ 480 bilhões (1,42%) em negócios (importações e exportações) com o exterior.
Balança comercial: superávit de quase US$ 30 bilhões (exp = US$ 256 bi e imp = 226 bi.
Inflação: 6,55% (acima do teto da meta)
PIB: Em 2.011 deve fechar o ano próximo de um crescimento de 3% ou US$ 2,52 trilhões.
Juros: 11% AA.
Expansão do crédito: 48,4% (do PIB) em 2011
Déficit em conta corrente US$ 53 bi.
Dólar 2011. R$ 1,80.
Reservas: US$ 352 bi. Constituídas com um custo para o país equivalente à diferença entre a taxa de juros interna para captação de reais (selic de 11% a.a) e a externa da aplicação dos dólares (algo como 2% a.a).
IDH – 84º lugar no mundo.
Ambiente de negócio (burocracia) : o Brasil ficou no “honroso” penúltimo lugar.
Política: pequena melhoria da Presidente DiLLma na busca por “descolar” da figura da qual é clone confesso.
Setor público: aumento do inchaço e da ineficiente máquina estatal; queda na qualidade das instituições públicas; deterioração dos três poderes;
Setor privado: Pagou e vai continuar pagando, em todos os sentidos, a conta pela ousadia de produzir e gerar emprego, renda e investimento direto (e via escorchante tributação, principalmente em relação ao retorno de benefícios para a população).
Segurança: aumento da insegurança que faz do Brasil o paraíso dos carros blindados e das empresas de segurança.
Social: em linhas gerais e de acordo com o nível cultural do país, a população está satisfeita com pão e circo.
PERSPECTIVA
Econômica: não será um ano fácil, mas acredito que avançaremos.
Basicamente em função da crise que afeta a demanda mundial, o Brasil pode manter uma perspectiva razoável de crescimento econômico em função do seu mercado interno e ,
da ainda necessária , demanda mundial por commodities (minerais e agropecuárias), onde o país se destaca.
Apesar da insanidade do custo Brasil (burocracia), que aumenta o nosso atraso e reduz as possibilidade e oportunidades de progresso, temos um setor produtivo privado (agropecuário, industrial e de serviços) esforçado e combativo. Caso o país pretenda ser protagonista no ambiente mundial, deverá buscar urgentemente a melhoria educacional em setores de ponta, indispensável àqueles que pretendem assumir uma posição de destaque no cenário econômico mundial e evolução social do século 21.
Inflação: 5,55% .
PIB: US$ 2,6082 trilhões.
Juros: 10%.
Expansão do crédito: 51% (do PIB) em 2012.
Dólar. R$ 1,75.
Política: sem horizonte.
Onde foi parar a Deontologia, a filosofia e a ciência aplicada a moral, da ética e do respeito à coisa pública, paradigma dos códigos de comportamento humano. No ambiente brasileiro, onde o nível cultural e a capacidade de compreensão estão nos limites do analfabetismo, o discurso pobre e mal intencionado caminha sem sustos. Assim deve continuar a relação entre espertos (políticos, entre outros) e ignorantes (povo, entre outros) em 2012.
Embora as opções à democracia sejam nefastas, é urgente passar a limpo as instituições políticas brasileiras se quisermos avançar nesse modelo aqui consolidado. Há uma enorme distância entre o discurso e o fato consumado. Os três poderes estão debaixo do tapete da corrupção. As frutas podres prevalecem sempre.
Social: há avanços importantes e conquistas a serem consolidadas no campo social brasileiro. Sem entrar no mérito dos meios, alguns fins avançam. É possível esperar, embora muito lentamente, continuar indo à frente com políticas de inclusão social possíveis por terem sido também preparadas e herdadas do passado, por serem benditas.
Há um único caminho para avançarmos socialmente; investir fortemente em educação de qualidade.
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Luiz Henrique Didier, presidente do BEXS Banco de Câmbio, concedeu entrevista para o jornal THE WALL STREET JOURNAL e comentou sobre a última medida adotada pela BM&F para facilitar o acompanhamento das tendências de câmbio.
Confira a entrevista completa pelo link: http://on.wsj.com/sK0vlw
"O mais recente esforço da BM&FBovespa para atrair um volume maior de transações de câmbio para sua plataforma eletrônica dificilmente vai ter impacto significativo no mercado, que ainda é dominado por alguns grandes participantes (...)"
É com imenso prazer que inauguramos mais uma unidade da BEXS Corretora de Câmbio!
BEXS Rio de Janeiro
Rua Largo do Machado, 21 (em frente ao metrô Largo do Machado) - sala 515
Luiz Henrique Didier, controlador do Grupo Bexs, concedeu uma entrevista ao Portal Veja (Editora Abril) falando sobre a constituição do nosso Banco, da nossa atuação no mercado nacional e sobre nossos projetos futuros.
Com o título: Pequenos sim, acomodados nunca
Num mercado com 180 bancos, os pequenos são maioria. Com flexibilidade e proximidade do cliente, o dinâmico mercado das pequenas instituições financeiras luta para ganhar espaço.
A entrevista foi ao ar domingo, 14/08, e está disponível através do link:
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/pequenos-sim-acomodados-nunca
Boa leitura.
Cenário Externo:
"mas o Brasil é uma bolha financeira ?” pergunta o Le Monde da França. Não. “Tanto o potencial do país como seu progresso não são uma ilusão, são baseados em resultados concretos e verdadeiros pontos fortes”. Destaca entretanto que “a expansão do crédito e o crescimento da dívida pública não podem continuar no ritmo atual”. E sua análise prossegue; “enquanto o governo chinês investe anualmente 12% do PIB em infra-estrutura (estradas, aeroportos, hospitais, metrôs, etc, o Brasil investe 1,5%”. Cirúrgico ao comentar que, “sua infra-estrutura decrépita não permite crescer forte como no ano passado”. E conclui: “a euforia e complacência são os inimigos mais ameaçadores para o Brasil atingir o sucesso”. Não resta dúvida que há otimismo com relação a nossa trajetória, mas pode ser que Paulo Francis estivesse certo quando dizia, “Todo otimista é um mal-informado”.
Bolsas européias operam sem definição, entre altas e baixas.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em baixa de 0,18%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 100,74.
Bexs informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4585
USDJPN - 79,900
GBPUSD - 1,6401
USDBRL - 1,5810
EURBRL - 2,3045
No mercado de Forex:
a preocupação com a valorização do iene caso passasse o “ponto” de Y 80.00 parece correta. Hoje a moeda japonesa pode bater em Y 79,64. Na outra ponta uma desvalorização não deve chegar a Y 80.40 ienes por dólar.
Fatores negativos:
inflação.
Fatores positivos:
atividade econômica forte
Cenário interno:
os votos unânimes dos membros do COPOM para a correta decisão de aumentar a taxa básica de juros em 0,25 pontos percentuais, sem nenhum viés, elevando a taxa Selic para 12,25% ao ano. Com uma clara demonstração de desconforto com o cenário da economia, o Banco Central manteve o discurso das “incertezas” internas e externas, que ainda rondam os preços no Brasil. Avisou que “irá implementar ajustes das condições monetárias por um período suficientemente prolongado”. O BC não se deixou influenciar pelas questões políticas que estão desgastando o governo. Ponto para o Banco Central.
Bovespa encerrou o dia ontem em baixa de 0,28%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,5810.
Euro fechou cotado a R$ 2,3045.
Risco Brasil fechou em 175pontos.
Cenário Externo:
Como podemos notar, a América do Sul já está suficientemente desenvolvida e com um ritmo muito semelhante ao Europeu. Pode ser prematuro ou surreal imaginar essa semelhança entre o bloco do euro com seus números de desenvolvimento humano e renda (GINI) e o bloco do Mercosul com seus números de desenvolvimento humano mais para “Geni” da música do Chico Buarque. Ao menos um sinal confirma essa emocionante visão: aqui, como lá, também tem vulcão jogando cinzas no ar e causando problemas para os vôos e aeroportos. Portanto, não é só a Europa que tem um bom vulcão e isso acontece. Quem sabe se o populismo atrasado da região dos Andes e suas adjacências não ficam cobertas pela “boa” cinza da cultura e da educação? Afinal o vulcão é chileno e o Chile está mais para “Sir” do que para “Hermano” e seus adjacentes. Bolsas européias operam em baixa.
Bolsas asiáticas fecham entre altas e baixas.
Índice Dow Jones operou ontem em baixa de 0,16%.
O barril de petróleo em NY fechou cotado a US$ 99,30.
Bexs informa:
Relação de troca entre alguns pares de moedas:
EURUSD - 1,4694
USDJPN - 80,140
GBPUSD - 1,6436
USDBRL - 1,5760
EURBRL - 2,3142
No mercado de Forex:
O iene rompeu a linha dos Y 80.00 por dólar e caiu para Y 79,94. Agora fica sinalizado o novo ponto de resistência da moeda japonesa em torno de Y 79,38 por dólar.
Fatores negativos:
pesam sobre o iene as dificuldades americanas e o pessimismo do presidente do FED com os rumos da economia, a as sombras que ainda pairam sobre os ares europeus.
Fatores positivos:
nesse momento, não é visível nenhuma força favorável a desvalorização do iene.
Cenário interno:
os mercados financeiros reagirão positivamente, negativamente ou indiferentes a queda do rei da “consultoria bem sucedida”. Até parece, embora no atual governo isso nunca tenha acontecido, que houve uma negociação da “turma”. Assim como em uma história de ficção, um procurador de uma república qualquer combina com alguém de uma turma qualquer para dar um parecer qualquer que arquive uma acusação qualquer. Aí um ministro qualquer pede dispensa de um serviço qualquer para não ser investigado por um crime qualquer. Entenderam? Essa é mais uma historia que vai terminar em PTizza. E o mercado financeiro? Só reage às novidades, fica indiferente ao que é rotina.
Bovespa encerrou o dia ontem em alta de 0,24%.
Dólar fechou ontem em baixa, cotado a R$ 1,5760.
Euro fechou cotado a R$ 2,3142.
Risco Brasil fechou em 175pontos